| Última edição: 22/12/20 - 15:02

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Ex-integrante diz que processo com a FitDance quase prejudicou o parto

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A dançarina Juliana Paiva usou as redes sociais para desabafar sobre as polêmicas envolvendo a antiga empresa, a FitDance.

Em um desabafo feito no Instagram, a proprietária do estúdio de dança Live 2 Dance, revelou que o parto aconteceu antes da hora prevista devido aos problemas judiciais com a FitDance.

“Às vezes tem gente que não age com a gente como a gente esperava. Eu e Dam fomos processados e tirou um pouco o nosso sossego, tirou um pouco a nossa paz, deu uma infernizada na nossa vida. Mas Deus sabe de todas as coisas. Deu até uma subidinha de pressão na mamãe no final da gravidez, porque chegou uma intimação aqui para meu marido pra estar no julgamento, no dia que meu filho poderia estar nascendo. No dia que ele completaria 38 semanas, tanto que ele nem chegou a 38, nasceu com 37”.

Juliana conta que a empresa fez um verdadeiro “inferno” na vida do casal, tentando impedir que os contratantes chegassem até eles e ameaçando que se fechassem o contrato com ela e o marido, não iriam mais estar em parceria com a FitDance.

Entre os boicotes estava o DVD de Ivete Sangalo. Juliana dançou no ballet da artista por anos e foi convidada para coreografar a última produção da cantora, mas a empresa não permitiu.

“Prejudicaram tanto a nossa vida, foram atrás dos nossos contratantes pra não contratarem a gente, enfim, foram tantas coisas que eu não tenho como falar tudo. A gente deixou de fazer tanto trabalho quando estava lá dentro. A gente levava pra eles e eles negavam os trabalhos, inclusive o DVD de Ivete, que eu fui chamada para coreografar e fui proibida de fazer”, revelou Juliana Paiva.

O processo de Dam e Juliana veio à tona após a publicação de uma matéria do bahia.ba apurada na última quarta-feira (22).

A Fitdance Entretenimento Ltda-ME entrou com uma Ação de Cobrança contra Damásio João Fernandes Neto, pelo rompimento do contrato antes do tempo, pedindo o pagamento das verbas contratuais e multa rescisória e obrigação de não fazer, que impedia o artista de dançar por 2 anos.

Em nota enviada ao bahia.ba, a empresa lamentou as declarações dos ex-membros Diogo Pretto, Dam Fernandes e Juliana Paiva, sobre o período em que trabalhavam na empresa e afirmou que as acusações são injustas.

No comunicado, a FitDance ainda afirma que apesar dos questionamentos feitos acerca do salário e dos cachês, a empresa investiu milhões em seus dançarinos, e por isso, as acusações não faziam sentido.

Fonte: Bahia.Ba
Imagem: Arquivo Pessoal/Instagram