asdasdasdasd

Contas de Julio Lossio podem ser votadas antes do recesso parlamentar e movimenta Câmara de Vereadores de Petrolina

por Redação Nossa Voz 13 de Dezembro de 2017 às 08:55

As contas do ex-prefeito Julio Lóssio podem ser votadas antes do recesso parlamentar na Câmara de Vereadores de Petrolina. A informação foi confirmada pelo presidente da comissão de finanças Ronaldo Silva.

Ele ainda revelou à nossa reportagem que diante da indisponibilidade do ex-prefeito em assinar o documento dando ciência da tramitação do processo nas comissões parlamentares competentes, a notificação foi feita através do diário oficial do município.

E com toda essa expectativa, duas informações de bastidores estão fervendo a tramitação desse parecer que está sendo finalizado pela Comissão de Finanças da Câmara de Petrolina.

A primeira dá conta de que o prefeito de Petrolina Miguel Coelho está constantemente se reunindo com os vereadores da sua base e cobrando a adesão dos parlamentares à rejeição das contas de Julio Lóssio. Tal posicionamento tem causado desconforto aos vereadores que estão em cima do muro e não declararam abertamente de lado estão na Casa Plínio Amorim, a exemplo do vereador Elismar Gonçalves.

Para a rejeição é necessário angariar 16 votos, ou seja, maioria absoluta da casa que precisa ir de encontro ao parecer do Tribunal de Contas do Estado que aprovou as contas de Lóssio com ressalvas.

E a segunda informação bombástica diz respeito aos vereadores situacionistas Ruy Wanderley e Edilsão do Trânsito. Os dois estariam emplacando uma licença da Câmara Municipal justamente para não participar dessa votação jogando o abacaxi nas mãos dos seus suplentes.

Questionado se estaria insatisfeito com o prefeito Miguel Coelho, Ruy limitou-se a responder apenas isso aí: “Quando tem alguma coisa me incomodando, eu vou direto no prefeito e falo”, limitou-se.

Para bom entendedor, meias palavras bastam! 

Karine Paixão 


Fernando Bezerra diz que Manifesto contra Governo do Estado é para que 'Pernambuco recupere tempo perdido'

por Gabriela Canário 11 de Dezembro de 2017 às 08:47

O bloco de oposição ao governador Paulo Câmara vai se reunir hoje, às cinco da tarde, no Arcádia do Paço Alfândega, em Recife, para lançar um manifesto, com lideranças de projeção nacional. Em entrevista exclusiva à redação do Nossa Voz, o senador da República Fernando Bezerra Coelho, disse que esse momento é de percepção já que estado perdeu o “ritmo”, precisando recuperar o tempo perdido, com medidas alternativas. Ele falou em desempregos, violência e falta de investimentos, sem deixar de mencionar – é claro - as eleições de 2018.

“É um caminho alternativo para Pernambuco. Estamos convencidos de que existe um sentimento forte, o estado quer trilhar novos caminhos porque ele tem a maior taxa de desemprego do país, reduziu em mais da metade os investimentos públicos, é um dos estados onde ocorre o maior número de crimes violentos. Portanto, Pernambuco perdeu o ritmo e precisa recuperar esse tempo perdido. Então, no próximo ano, o pernambucano vai querer mudar. É o início de uma caminhada que dará a Pernambuco mais investimentos”, destacou o senador.

Rompidos com o Governo do Estado há meses os integrantes do PMDB, PSDB e até do próprio PSB trazem o PDT de Armando, antes aliados ao Partido dos Trabalhadores, para integrar nessa frente política e com isso aguçam a curiosidade do eleitorado sobre a perenidade dessa aliança onde vários nomes almejam despontar na disputa majoritária do próximo ano.


Racha no PSB: Miguel Coelho diz que Paulo Câmara trouxe briga nacional para Pernambuco

por Gabriela Canário 6 de Dezembro de 2017 às 09:41

Ainda rende novos capítulos o racha no Partido Socialista Brasileiro, dentro do estado de Pernmabuco, depois da saída do senador Fernando Bezerra Coelho, ingressando no PMDB. Com a desfiliação, logo em seguida, veio a destituição do prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, do comando da sigla, pelo diretório estadual, sendo entregue ao deputado federal, Gonzaga Patriota (PSB).

