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Festival É Tudo Verdade faz mostra online de documentários

por Milena Pacheco 26 de Março de 2020 às 09:32
categoria: Cultura e Arte

A série Herança da Coruja, de Chris Marker, estará disponível no site

    

Ao completar 25 anos, o festival de documentários É Tudo Verdade começa nessa quinta-feira (26) a exibição de filmes online em parcerias com as plataformas Spcine Play e Canal Brasil Play, além da página do Itau Cultural. São 50 horas de programação em 30 títulos, entre longas-metragens, curtas e séries.

A maior parte da mostra, que deveria se iniciar também nesta semana, foi adiada para setembro devido ao fechamento das salas de cinema em São Paulo e no Rio de Janeiro com a crise causada pela disseminação do coronavírus.

Na página do Itau Cultural, estará disponível a série A Herança da Coruja, feita pelo diretor francês Chris Marker em 1989. Em 13 episódios de 26 minutos é discutido o legado político e cultural da Grécia classica para a sociedade contemporânea a partir da exploração de palavras como democracia e misoginia. O diretor do festival, Amir Labak explica que naquela época Marker já antecipava uma tendência atual da produção de documentários. “O formato série documental está em expansão no mundo”, enfatizou na entrevista coletiva de lançamento do festival.

Na Spcine Play, o serão exibidos dez longas-metragens de cineastas mulheres que marcaram a história do festival, além do inédito O Segundo Encontro, de Veronique Ballot. Fazem ainda parte dessa programação outros tês longas e seis curtas que passaram pelo É Tudo Verdade em 1996 e dois documentários sobre o cineasta José Mojica Marins, que morreu neste ano.

A série Cineastas do Real, com 26 entrevistas feitas por Amir Labak com alguns dos principais documentarias brasileiros estará disponível no Canal Brasil Play.

A programação com horários e formas de acesso pode ser vista na página do festival - www.etudoverdade.com.br

(Fonte: Agência Brasil/Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)


Secretaria de Cultura de Juazeiro suspende Festival de Teatro Wellington Monteclaro e Espetáculos Sacros

por Milena Pacheco 18 de Março de 2020 às 08:22
categoria: Cultura e Arte

Foto: Divulgação

Diante da situação em que vive o mundo devido a pandemia de Coronavírus e, no caso de Juazeiro, o surto de H1N1, a Secretaria de Cultura, Turismo e Esporte (Seculte) do município, suspende o Festival de Teatro Wellington Monteclaro 2020, que aconteceria de 26 a 29 deste mês, bem como os espetáculos sacros que são apoiados via edital da Seculte.  

Assim, a secretaria agradece a compreensão de artistas e público para este caso de emergência. Tão logo a situação de pandemia seja reduzida, a Seculte vai reorganizar as datas. (Fonte: Blog Nossa Voz/Foto: Divulgação)


Cia de Dança do Sesc Petrolina celebra 25 anos com “Aterrágua”

por Milena Pacheco 12 de Março de 2020 às 09:48
categoria: Cultura e Arte

Espetáculo de dança contemporânea estreia neste final de semana no Teatro Dona Amélia

A Cia de Dança do Sesc Petrolina (CDASP)  chega aos seus 25 anos com uma trajetória que a transformou em  um dos grupos de dança mais respeitados de Pernambuco. Para celebrar as bodas de prata, os bailarinos voltam à cena neste final de semana para a estreia do espetáculo “Aterrágua”.  As apresentações acontecem no sábado (14) e domingo (15), sempre às 20h, no Teatro Dona Amélia.

Com concepção e direção geral de Jailson Lima, “Aterrágua” utiliza como matéria de criação narrativas e imaginários construídos a partir do encontro da água e da terra. Assim como, a importância simbólica desses elementos para nossa cultura. “O espetáculo evoca, ainda, questões em torno das lutas por território e da necessidade de um corpo presente na construção de outras territorialidades”, destaca o diretor na descrição da montagem.

