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Grávida denuncia espera de mais de 5 horas por atendimento no Dom Malan

por Milena Pacheco 6 de Junho de 2019 às 17:17
categoria: Denúncia

O programa Nossa Voz recebeu nesta quinta-feira (6) uma denúncia sobre a demora no atendimento no Hospital Dom Malan/IMIP, em Petrolina. Marta Zayonara, de 29 anos, moradora do bairro Vila Eduardo, está grávida de sete meses e meio e sofreu para conseguir atendimento. Ao Nossa Voz, ela falou que nesta segunda-feira (3) foi ao posto de saúde do bairro. Ao chegar na unidade, a informação repassada foi que a médica ainda não tinha voltado das férias. Segundo Zayonara desde a semana passada não tem atendimento médico na unidade. Por isso, ela resolveu buscar o HDM/IMIP.

Foto: Reprodução Internet

Ao Nossa Voz a gestante relatou: “Cheguei ao hospital por volta das 11h40. Mas só passei pela triagem mais de 13h. Isso é um absurdo”, reclamou Marta informando que o caso foi comunicado à assistência social e à ouvidoria da unidade hospitalar.

Ainda segundo Marta Zayonara, dois médicos estavam atendendo durante o período da manhã, mas na sala de espera tinha gestante aguardando desde 7h. “Fui atendida pelo médico já ia da 17h. (…) Achei que estava com a pressão baixa por me senti sonolenta, mas, pra minha surpresa, a pressão estava alta, 15×10. (…) Foi quando o médico disse que eu iria para UTI com urgência”.

A mulher foi internada e na terça-feira (04), já na Unidade de Terapia Intensiva, os médicos solicitaram o cartão da gestante. “Nesse momento já começou outra complicação. Eu disse que o cartão estava com eles [equipe]. Aí começou a confusão. Minha mãe já foi atrás e eles foram super ríspidos e disseram que ela poderia falar com quem quisesse, porque não resolvia mesmo”, explicou a Marta Zayonara.

O Nossa Voz entrou em contato com a assessoria do HDM/IMIP para saber o porquê da demora do atendimento e o que a unidade vai fazer sobre o sumiço do cartão da gestante. E também a Secretaria de Saúde para saber quando o atendimento médico no Posto de Saúde da Vila Eduardo será normalizado. Assim que as respostas chegarem, elas serão divulgadas. (Por: Iara Bispo/ Nossa Voz)


“Há um ano aguardo tratamento com dentista”, diz paciente do posto do João de Deus

por Milena Pacheco 5 de Junho de 2019 às 11:14
categoria: Denúncia

Uma ouvinte entrou em contato com o Nossa Voz pra reclamar que há um ano aguarda para finalizar um tratamento com o dentista no Posto de Saúde do João de Deus em Petrolina. De acordo com o relato de Magda Gomes, ela fez até um raio-x de urgência, mas o tratamento não teve continuidade.

“Já tem um ano que espero pra fazer o tratamento, limpeza, essas coisas. Será que vão esperar a pessoa ficar sem nenhum dente pra começar a cuidar?”, questionou a ouvinte. A outra reclamação da moradora do João de Deus foi sobre a dificuldade de conseguir pegar uma caixa de anticoncepcional na farmácia do posto do bairro.

A assessoria da prefeitura entrou em contato com a redação do Nossa Voz e informou que a moradora Magda Gomes teve dificuldade em pegar o medicamento porque estava com a receita vencida. No entanto, na outra unidade do bairro a moradora conseguiu o medicamento.

Sobre a reclamação do atendimento odontológico, a assessoria disse que está em contato com o setor de Saúde Bucal e, em breve, vai encaminhar a resposta. (Fonte:  Blog Nossa Voz)


Com rede e tudo, pacientes dormem na fila para pegar ficha em AME de Petrolina

por Milena Pacheco 30 de Maio de 2019 às 11:53
categoria: Denúncia

Parece que não está fácil conseguir uma ficha de atendimento na AME do bairro Pedra Linda em Petrolina. Uma ouvinte do Nossa Voz relatou a dificuldade enfrentada por ela nesta quinta-feira (30).