O filho de FBC diz não guardar mágoas e que também não vai procurar a Justiça por ser o 'único prefeito em exercício a ser destituído de um partido', mas criticou o comportamento da sigla. “Eu sempre me resguardei […] a gente viu que o PSB de Pernambuco puxou a briga do nacional aqui para dentro do estado quando me destituíram. Falaram tanto em intervenção em outros partidos e fizeram o mesmo aqui em Petrolina sem nem abrir prazo para defesa e a gente poder ser manifestar. Apenas me ligaram e disseram que eu estava fora. Não vou procurar a Justiça. Me sinto livre”, afirmou o chefe do executivo.

Âmbito Nacional - Especula-se que o racha no PSB foi provocado pela disputa entre os políticos de âmbito nacional que querem ou defendem a saída do presidente Michel Temer do poder. Tudo isso inflamado com a largada para a escolha dos novos mandatários do partido. Em Pernambuco, a situação ganhou ainda mais força com o embate entre FBC e o governador do estado. O senador, inclusive, tem feitos várias críticas à administração de Paulo Câmara.

De acordo com Miguel Coelho, mesmo com o episódio, ele tem 'tentado manter uma gestão de parceria', mas que o Governador Paulo Câmara (PSB) não tem cumprido com algumas promessas para Petrolina. “A gente espera que o governo possa fazer mais. Esperamos a escola técnica que já foi, inclusive, doado o espaço. Tem ainda o patrocínio do São João [2017], através da Empetur, que não saiu no valor de 700 mil reais. Além da Compesa que não iniciou a obra [de saneamento] do Jatobá, sendo que fizemos os anúncios”, explicou o prefeito.

Próximos Capítulos - Porém, o racha pode ser ainda maior: o senador Fernando Bezerra Coelho manifestou interesse em assumir o governo de Pernambuco e traçou uma disputa com o ex-colega de partido e atual gestor Paulo Câmara e, é claro, terá o apoio do filho dentro de Petrolina. “A gente espera que a disputa política fique na política e não entre no campo administrativo”, finalizou Miguel Coelho.


'Recebo com confiança, determinação e humildade', diz César Durando sobre Secretaria Executiva de Habitação

por Gabriela Canário 5 de Dezembro de 2017 às 10:08

O ex-vereador César Durando foi nomeado para assumir a Secretaria Executiva de Habitação. Ele será responsável, dentre outras atribuições, pelo programa Minha Casa, Minha Vida, acompanhamento dos habitacionais já construídos e a regularização fundiária do município. “Eu recebo com confiança, determinação e humildade. Eu gosto de fazer política séria. Nós temos uma marca de trabalho por Petrolina. Eu já assumi outras pastas e tudo isso me dá suporte. Estamos prontos para o trabalho junto ao Coronel Leitte [Secretário de Habitação] e vamos ajudar ainda mais a gestão de Miguel Coelho”, destacou César.

Durando está ainda adaptando-se ao cargo, conhecendo a estrutura e os projetos que estão em andamento. “Eu sei que tem projetos de construção e reforma de moradias, regularizações fundiárias. São desafios grandes. Vou me situar. Do dia para a noite ninguém faz tudo, mas vamos tentar melhorar a vida das pessoas”, explicou. Além de odontólogo, César tem grande experiência no serviço público. Foi vereador de Petrolina por três mandatos, secretário de Saúde, Serviços Públicos e chefe de Gabinete da Prefeitura. Atualmente, César é presidente da Associação Brasileira de Odontologia (ABO). 


Miguel Coelho afirma que mexerá no primeiro escalão 'para dar celeridade a Petrolina'

por Gabriela Canário 4 de Dezembro de 2017 às 10:33

Circulou, recentemente, em um veículo de comunicação do Vale do São Francisco, a informação de que o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), faria mudanças no primeiro escalão afastando nomes que estão no comando de algumas secretarias. Em entrevista ao programa Nossa Voz, o chefe do executivo afirmou que faz avaliações diárias da produção dos responsáveis pelas pastas e que fará algumas mudanças no próximo ano.

