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Bahia: fiscalizações em rodovias serão intensificadas no São João

por Milena Pacheco 18 de Junho de 2019 às 11:13
categoria: Nacional

Começa nesta quinta-feira (20) a ‘Operação Festejos Juninos 2019’, realizada pela Polícia Rodoviária Federal. A ação será realizada até às 23h59 da próxima terça-feira (25), e visa reforçar o policiamento preventivo em locais e horários de maior ocorrência de acidentes graves e criminalidade.

Em decorrência do feriado prolongado, as rodovias federais recebem aumento de fluxo de veículos, principalmente em razão do São João. As festividades juninas representam a época que possui maior fluxo de veículos que atravessas as principais rodovias federais na Bahia, principalmente em direção às cidades localizadas nos trechos das BR’s 101, 116, 324 e 407.

Estão no foco das equipes da PRF fiscalizações voltadas ao uso do cinto de segurança, análises específicas de motocicletas e condições de conservação dos veículos. Além do patrulhamento, a PRF também vai promover ações educativas para o trânsito, com o objetivo de conscientizar os condutores e também apresentar seus papéis no desempenho de um trânsito mais seguro.

Outra operação

A Operação Especial da Bahia Norte irá começar nesta quarta-feira, 19 e se estende até a próxima segunda. A expectativa é de que 500 mil veículos trafeguem pelas rodovias administradas pela empresa.

Entre as ações realizadas estão a intensificação da inspeção nos trechos operados pela Bahia Norte, reforço no uso de recursos de atendimento médico e mecânico e maior presenta de equipes operacionais da concessionária. (Fonte: A Tarde)


Após estratégia da base, parecer da Previdência começa a ser discutido nesta terça

por Milena Pacheco 18 de Junho de 2019 às 10:40
categoria: Nacional

Com o fim do prazo de vista do parecer da reforma da Previdência, o texto do relator, Samuel Moreira (PSDB-SP), começa a ser discutido nesta terça-feira (18/6) na Comissão Especial. Com a abertura da sessão no plenário nesta segunda-feira (17/6) e na última sexta-feira, a contagem de duas sessões para análise mais aprofundada do parecer acabou ontem, dentro das expectativas do presidente do colegiado, Marcelo Ramos (PL-AM), do relator e do presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Para abrir uma sessão no plenário, é preciso que 52 dos 513 deputados estejam na Casa. Segunda-feira, o quórum foi atingido às 13h55. Na última sexta-feira, líderes governistas conseguiram convocar parlamentares pela manhã, por volta das 9h30, mesmo em um dia tipicamente vazio, para garantir que o prazo começaria a correr e que o pedido de vista não atrapalharia o andamento da reforma.

O deputado Bibo Nunes (PSL-RS), que presidiu a sessão de sexta, lembrou que, há mais de um ano, não havia sessão no último dia útil da semana. “Desde a sessão da PEC do Teto, no governo Temer, não tínhamos sessão na sexta-feira. Cumprimento a todos os parlamentares patriotas que aqui estão acreditando no Brasil”, comentou.

O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), comemorou. “Com as sessões de sexta e de hoje, encerramos o período de vista e prosseguimos para a discussão da Nova Previdência amanhã”, escreveu em uma rede social.

Os deputados da Comissão Especial que discutem a reforma da Previdência pediram  vista conjunta do parecer logo após a leitura feita pelo relator, na última quinta-feira. Agora, a proposta pode começar a ser debatida, fase que deve demorar pelo menos dois dias. Mais de 130 deputados já estão inscritos para falar contra e a favor da proposta. Depois que acabar a discussão, o texto pode ser votado. Se for aprovado pela Comissão Especial, o que exige o apoio de 25 dos 49 deputados, o texto pode ir ao plenário da Câmara. A expectativa de Rodrigo Maia é de que isso aconteça ainda neste semestre. (Fonte: diariodepernambuco/Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

 


Polícia planeja terminar caso contra Neymar até quarta

por Milena Pacheco 17 de Junho de 2019 às 17:28
categoria: Nacional

Todo o material colhido em três semanas de inquérito servirá para preparar o relatório para a delegada Juliana Bussacos

A Polícia Civil espera encerrar a investigação que apura o suposto estupro cometido por Neymar até a quarta-feira (19). As maiores pendências são dois depoimentos, que devem ocorrer até esta terça-feira (18).

