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Odacy Amorim aguarda fim de imbróglio no PT para decidir futuro político

por Gabriela Canário 7 de Junho de 2018 às 12:00

O destino de Odacy Amorim (PT) [ainda] é incerto. Dentro do atual cenário político envolvendo o Partido dos Trabalhadores e uma possível aliança com o PSB, a nível nacional, traçou incertezas no futuro político do petrolinense. Contudo, uma coisa é certa: ele disputará algum cargo e ainda dará apoio à pré-candidatura da esposa, Dulcicleide Amorim, à Assembleia Legislativa de Pernambuco.

O político explica que esteve com o ex-presidente da República, Luis Inácio Lula da Silva, um pouco antes da prisão dele, em abril deste ano, onde discutiram sobre uma possível aliança com o Partido Socialista Brasileiro. O PT, ele afirma, tem priorizado uma candidatura própria, mas tudo é possível daqui até a chegada das eleições. Contudo, Odacy Amorim acredita que é preciso mais tempo para que o caso seja analisado. “Não tem macha ré”, alertou. O PSB, ele explica, está abrindo um diálogo com o PT num sentido de uma composição a nível nacional para a presidência da república. Ele prefere não se indispor e suaviza: “eu defendo uma decisão clara. Eu só me movimento de dentro para fora só depois que o partido decidir como vai ser em 2018”, pontuou.

Fora da candidatura própria, ele será deputado federal. Dentro, pré-candidato ao Governo do Estado. As especulações são muitas e falam até em uma formulação de chapa, como vice, ao lado de Paulo Câmara. Ele nega e diz esperar o tempo certo: “Eu estou muito sereno nas coisas. Eu não vou ficar brigando por causa disso. A questão não é tirar ou não tirar candidatura. É uma questão de aliança do PT Nacional. Minha linha é de pacificar as coisas”, limitou-se.