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Manoel da Acosap rebate declarações de Cristina Costa: 'Eu ignoro'

por Redação Nossa Voz 17 de Fevereiro de 2017 às 13:13
categoria: Polêmica

O bate boca entre os vereadores Ronaldo Silva e Cristina Costa, na última quinta-feira, dia 16, ainda está dando o que falar. Na ocasião, o parlamentar culpou o Partido dos Trabalhadores de corrupção e alegou que eles são os culpados pela crise econômica que o Brasil enfrenta. A vereadora Cristina Costa não gostou da afirmação do colega de bancada e pediu direito de resposta, tendo em vista que o partido do qual ela faz parte – o PT – foi citado. Entretanto, teve o microfone cortado e foi então encerrada a reunião pelo secretário da mesa, Manoel da Acosap, com quem a parlamentar se envolveu em uma confusão no início deste ano. Foi ai que começou o maior bate boca.

Cristina Costa não gostou da atitude do Secretário da Mesa, alegando que ele foi covarde e motivado por “vingança”, tendo em vista que a parlamentar move um processo contra ele na Justiça. Segundo Cristina, ele, enquanto secretário, não tinha o poder de encerrar a sessão. Na ocasião, o presidente da mesa era o vereador Major Enfermeiro.

A redação do Nossa Voz questionou o vereador Manoel da Acosap sobre o encerramento da sessão. Segundo ele, “Nós cumprimos o regulamento seguindo à risca. O presidente da mesa, o Major Enfermeiro, está de parabéns pela mediação da sessão. E, o meu papel, como primeiro secretário é auxiliar as inscrições e marcar o tempo. Quando o tempo de Ronaldo Silva encerrou eu avisei. Imediatamente, a vereadora Cristina pediu o direito de resposta e não cabe esse direito. Os nomes paralelos e os partidos não vêm dizendo no regimento”, declarou o vereador.

A vereadora chegou a dizer que a atitude da mesa diretora mostra a falta de capacidade dos homens de debater com as mulheres. Manoel também respondeu as declarações de Cristina, quando relacionou o encerramento da sessão, à confusão ocasionada no início do ano. “Eu ignoro. Nós temos um parlamento com 23 pessoas e nós temos que respeitar um a opinião do outro. Temos personalidades diferentes e somos de grupos políticos diferentes. O meu direito não é diferente do outro”, afirmou.