Aterrágua - Foto: Fernando Pereira

No elenco do espetáculo estão os bailarinos André Vitor Brandão, Alan Gerald, Alexandre Santos, Anna Carolina, Catarina Andrade, Carol Andrade, Diego Milhomens, Eliza Oliver, Fhellipe Soares, Jaidson Sá, Júlia Gondim, Laís Bione, Liz Castro, Maria Gizely, Pedro Creslley, Pedro Lacerda, Tássio Tavares, Thierri Oliveira, Zezinho Lécter. Alexandre Santos também assume a assistência de direção.  A concepção e criação de luz é de Carlos Tiago; criação de trilha sonora, viola, berimbau e voz de Sônia Guimarães;  voz e percussão de Anastácia Rodrigues;  música “Toré das 12 Irmãs e Mais Algumas”, de Dea Trancoso e Sônia Guimarães.A Identidade Visual é de Pollyana Mattana.   

Os ingressos para o espetáculo custam R$ 20 para o público em geral. Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes, têm desconto e pagam R$ 10. A montagem tem classificação indicativa livre.

Trajetória - A Cia de Dança do Sesc Petrolina firma-se definitivamente como um espaço de formação em dança na região do Vale do São Francisco, desenvolvendo um trabalho sistemático e ininterrupto em dança contemporânea. A CDASP também tem sido responsável pela formação de instrutores, bailarinos e coreógrafos, possibilitando a inserção desses profissionais no mercado de trabalho e contribuindo para formação de novos grupos de dança na região.

Em 25 anos, o grupo alcançou o reconhecimento do público e prêmios, levando para os palcos de vários Estados os espetáculos “Labirintos”, “Chamas”, “Fábrica Mix”, “Ondas Cardiocerebrais” , “Fuá na Casa de Zé Mané”, “Riscos”, “Viva Seu Lua”, “Bailantes, Brincantes Dançantes”,  “Ao Amor e à Dor”, “Esbórnia” , “Eu Vim da Ilha”, “Tatudobrega” e “Rio de Contas”.

Sesc – O Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 23 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo, e o Centro de Produção Cultural e Negócios do Sesc, em Garanhuns. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

Com informações da Assessoria/Foto: Fernando Pereira


Poesia no Jardim de Ana debate a poética de Carolina Maria de Jesus

por Milena Pacheco 12 de Março de 2020 às 09:05
categoria: Cultura e Arte

Programação gratuita acontecerá nesta sexta-feira (13/3) no jardim da Galeria de Artes Ana das Carrancas

No mês em que se comemora o Dia Mundial da Poesia, o Sesc Petrolina realiza  uma nova edição do projeto Poesia no Jardim de Ana refletindo sobre a poética da escritora mineira Carolina Maria de Jesus. A programação gratuita acontecerá nesta sexta-feira (13/3), às 19h, no Jardim da Galeria de Artes Ana das Carrancas.

Norteado pela escrita da homenageada e dialogando com outras linguagens artísticas, o encontro contará com a participação do Poeta Nascimento e apresentação musical de Negadell e Veva Show. A medição da conversa será feita por Fernanda Soares. “Teremos uma noite muito especial dedicada a conhecer um pouco mais sobre essa autora que foi uma das primeiras escritoras negras do Brasil” , destaca a professora de literatura do Sesc Petrolina, Ariane Samila Rosa.

Carolina Maria de Jesus nasceu em 1914 na cidade de Sacramento, em Minas Gerais.  Depois mudou-se para São Paulo, onde trabalhou como empregada doméstica e catadora de papel. Carolina escrevia sobre seu dia a dia na favela do Canindé. Seu primeiro livro, Quarto de Despejo, publicado em 1960, vendeu dez mil cópias, em quatro dias, e 100 mil cópias, em um ano. Esse livro relata suas vivências na favela, sobre como sobrevivia à fome com seus filhos.

Sesc – O Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 23 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo, e o Centro de Produção Cultural e Negócios do Sesc, em Garanhuns. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

Com informações da Assessoria


Em cartaz no mês de março, espetáculo 'Processo Medusa' alerta sobre o combate à cultura do estupro

por Milena Pacheco 3 de Março de 2020 às 08:35
categoria: Cultura e Arte

As sessões serão realizadas no CEU das Águas, em Petrolina, nas sextas, às 16h, e nos sábados e domingos às 19h. Haverá intérprete de Libras. A classificação é de 12 anos e entrada é gratuita.