“A questão de avaliação dos secretários é permanente. Eu observo todos os dias [porque] não podemos ter cargos acomodados. Em um ano é impossível fazer essa avaliação, mas próximo ao carnaval – lá para o final de janeiro meados de fevereiro – podemos fazer algumas reformas para dar celeridade a Petrolina”, explicou Miguel Coelho.

Apontada - por alguns veículos de comunicação – como uma das escolhidas para deixar a pasta que gerencia, a vereadora licenciada, Maria Elena Alencar (PSB), que é titular da secretaria de Cultura, Esportes e Turismo do município, negou, em entrevista ao Nossa Voz, que deixará a pasta. Na oportunidade, ela aproveitou, mais uma vez, para cobrar mais investimentos para a secretaria. “Eu só quero mais dinheiro para a minha secretaria”.

Sobre os investimentos que estão sendo feitos nas secretarias, o prefeito enfatizou que compreende o pedido de Maria Elena e de outros secretários, mas que é preciso equilibrar as contas da prefeitura. “Dinheiro falta para todo lugar, não é apenas na cultura. Mas o que destinamos esse ano [para a pasta] foi bem mais do que os anos anteriores. Cada um quer puxar para o seu lado, mas também preciso puxar para o meu e deixar a prefeitura com um equilíbrio financeiro. Os investimentos estão chegando”, finalizou. 


Miguel Coelho comenta posicionamento de Ruy Wanderley: 'Petrolina não vai ser diferente do Brasil inteiro'

por Redação Nossa Voz 1 de Dezembro de 2017 às 11:39

O prefeito Miguel Coelho discorda do posicionamento do líder de Governo, dentro da Câmera de Vereadores de Petrolina, Ruy Wanderley. Na sessão da última terça-feira, o parlamentar se irritou com a presença de assessores da prefeitura e se retirou do plenário alegando que só retornaria quando os membros do executivo deixassem o local. “Enquanto esses membros do poder estiverem aí eu não participo de sessão”, disse Ruy na oportunidade.

Em entrevista ao Nossa Voz, Miguel Coelho explicou a presença de cargos comissionados durante as sessões na Casa Legislativa. “A presença de assessores de alguns secretários e assessores é meramente para auxiliar e informar os projetos do executivo e do próprio legislativo para que a gente não tenha projeto sem sentido e que não venha a ajudar em nada, só burocracia. Se algumas pessoas pesam que Petrolina vai ser diferente do Brasil inteiro... não vai”, destacou.

Na ocasião, o vereador afirmou que não admite influência de representantes do executivo nas decisões dele dentro da Casa. “Ache ruim quem achar, eu sou contra membros do poder executivo na sua posição de assessor ficarem nas dependências da Câmara. Isso é uma vergonha! Eu passei oito anos fora daqui, mas eu via o executivo mandar os cargos comissionados para a Câmara pegar em paletó de vereador, no meu ninguém pega", garantiu.

Ainda repercutiu a informação de que Ruy Wanderley poderia deixar a liderança do Governo dentro da Câmara. Sobre isso, Miguel disse ter ficar sabendo através da imprensa e que aguarda posicionamento do vereador. “A decisão é dele e ele tem que me procurar para avisar que vai sair. Temos uma bancada ampla e podemos ter quatro líderes. O líder é quem faz a integração, mas ninguém faz nada sozinho e Petrolina não pode perder por conta de ego”, explicou.


Maria Elena avalia ida de Fernando Bezerra para o PMDB: 'não sei se escolheu o partido certo'

por Gabriela Canário 29 de Novembro de 2017 às 07:55

A saída do senador Fernando Bezerra Coelho do Partido Socialista Brasileiro ainda rende várias especulações dos reais motivos que engajaram o político a traçar tais medidas. Recentemente, ele confirmou que é pré-candidato ao governo do estado nas eleições de 2018, acrescentando que as oposições de Pernambuco estão num processo de diálogo, que deve ser intensificado em dezembro.