De acordo com Daniella Santos Guimarães, que mora na Vila Esperança, ela chegou na unidade às 6h30 e nem mesmo com a filha de quatro meses de vida nos braços, não conseguiu uma ficha de atendimento.

Como é possível ver na foto enviada pela ouvinte, parece que algumas pessoas madrugam na fila para conseguir uma das 50 fichas. “Isso é a fila pra marcar pra dentista. Toda quinta são 50 fichas, mas tem que dormir, senão não consegue marcar”, explicou Daniella Santos.

O Nossa Voz já está em contato com a assessoria da prefeitura de Petrolina para saber como a situação podem ser resolvida. (Fonte: Blog Nossa Voz/Foto: Daniella Santos Guimarães)


Moradora do N10 reclama: falta geladeira no posto de saúde, livros e fardamentos na escola

por Milena Pacheco 27 de Maio de 2019 às 09:44
categoria: Denúncia

O Nossa Voz desta segunda-feira (27) recebeu por telefone uma denúncia sobre a situação dos serviços públicos de saúde e educação em Petrolina-PE. De acordo com a ouvinte, os problemas estão acontecendo no N-10 do Perímetro Irrigado Nilo Coelho.

A primeira reclamação de Lais Gomes de Almeia é sobre a geladeira da unidade de saúde da comunidade, que está quebrada. “A geladeira tá quebrada há mais de quatro meses. Por isso, as vacinas tem dia marcado pra chegar”, denunciou.

O segundo problema é o atraso na chegada de fardamentos e livros didáticos na Escola Municipal Professora Maria Luiza Barbosa. “Já estamos na metade do ano e não chegou nem fardamento e nem livros. Os alunos já perderam metade do livro. A gente faz matrícula no começo do ano. Então, Eles já sabem quantos alunos tem, porquê não chegou ainda?”, questionou Lais Gomes.

O Nossa Voz entrou em contato com a assessoria de comunicação da Prefeitura de Petrolina para que a gestão municipal informe quando os problemas citados na denúncia serão resolvidos.

Sobre falta da geladeira, a Secretaria de Saúde informou que está em processo licitatório para aquisição de novos equipamentos para a substituição nas unidades. E destacou que as vacinas estão indo duas vezes por semana ao N-10.

Já a Secretaria de Educação informou que a resposta será encaminhada à produção do Nossa Voz ainda hoje. (Fonte: Blog Nossa Voz)


‘Fui ao HDM com sagramento e voltei pra casa sem ser examinada’, diz gestante

por Milena Pacheco 20 de Maio de 2019 às 11:27
categoria: Denúncia

Uma gestante entrou em contato com o Nossa Voz para reclamar do “atendimento” que recebeu no Hospital Dom Malan/IMIP de Petrolina-PE. De acordo com Maria Ozeane da Silva, que é moradora do bairro Santa Luzia, ela está com três meses de gestação e buscou a unidade no sábado (18), mas não teve o atendimento esperado.

Ela contou ao Nossa Voz que sofreu um sangramento e assim que chegou no HDM, a triagem demorou. Além disso, a gestante relatou que não foi devidamente examinada. “Quando entrei na triagem, as moças que estavam lá atendendo, mal olharam pra mim. Simplesmente perguntaram só o que eu tinha e mandaram eu vim para casa, sem olhar como o bebê estava”, relatou.

Maria Ozeane fez um desabafo e disse que estava “indignada com tanta falta de amor desse povo que diz que ama a medicina”. Ela ficou revoltada porque apenas recomendaram repouso, mesmo depois de um sangramento no terceiro mês de gestação.

Nossa Voz entrou em contato com a assessoria do HMD/IMIP e estamos aguardando as respostas.