Entre os dias 6 e 29 de março, o espetáculo "Processo Medusa" apresenta temporada no Cineteatro CEU das Águas, no bairro Rio Corrente em Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O espetáculo da Cia Biruta de Teatro apresenta uma reflexão sobre o enfrentamento à cultura do estupro, luta feminista e discussões sobre corpo, mulher e democracia.

As sessões serão realizadas nas sextas-feiras às 16h e nos sábados e domingos às 19h. Haverá intérprete de Libras. A classificação é de 12 anos e entrada é gratuita. O Cineteatro da Praça CEU das Águas está localizado na Rua do Tamarindo, s/n, bairro Rio Corrente. (Fonte: G1/Foto: Divulgação)


Petrolina recebe Salão Universitário de Arte Contemporânea

por Milena Pacheco 2 de Março de 2020 às 09:42
categoria: Cultura e Arte

Décima primeira edição do Unico ficará aberta ao público até o dia 9 de maio, na Galeria de Artes Ana das Carrancas

A Galeria de Artes Ana  das  Carrancas, do Sesc Petrolina, receberá a partir desta quarta-feira (4/3), a décima primeira edição do Salão Universitário de Arte Contemporânea do Sesc – Unico.  A mostra tem como tema “Estratégias para o contorno”, com trabalhos que apresentam visualidades para diversos territórios desestruturando padrões. A abertura acontecerá às 19h, com um vernissage, e  contará com a participação dos artistas.

Com curadoria da artista visual Ariana Nuala, foram selecionados para o Salão trabalhos de 10 estudantes de graduação de instituições públicas e privadas de Pernambuco: Ana Flávia Mendonça, Caetano Costa, Coletivo Saída de Emergência, Felipe Correia, Humberto Botão, Luiz Marcelo Gomes, Mangueio Coletivo, Marcos Haas, Narciso Mendes e Rayellen Carolina.

O Salão ficará aberto para visitação gratuita até o dia 9 de maio, de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h, e aos sábados, das 16h às 20h.  “O Unico se propõe a despertar o olhar crítico do público e a cada ano vem se consolidando como um dos projetos mais significativos no seu segmento, no que concerne o fomento de uma nova geração de artistas no Estado”, destaca a coordenadora do projeto, a professora de Artes Visuais do Sesc Pernambuco, Valkíria Dias.

Este é o quinto ano que Petrolina recebe o Salão Universitário de Arte Contemporânea do Sesc. Criado em 2008, o Unico oportuniza espaço para difusão e reflexão sobre a produção artística universitária estadual, por meio de ações que objetivam seu desenvolvimento artístico e profissional.

Sesc – O Serviço Social do Comércio é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 23 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo, e o Centro de Produção Cultural e Negócios do Sesc, em Garanhuns. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br. 

(Com informações da Assessoria)


Bumba Meu Boi do Maranhão é eleito Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade

por Milena Pacheco 12 de Dezembro de 2019 às 09:49
categoria: Cultura e Arte

Tradicional celebração da Região Nordeste do Brasil, o Bumba Meu Boi do Maranhão foi escolhido como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), em reunião realizada em Bogotá, na Colômbia, nesta terça-feira, 10.

(Foto: Bumba Meu Boi/Divulgação )

Reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil em 2011, o Bumba Meu Boi do Maranhão é considerado um Complexo Cultural por congregar diversos bens associados em uma manifestação. A série de eventos apresenta performances dramáticas, musicais e coreográficas, mas também elementos materiais, como artesanatos, bordados do couro do boi e indumentárias dos personagens, instrumentos musicais, entre outros.

Enraizado no catolicismo popular, o Bumba Meu Boi envolve a devoção aos santos juninos São João, São Pedro e São Marçal, mas os cultos religiosos afro-brasileiros do Maranhão, como o Tambor de Mina e o Terecô, também estão presentes na celebração. Segundo a tradição, o sincretismo ocorre entre os santos juninos e os orixás, voduns e encantados que requisitam um boi como obrigação espiritual.

Considerado a mais importante manifestação da cultura popular do Maranhão, o Bumba Meu Boi tem seu ciclo festivo dividido em quatro etapas: os ensaios, o batismo, as apresentações públicas ou brincadas, e a morte. É vivenciado pelos brincantes ao longo de todo o ano. 

