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Filho de Cássia Eller fala sobre relação com a mãe e elogia funk brasileiro

por Milena Pacheco 13 de Março de 2018 às 09:18
categoria: Música

Trabalhando em seu segundo disco, Chico Chico dá um tempo nas sessões de gravações e fala abertamente sobre diversos assuntos

Em uma tarde quente de Brasília, um jovem de cabelos fartos e encaracolados está sentado no meio-fio, entre dois carros, fumando tranquilamente em frente ao prédio do Correio Braziliense. Trajando shorts de futebol, uma regata surrada e um casaco, cuja manga direita ostenta um rasgo que vai do ombro ao antebraço, Francisco Ribeiro Eller, 24 anos, recebe para uma entrevista com um largo sorriso.

Chico Chico, nome artístico adotado pelo filho de Cássia Eller e Maria Eugênia, entra na redação, pede um café, se espalha na cadeira e responde às perguntas com um misto de cuidado e ansiedade. "Não gosto de dar entrevistas. Antes, era ainda pior, porque todo mundo só queria falar sobre a minha mãe e eu ainda não tinha um trabalho que pudesse discutir."

O discurso, apesar das ideias bem articuladas, traz um jeito ainda adolescente. Fala gírias e palavrões com a mesma naturalidade com que usa a gargalhada como defesa para a timidez — tal qual fazia Cássia. No encontro de pouco mais de meia-hora, ele falou sobre o primeiro disco (o elogiado 2x0 Vargem Alta, de 2015) e a gravação do segundo trabalho, ainda sem nome; da relação com Brasília e da influência da mãe em sua carreira artística. (Com informações diariodepernambuco/viver/Foto: Chico Chico/Divulgação)