| Última edição: 20/04/21 - 09:14

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As mil faces de Juliette: veja o lado justiceira da sister do BBB21

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Antes de se tornar a nova queridinha do Brasil, Juliette trilhou o caminho da defesa dos direitos humanos

Foto: Reprodução

Juliette Freire vem nos surpreendendo dia após dias dentro do BBB21. A paraibana é do tipo ame ou odeie. Ainda que não tenha nada de “odiável”, para muitos é difícil engolir alguém tão dono de si e presente (seja no erro, seja no acerto). Do lado de cá, o que quase ninguém sabe é que a sister já trilhou um caminho enquanto defensora dos direitos humanos.

Segundo o Portal Paraíba Feminina, entre agosto de 2016 e julho de 2017, Juliette foi estagiária na Defensoria Pública da União, e atuou na defesa de direitos fundamentais como educação, previdência, saúde, moradia e liberdade.

Na publicação, outra ação realizada por Freire diz respeito à defesa de mulheres com câncer de mama. De acordo com Diana Andrade, defensora regional dos Direitos Humanos da Defensoria Pública da União – DPU, Juliette participou na busca ativa por mulheres, inclusive indo ao hospital Napoleão Laureano e aplicando questionários para saber se o tratamento e os direitos das pacientes estavam sendo respeitados.

Foto: Arquivo Pessoal/Diana Andrade

“Uma causa coletiva e particularmente relevante em que ela atuou foi na defesa e conscientização de mulheres sobre a violência obstétrica”, afirmou Andrade.

Em seu VT de apresentação a participante se afirmou ser advogada e maquiadora, o que causou um estranhamento em muitos. No mesmo vídeo, ela afirma que cursou Direito e Letras mas mesmo assim fala errado. Olhando para o todo, conseguimos entender que Juliette não se resguardou no guarda-chuva do academicismo se colocando sempre à disposição para servir aos que precisam.

Em conversa com a coluna Léo Dias, Deborah Vidjinsky, ADM de Juliette, revelou que antes de sonhar em ser delegada, a sister planejava seguir carreira como defensora pública.

Parece que, mais uma vez, a advogada nos surpreende e mostra que é possível defender os direitos humanos, ter um discurso coerente, errar, falar alto (e muito), dançar, maquiar, militar e o que mais quisermos ser.

Fonte: Metrópoles