A lenda, estima-se, vem do século 18. A versão mais comum dá conta de que Catirina, grávida, sentiu desejo de comer a língua do boi mais precioso da fazenda onde trabalhava. Para satisfazer as vontades da amada, Pai Chico matou o boi - causando a ira de seu patrão. Mas, com ajuda de seres mitológicos, o boi ressuscitou, deixando todos felizes.

Para a presidente do Boi de Maracanã - um dos mais tradicionais grupos do Estado -, Maria José Soares, é um privilégio para a cultura ser selecionada pela Unesco, segundo um comunicado do Iphan. O grupo possui mais de 1 mil pessoas envolvidas na manutenção da cultura popular.

Também em nota, emitida antes da escolha, o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, destacou que a análise da Unesco reforça o potencial do turismo cultural do Brasil.

"Não à toa, fomos eleito pelo Fórum Econômico Mundial como o nono país em atrativos culturais, o que nos faz ter a certeza de que a valorização de nossa identidade cultural será fundamental para levar o setor a um novo patamar", disse. 

Para o secretário Especial da Cultura, Roberto Alvim, o reconhecimento é de extrema importância pois além de garantir maior promoção do bem no País e no exterior, vem acompanhado de um trabalho de valorização e proteção.

"No dossiê construído para a candidatura estão previstas ações de salvaguarda que terão que ser cumpridas para garantir que essa expressão cultural não se perca de sua essência", afirmou, também em nota. 

O Complexo Cultural do Bumba Meu Boi é o sexto bem brasileiro a integrar a lista internacional. Antes, foram escolhidos:

A Arte Kusiwa - Pintura Corporal e Arte Gráfica Wajãpi (2003);

O Samba de Roda no Recôncavo Baiano (2005);

O Frevo: expressão artística do Carnaval de Recife (2012);

O Círio de Nossa Senhora de Nazaré (2013); e

A Roda de Capoeira (2014). 

Eram 429 expressões culturais inscritas na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco em 2019. (Fonte: Diário de Pernambuco/Viver)


Juazeiro: Geraldo Azevedo encerrará o 22º Festival Edésio Santos da Canção

por Milena Pacheco 10 de Dezembro de 2019 às 14:52
categoria: Cultura e Arte

O Festival Edésio Santos da Canção está em sua 22º edição e será realizado nesta quinta-feira (12) até sábado (14), na rola II de Juazeiro. A atração da final será o cantor Geraldo Azevedo. Esse ano o FESC traz o tema ‘Dois Violões’, numa homenagem aos músicos juazeirenses Neto (José Wyllis) e João Gilberto.

Foto: Divulgação/ Ascom PMJ

Veja programação:

No dia 12, quinta-feira, a atração da noite será João Sereno com o show ‘Tem Palmas’, que tem participação dos filhos de Neto e também de Mundinho.

Já no dia 13, sexta-feira, a animação da noite fica com o cantor Rodrigão, com seu talento e irreverência apresentando um repertório especial de Música Popular Brasileira.

A etapa final do festival será no dia 14, sábado, onde as três primeiras músicas colocadas, o melhor intérprete, e o vencedor do Júri Popular receberão as seguintes premiações: 1º Lugar R$ 10 mil, 2º lugar R$ 8 mil, 3º lugar R$ 6 mil. Melhor intérprete recebe a premiação de R$ 3 mil e prêmio de júri popular será no valor de R$ 2 mil. Todos recebem também o troféu.

Um total de 24 canções serão apresentadas no FESC sendo 12 a cada dia. (Fonte: Ascom/ PMJ)


Mostra 14 de Dança chega à oitava edição em Petrolina

por Milena Pacheco 9 de Dezembro de 2019 às 09:56
categoria: Cultura e Arte

Qualquer Um dos 2 Cia de Dança realiza o evento de 12 a 15 de dezembro

Petrolina se consolida cada vez mais como a capital da dança no Sertão Pernambucano. De 12 a 15 de dezembro a cidade vai sediar a 8ª edição da Mostra 14 de Dança, realizada pela a Qualquer Um dos 2 Cia de Dança (QQU2) em parceria com o Sesc.  O evento, considerado um espaço de experimentação e pesquisa da dança contemporânea brasileira, acontecerá no Sesc, no Espaço Cultural Janela 353 e na Ilha do Massangano, com espetáculos de dança, oficinas, rodas de conversa e troca de experiências entre os artistas participantes.