A vereadora licenciada e atual secretária de Cultura, Esportes e Turismo de Petrolina, Maria Elena Alencar, afirma que ainda não decidiu se acompanhará o senador e também deixará o PSB. “Tenho que sentar porque também sou política e tenho os meus sonhos”, explicou.

Para a secretária, a saída do senador do partido foi precisa, pois ele precisava de mais destaque o cenário político. “A candidatura de Fernando é legítima [porque] ele é muito grande para a pouca visibilidade para que o PSB deu a ele. Ele tem potencial e foi negligenciado”, destacou Maria Elena. Em contrapartida, ela questionou a migração do político para o PMDB: “Ele agiu muito certo [com a saída do PSB], mas não sei se ele escolheu o partido certo”, finalizou.


Maria Elena nega saída da Secretaria de Cultura e cobra mais visibilidade para a pasta

por Gabriela Canário 28 de Novembro de 2017 às 13:59

Circulou, recentemente, em um veículo de comunicação do Vale do São Francisco, a informação de que o prefeito de Petrolina, Miguel Coelho (PSB), faria mudanças no primeiro escalão afastando três mulheres do comando das secretarias. Uma delas, de acordo com a matéria, é a vereadora licenciada, Maria Elena Alencar (PSB), que é titular da secretaria de Cultura, Esportes e Turismo do município. O veículo afirma que ela estaria insatisfeita com a falta de autonomia para executar suas ações à frente da pasta. Com o afastamento, ela deveria voltar à Casa Plínio Amorim no início do próximo ano.

Em entrevista ao Nossa Voz, a secretária negou a veracidade da informação, destacando que tudo não passou de uma notícia maldosa e sem fundamentos. “Nunca dei essa declaração. Não tenho interesse [de deixar a pasta de Cultura]. Claro que vai existir um momento que eu vou conversa com Miguel, mas eu estou satisfeita. Tem umas pessoas que são “arquitetos” de informações. É um grito parado no ar quem está espalhando isso. Eu li matérias que diziam de outras secretárias. Se estiver passando isso na cabeça de Miguel vou acatar, mas não passa na minha”, explicou Maria Elena.

Entretanto, mais uma vez, a secretária aproveitou a oportunidade para cobrar mais espaço ao gestor municipal. “Eu só quero mais dinheiro para a minha secretaria”. No comando da pasta, Maria Elena tem desenvolvido projetos que ganharam destaque na cidade, com apresentações culturais e artísticas, principalmente nas comunidades mais carentes. Isso, sem falar ainda em eventos de grande porte e que alavancaram o nome de Petrolina, como Carnaval e São João, elogiados por maioria dos petrolinenses. “Digo ao próprio Miguel que estamos aqui para cobrar espaço porque nós queremos que nossa secretaria seja reconhecida como um órgão que não veio só para fazer carnaval e São João, mas veio para fazer a cultura e o turismo de Petrolina acontecer”, disse a gestora em uma entrevista à Grande Rio FM em junho deste ano.


Fernando Bezerra Coelho afirma que é pré-candidato ao governo do Estado

por Gabriela Canário 27 de Novembro de 2017 às 16:33

O senador Fernando Bezerra Coelho (PMDB) afirmou nesta segunda-feira (27/11) em entrevista à uma Radio da Capital  que é pré-candidato ao governo do estado nas eleições de 2018. Fernando explicou que as oposições de Pernambuco estão num processo de diálogo, que deve ser intensificado em dezembro, mas confirmou que pretende participar da disputa.

“Sou pré-candidato e estou animado. Meu nome está colocado, como o de várias outras lideranças políticas estaduais. Vamos unir forças e definir propostas, para que possamos levar ao povo de Pernambuco um projeto que traduza os sonhos das pessoas”, disse. Fernando, no entanto, ponderou que ainda é cedo para que os nomes de uma possível chapa de oposição sejam consolidados. “Vamos aprofundar mais as discussões, poderemos até ter mais de uma candidatura, mas o principal é que possamos dialogar sobre o futuro”, destacou. 