Ministério Público vai investigar Programa Mãe Coruja do Governo do Estado

por Redação Nossa Voz 13 de Março de 2019 às 15:20
categoria: Denúncia

O Ministério Público do Estado de Pernambuco (MPPE) abriu um inquérito para investigar pagamentos feitos pelo Programa Mãe Coruja, do Governo do Estado, à empresa FJW Empresarial. A empresa pertence ao empresário Ricardo Padilha, que chegou a ser preso cautelarmente na Operação Torrentes, da Polícia Federal em Pernambuco.

A investigação decorre de um pedido do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPCO), que encaminhou para a Promotoria do Patrimônio Público do Recife cópia de uma auditoria realizada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Segundo os autos do procedimento no MPPE, o Programa Mãe Coruja em 2016 teria pago “antecipadamente” à empresa de Ricardo Padilha R$ 2,2 milhões de reais por kits de bebês, mas só recebeu efetivamente os produtos no ano seguinte, em 2017. O MPPE aponta que a prática de ter pago antecipadamente a empresa, para só receber os produtos no ano seguinte, pode se caracterizar, em tese, segundo o MPPE, como ato de improbidade.

Outra suposta irregularidade apontada pelo MPCO foi a “aquisição de 6.000 Kits de bebês (Programa Mãe Coruja), no valor de R$ 1.019.580,00 sem lastro contratual e em modalidade de licitação inadequada, consoante dispositivos da Lei Federal 8.666/93”. Esta aquisição, sem contrato segundo o procedimento do MPPE, também será investigada.

O relatório de auditoria do TCE, segundo o MPPE, teria apontado prejuízos ao erário público nos pagamentos feitos pelo Programa Mãe Coruja à empresa de Ricardo Padilha.

A decisão de abertura de investigação foi tomada ontem (12) pela promotora Áurea Vieira. (foto: Divulgação Gov. PE)


Denúncia: Lanche de creches de Juazeiro se resume a biscoito, leite e água

por Redação Nossa Voz 12 de Março de 2019 às 08:20
categoria: Denúncia

Um ouvinte encontrou em contato com o Nossa Voz para denunciar a situação de três creches geridas pela Prefeitura de Juazeiro-BA. Pedindo para manter sua identidade sob sigilo, o ouvinte contou que nessas unidades estão oferendo no lanche apenas biscoito e leite para as crianças. E quando o leite acaba, as crianças comem biscoito com água.

"É uma tristeza porque a gente sabe que muitas das crianças matriculadas dependem da alimentação oferecidas nas creches para suprir a necessidade diária", reclamou o ouvinte e deu o nome das unidades: Beatriz Angélica, do bairro São Geraldo, Luzinete de Oliveira, na Malhada da Areia e no CAIC também na Malhada da Areia.

E como não é pra menos, pais e mães estão revoltados com a situação e exigem da Prefeitura de Juazeiro uma providência.

O Nossa Voz entrou em contato com a assessoria da prefeitura para saber se essa denúncia procede e o que vai ser feito, mas ainda não recebemos resposta.    


Mãe reclama de política de segurança de escola do N-4 em Petrolina

por Redação Nossa Voz 26 de Fevereiro de 2019 às 08:36
categoria: Denúncia

Uma ouvinte entrou em contato com o programa Nossa Voz nesta terça-feira (26) para questionar e reclamar da política de segurança da Escola Municipal Manoel Alves Nogueira. De acordo com Janice do Nascimento Ferreira, que mora no N-4, os funcionários da unidade de ensino barram os pais na entrada. "A gente tem que entregar as crianças no portão. Eles não permitem que os pais entrem até a porta da sala pra deixar os alunos", relatou Janice Ferreira. 

A preocupação dos pais é que crianças de idades diferentes entram ao mesmo tempo. "Têm crianças de 4 anos e têm crianças de 9 anos. Pra eu que sou mãe de uma criança de 4 anos e meio, soltar ela no portão, naquele empurra-empurra de entrada de escola eu acho risco. E quando a mãe não quer soltar. elas (funcionárias) tomam da mãe", denunciou a mãe. Janice Ferreira também reclama que na hora da saída qualquer um entra na escola e sem precisar se identificar.