Foto: Fernando Pereira

O tema escolhido este ano, “Quando a gente dança o mundo muda de lugar”, aponta a linguagem como importante instrumento de transformação, reunindo durante a Mostra grupos e artistas de Pernambuco, São Paulo, Bahia e Rio Grande do Sul, que juntos com outros apoiadores tornaram possível a realização do evento. “A QQU2 não teve aprovado nenhum edital para custear a 8ª edição da Mostra, e contou com apoiadores que acreditam na força do movimento da Dança em Petrolina. Desse modo, utiliza este tema para discutir e pensar a Dança como um lugar de convivência e imaginação de mundos possíveis, pois, por intermédio da Dança é possível traçar estratégias de sobrevivência em um mundo em declínio”, revela o coordenador da Mostra, Jailson Lima.

A QQU2 abrirá a programação na quinta-feira (12/12), às 9h, na Sala de Dança do Sesc, com Jogos para Com (vivência) em Grupo. À tarde, a partir das 15h, a programação acontecerá no Espaço Cultural Janela 353, com a Conversa de boca cheia “Quando a gente dança o mundo muda de lugar”, roda de conversa que contará com a participação dos grupos participantes da Mostra. Às 19h, a programação volta ao Sesc, no Teatro Dona Amélia, com os espetáculos Janela para navegar mundos, do Coletivo Trippé; Striptease-Bicho, de Edu O. e AterrÁgua (Ensaio Aberto), da Cia de Dança do Sesc Petrolina. 

Oficinas – Além das apresentações artísticas, que seguem até dia 15, também serão oferecidas a partir do dia 13 as oficinas “A Presença do Ator”, ministrada por Carlos Simioni (Campinas-SP) e “Objetos relacionais como disparadores de movimentos”, com Juliana Moraes (São Paulo-SP). As inscrições podem ser feitas no Sesc Petrolina e o investimento é de R$30. Trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes têm desconto e pagam R$15.

Realizada desde 2012 pela Qualquer Um dos 2 Cia de Dança (QQU2), em homenagem ao bailarino Ailton Marcos que faleceu em 2009, a Mostra celebra o dia de nascimento desse artista, 14 de dezembro, que é considerado um dos precursores da Dança Contemporânea em Petrolina.  Além da parceria com o Sesc Petrolina, a 8ª edição da Mostra 14 de Dança conta com o apoio da TV Grande Rio, Abajur Soluções em Audiovisual, Janela 353 e Café de Bule.

Programação:

12/12 (QUINTA)

09h às 13h – Sala de Dança | Sesc Petrolina

Jogos para Com (vivência) em Grupo – Participação dos artistas da 8ª edição da Mostra 14 de Dança.

15h – Espaço Cultural Janela 353

Conversa de boca cheia “Quando a gente dança o mundo muda de lugar” – Participação Qualquer Um dos 2 Cia de Dança (Petrolina-PE), Coletivo Incomum de Dança (Petrolina-PE) e Coletivo Trippé (Petrolina-PE), Cia de Dança do Sesc (Petrolina-PE).  Mediação: Flavia Pinheiro (Recife-PE), Adriano Paiva (Pesqueira-PE), Renata Camargo (Recife-PE), Edu O. (Salvador-BA), Juliana Moraes (São Paulo-SP), Kleber Cândido (São Paulo-SP) e Tânia Farias (Porto Alegre-RS)

19h – Teatro Dona Amélia | Sesc Petrolina

Janela para navegar mundos – Coletivo Trippé (Petrolina-PE) | 55 min. | 10 anos

Striptease-Bicho – Edu O.  (Salvador-BA) |25 min. | 16 anos

AterrÁgua (Ensaio Aberto) – Cia de Dança do Sesc (Petrolina-PE) | 30 min.