Em aproximadamente uma hora de entrevista ele respondeu a perguntas sobre a atuação no Senado, economia e o desempenho da atual gestão. “O governo estadual tem um ritmo lento. Pernambuco é campeão absoluto em desemprego, investe menos que Ceará e Bahia, tem indicadores terríveis de violência e não consegue realizar as entregas que a população pede”, salientou. Segundo os dados do IBGE, divulgados há dez dias, a taxa de desemprego em Pernambuco está na casa dos 18%, quando a média nacional é de 12,4%. Os números oficiais mostram ainda que o número de Crimes Violentos Letais e Intencionais no estado superou os 4,5 mil homicídios, o mais alto patamar em uma década.

“Ninguém barra o sentimento de mudança que está no coração dos pernambucanos. Tenho andado por todas as regiões e percebemos claramente que as pessoas querem um novo rumo. Falta ousadia, coragem e direção ao atual governo”, avaliou Fernando. Ele explicou que, mesmo num cenário de dificuldades, outros estados do Nordeste estão conseguindo realizar investimentos públicos, realizando obras e projetos. “Queremos recuperar o protagonismo que Pernambuco sempre teve no Nordeste”.


Temer oferece jantar no Alvorada para convencer base aliada a votar Previdência

por Redação Nossa Voz 23 de Novembro de 2017 às 08:55

O presidente da República, Michel Temer, ofereceu na noite desta quarta-feira (22) um jantar no Palácio da Alvorada, em Brasília, a deputados da base aliada em uma tentativa de angariar apoio para aprovar na Câmara a reforma da Previdência.

Entre os presentes estavam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e os ministros Dyogo Oliveira (Planejamento), Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo) e Leonardo Picciani (Esporte).

O governo federal precisou desidratar a proposta original, que sofreu resistência entre os partidos aliados. As mudanças nas regras para a aposentadoria são consideradas polêmicas para serem aprovadas em ano eleitoral.

Por se tratar de uma mudança na Constituição, precisará receber o aval de pelo menos 308 deputados em dois turnos de votação na Câmara e depois em dois turnos no Senado.

Por volta das 20h30, o movimento de carros se intensificou na porta do Alvorada. O presidente, porém, só chegou ao local por volta das 21h30. Isso porque, antes, se reuniu no Palácio do Planalto com prefeitos.

Após o jantar, o relator da matéria, deputado Arthur Maia (PPS-BA), irá dar uma entrevista à imprensa detalhando o teor do novo texto.

Mais cedo, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, informou que o tempo mínimo de contribuição para que um trabalhador possa se aposentar diminuiu de 25 anos - da proposta de reforma anterior - para 15 anos no novo texto da reforma da Previdência.

Além disso, não serão mais afetados os trabalhadores rurais, para quem as regras vão permanecer como são atualmente.

A avaliação geral, tanto no governo quanto no Congresso, é que ainda não há votos suficientes para aprovar a reforma.

Em uma tentativa de obter o aval das legendas do Centrão, Temer deu posse nesta quarta o deputado Alexandre Baldy (sem partido-GO), integrante do grupo, para o Ministério das Cidades. Ele foi para o lugar de Bruno Araújo (PSDB-PE), que deixou o cargo diante da divisão interna do PSDB em relação ao governo.

Havia ainda a expectativa de que Temer fizesse outra troca ministerial, com a nomeação outro deputado para a Secretaria de Governo, mas acabou recuando.

Texto original

O projeto inicial da pasta previa uma economia nos gastos com aposentadorias de pouco menos de R$ 800 bilhões em 10 anos, e a proposta aprovada em maio deste ano na comissão especial representava 75% daquela originalmente enviada ao Congresso.

Ou seja, se a nova Previdência for aprovada e representar 60% da original, a economia será de pouco menos de R$ 480 bilhões em uma década, ou R$ 320 bilhões a menos do que o previsto inicialmente.

G1