Todo o material colhido em três semanas de inquérito servirá para preparar o relatório em que a delegada Juliana Bussacos vai dizer se houve ou não crime. Não há pistas sobre o que ela vai decidir.

Um dos depoimentos que ainda precisam ser tomados é o do executivo das empresas do pai de Neymar, o economista Altamiro Bezerra. A outra pessoa a ser ouvida é um amigo do jogador com quem o atacante comentou que houve problema durante uma relação sexual.

O adido francês no Brasil ofereceu ajuda para investigar as circunstâncias do encontro entre Neymar e Najila em Paris. A oferta foi descartada porque demandaria envolvimento até do Itamaraty e tomaria muito tempo. O benefício para investigação seria comprovar que ambos estiveram na cidade, algo que os dois já declararam.

A expectativa da 6ª DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) é que todos os agentes possam ir para o feriado de Corpus Christi livres da investigação. Na sexta-feira (14), a fisionomia dos policiais civis revelava o esforço.

O relatório da delegada será encaminhado para o Ministério Público. As três promotoras de Enfrentamento à Violência Doméstica que acompanham o caso analisarão as conclusões da Polícia Civil. Elas podem pedir abertura de ação penal, arquivamento ou mais investigações. Mas a tendência desta última possibilidade ocorrer é menos provável.

Desde terça-feira (11), o trio atua no inquérito policial, aumentando a troca de informações entre promotoras e polícia. A lei determina que somente a delegada Juliana Bussacos pode determinar o andamento do inquérito, mas a política de boa vizinha e a busca por esclarecimentos tornou este ponto maleável para aceitar sugestões das representantes do Ministério Público.

As promotoras já leram os depoimentos prestados e estão assistindo às declarações de Najila Trindade, modelo que acusa Neymar de estupro. Ela falou durante toda a tarde do dia 7 de junho, antes de as promotoras entrarem no caso, e o depoimento foi gravado.

"Vamos tomar nosso posicionamento depois de tudo. Fomos designadas no dia 8, sábado [entraram no caso na terça]. O depoimento dela foi na sexta [7]. Estamos aguardando a colheita de toda as provas para formar nossa convicção. Ainda estamos vendo todas as provas", disse a promotora Estefânia Paulin na semana passada.

POLÍCIA SÓ INVESTIGOU ESTUPRO

Durante o inquérito, surgiram outros boletins de ocorrência, como o arrombamento do apartamento de Najila, as reclamações do porteiro do prédio de ameaças da modelo e ela sendo acusada de difamação por parte da Polícia Civil por causa da declaração de que a corporação estaria comprada. Também houve acusação de extorsão por parte de Neymar pai contra o advogado José Edgard Bueno Filho, primeiro representante da acusadora.

Todos estes casos não serão avaliados pela 6ª DDM. Por tratar-se de uma delegacia especializada, está prevista a apuração de determinados crimes como violência doméstica, agressão e ameaças a mulheres e estupro. O material colhido na investigação pode ser encaminhado para estes outros casos.

O inquérito policial da 6ª DDM foi aberto em 31 de maio, sexta-feira, quando Najila Trindade chegou à delegacia acusando Neymar de estuprá-la. O caso ganhou a imprensa no dia seguinte e o atacante respondeu com um vídeo no Instagram. (Fonte: Folhape/Foto: Andrej Isakovic / AFP)


Deputado cria projeto de lei batizado por internautas de “lei Neymar da Penha”

por Milena Pacheco 7 de Junho de 2019 às 11:23
categoria: Nacional

O deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) protocolou ontem (06), na Câmara dos Deputados, projeto de Lei que agrava a pena de denunciação caluniosa de crimes contra a dignidade sexual. Caso o projeto seja aprovado, pessoas que fizerem acusações mentirosas sobre crime de estupro, por exemplo, poderão ter a pena aumentada em até um terço.