13/12 (SEXTA)

09h às 13h – Sala de Teatro | Sesc Petrolina

Oficina “Objetos relacionais como disparadores de movimentos” – Juliana Moraes (São Paulo-SP)                 

19h – Teatro Dona Amélia | Sesc Petrolina

CardioEmpatia – Coletivo Incomum de Dança (Petrolina-PE) |30 min. | livre

Antílope – Flavia Pinheiro (Recife-PE) | 38 min. | livre

Estudo para Epifania – Kleber Cândido (São Paulo-SP) | 45 min. | 12 anos

14/12 (SÁBADO)

09h às 13h – Sala de Teatro | Sesc Petrolina

Oficina “Objetos relacionais como disparadores de movimentos” – Juliana Moraes (São Paulo-SP)    

09h às 13h – Sala de Dança | Sesc Petrolina

Oficina “A Presença do Ator” – Carlos Simioni (Campinas-SP) *    

16h – Sala de Dança | Sesc Petrolina

Escambo Cultural – Grupos participantes do projeto Pontes Flutuantes                  

19h – Teatro Dona Amélia | Sesc Petrolina

Estouro – Adriano Paiva (Pesqueira-PE) | 30 min. | 12 anos

Cavalo (Ensaio Aberto) – Qualquer Um dos 2 Cia de Dança (Petrolina-PE) | 40 min. | 16 anos

Conversa “O homem que Dança: a presença do corpo masculino na dança contemporânea”

15/12 (DOMINGO)

09h às 16h – Ilha do Massangano | Sesc Petrolina

Deslocamentos para Com (vivência) em Grupo – Participação dos artistas da 8ª edição da Mostra 14 de Dança.

09h às 13h – Sala de Dança | Sesc Petrolina

Oficina “A Presença do Ator” – Carlos Simioni (Campinas-SP)    

19h – Teatro Dona Amélia | Sesc Petrolina

Demonstração de Trabalho “Prisão Para Liberdade” – Carlos Simioni (Campinas- SP) |100 min. | 14 anos – Projeto Pontes Flutuantes*

Com informações da Asssessoria


Projeto ‘O Palco é a Rua’ estreia nesta quarta (16) em Petrolina

por Milena Pacheco 16 de Outubro de 2019 às 09:42
categoria: Cultura e Arte

(Foto: Divulgação)

O projeto “O Palco é a Rua – A Música nos Espaços Populares”, que surge para pesquisar as dinâmicas de músicos de ruas em cidades pernambucanas, estreia nesta quarta-feira (16), em Petrolina. Capitaneado pela Theia Produtores Associados, através dos pesquisadores e produtores Laura Sousa e Guilherme Patriota, e com incentivo do Funcultura da Música, o projeto aporta até o dia 23 por áreas que constituem espaços tradicionais das manifestações culturais de rua de Petrolina: ruas, praças, transporte público, feiras, mercados e pontos turísticos.

A ideia é conhecer os artistas, traçar o perfil desses profissionais e entrevista-los sobre as suas vivências nos espaços populares. O resultado do trabalho se desdobrará em um documentário que será lançado em janeiro e site, já no ar e com vídeos, fotos e textos a partir de novembro. 

Através do www.opalcoearua.com.br, o público e os artistas poderão acompanhar a pesquisa estética e social com textos, vídeos, áudios e fotos sobre as culturas musicais das ruas em Pernambuco. “Nossa ação relaciona um olhar poético e um estudo sociológico sobre a Música nos espaços populares como uma prática que alimenta um tipo de formação musical e um tipo de interação com o público que faz parte da história e da memória de muitas cidades. A narrativa sobre estas percepções é o que nos interessa registrar e transformar em conteúdo”, explica a pesquisadora e produtora do projeto, Laura Souza.

“A ideia do projeto veio da observação, passou para o registro e, posteriormente, sugiram os questionamentos e a consequente pesquisa. Como resultado, pretendemos dar visibilidade a estes artistas, por vezes marginalizados pela sociedade e seus governantes, assim como criar links de interação artística entre eles e conosco na própria criação dos conteúdos que serão disponibilizados”, reforça Guilherme Patriota.

A tradição desse tipo de trabalho realizado por músicos, cantadores e bandas são narrativas fundamentais para a compreensão de como os espaços públicos de diferentes cidades definem lógicas distintas de integração e também uma forma de entender como a arte interfere no dia a dia dos transeuntes nas ruas, nas praças, mercados, feiras e transportes públicos.

“O Palco é a Rua – A Música nos Espaços Populares”também circula por Caruaru, de (12 à 17 de novembro), por Goiana, de (03 à 08 de dezembro) e de (03 à 30 de janeiro de 2020), o projeto chega ao Recife. (Ascom)