De acordo com a assessora da Secretaria de Educação, Adailma Gomes, a probição da entrada dos pais no início das atividades escolares segue uma orientação interna da escola. "Existe um regimento interno na unidade de ensino. Os pais foram avisados no início do ano sobre como funciona essa política da entrega dos alunos e também em relação ao horário em que os pais vão buscar os alunos. Os alunos esperam dentro da sala de aula os pais ou responsáveis", justificou.

Ainda segundo a assessoria, a recomendação aos pais, que diante de qualquer conflito, procurem a Secretaria de Educação. 

Foto: Reprodução Internet/G1


Residência do Minha Casa Minha Vida de Petrolina é colocada à venda em redes sociais

por Redação Nossa Voz 22 de Fevereiro de 2019 às 11:34
categoria: Denúncia

Um anúncio numa rede social chamar atenção dos internautas de Petrolina-PE. Trata-se de uma série de fotos colocando à venda uma casa com dois quatros em um residencial do município. A residência foi avaliada em R$ 11,500 mil e o anunciante justificou o baixo preço: "pra vender ligeiro!".

Até aí tudo bem, mas o problema é que o imóvel não pode ser alugado, vendido e nem cedido já que se trata de uma habitação do Residencial Monsenhor Bernardino, que faz parte do programa Minha Casa Minha Vida. O conjunto habitacional tem como meta beneficiar famílias em situação de vulnerabilidade social. Por isso, os proprietários pagam mensalmente menos de R$ 100 a Caixa Econômica Federal.

De acordo com a Caixa esse tipo prática é classificada como crime financeiro “aplicar, em finalidade diversa da prevista em lei ou contrato, recursos provenientes de financiamento concedido por instituição financeira oficial ou por instituição credenciada para repassá-lo”. A pena prevista para o crime é reclusão, de 2 a 6 anos, e multa. Além disso, a comercialização do imóvel do programa, sem a respectiva quitação, é nula e não tem valor legal. Esta condição está prevista em contrato e os beneficiários são informados na data do sorteio das unidades habitacionais e também na data da assinatura do contrato.

Enquanto isso, tanto em Petrolina quanto em outros municípios brasileiros, se multiplicam as famílias que, que realmente precisam, mas ainda estão na fila para serem beneficiadas pelo programa.


Associação de taxistas não descarta novo protesto em Petrolina

por Redação Nossa Voz 22 de Fevereiro de 2019 às 08:27
categoria: Denúncia

O presidente da Associação de Taxistas de Petrolina (Astape), José Nilton Costa, participou do programa Nossa Voz de hoje (22) para falar da pauta de reivindicação da categoria. Ontem taxistas de Petrolina e de Juazeiro-BA promoveram um protesto pelas ruas das duas cidades.

Segundo José Nilton, os taxistas querem que o espaço deles seja respeitado. "O que nós estamos cobrando é que a prefeitura e os orgãos competentes fiscalizem pra coibir o transporte candestino. Tem motorista de aplicativo atendendo por fora, na fila de festa, no shopping, no aeroporto. No shopping já aconteceu do passageiro estar entrando no táxi e o camarada parar do lado e gritar 'uber'", denunciou o representante dos taxistas.

De acordo com o presidente da Astape, a categoria não quer a proibição do transporte por aplicativo, mas sim que a concorrência seja leal. "Tem espaço pra todo mundo, mas cada um tem que respeitar o espaço do outro. Nós queremos que eles atendam pelo aplicativo somente", explicou José Nilton.

Ainda de acordo com o presidente da Astape, o diretor presidente da Ammpla, Edilson Leite, garantiu que hoje seria publicado o decreto que regulamenta o serviço dos aplicativos de transporte no município. Mas disse também que se a situação não for resolvida, novos protestos podem acontecer. "Ontem ficou combinado que o decreto seria assinado e hoje sairia a publicação. Se até segunda-feira não for resolvido, vamos fazer um novo movimento", garantiu.

Foto: Milena Pacheco