Foto: Reprodução

O PL está sendo proposto dentro do contexto da suposta agressão sexual que Neymar, jogador do time de futebol francês Paris Saint-German e da seleção brasileira, teria cometido contra a modelo Najila Trindade Mendes Souza. Na quarta-feira, um vídeo mostrando a modelo agredindo o jogador fez com que grande parte dos internautas nas redes sociais tomassem o partido do jogador.

Em entrevista ao Broadcast Político, Jordy informou que já tinha a intenção de apresentar este projeto, mas ele seria protocolado depois das pautas econômicas, que são prioridade para a retomada do crescimento e geração de emprego no País. Contudo, o caso envolvendo Neymar levou sua equipe a priorizar este projeto de lei. “Denunciações caluniosas já são graves e absurdas por si só, mas quando envolvem estupro, isso destrói a vida do acusado porque não existe crime mais abjeto do que esse. Isso deixa todo mundo indignado”, disse o parlamentar. “Sem dúvida alguma, o momento atual foi determinante para que apresentássemos o PL”, emendou.

No Twitter, a proposta de Jordy provocou a reação de internautas, que interagiram com o post e o batizaram de “lei Neymar da Penha”, em referência à Lei Maria da Penha, que criou mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. (Fonte: O Estado de S.Paulo)


Agnaldo Timóteo continua internado com infecção urinária e confusão mental

por Milena Pacheco 4 de Junho de 2019 às 16:50
categoria: Nacional

O cantor Agnaldo Timóteo, de 82 anos, segue com quadro de infecção urinária, conforme aponta o boletim médico divulgado pelo Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador-BA, na manhã desta terça-feira (4).

O artista está na UTI da unidade de saúde desde o dia 21 de maio, quando foi transferido de Barreiras, no oeste baiano, após ter um AVC. Segundo o hospital, mesmo com a ampliação do tratamento com fortes antibióticos, a infecção persiste.

Além disso, o cantor apresenta, desde segunda-feira (4), confusão mental, mais conhecido como delirium. Por isso, hoje ele fará uma nova tomografia de crânio. De acordo com a unidade médica, a idade avançada e patologias associadas podem justificar a fragilidade imunológica e recorrência da infecção no paciente. Agnaldo não tem previsão de alta.

Agnaldo Timóteo teve um mal-estar em um hotel na cidade de Barreiras, no dia 20 de maio, onde estava hospedado para fazer um show em Rita de Cássia, município vizinho, que também fica no oeste baiano.

A apresentação, no entanto, foi cancelada por causa do estado clínico do artista. Em um vídeo, o cantor contou que não se sentiu seguro para fazer o show. No dia em que passou mal, Agnaldo Timóteo foi levado para a UPA de Barreiras e depois foi transferido para o Hospital do Oeste. No dia seguinte, ele foi levado para o Hospital Geral Roberto Santos, na capital.

O cantor também estava na programação da Serenata da Recordação de Santa Maria da Boa Vista-PE que está marcada para os dias 12 e 13 de julho, mas a organização já está viabilizando um outro artista para o dia do show dele na cidade sertaneja. (Fonte: G1 BA/Foto: Reprodução)


Bolsonaro anuncia que quer dobrar pontos para suspensão de CNH

por Milena Pacheco 3 de Junho de 2019 às 10:57
categoria: Nacional

O presidente Jair Bolsonaro confirmou há pouco que enviará, nos próximos dias, um projeto de lei ao Congresso para aumentar a validade da carteira nacional de habilitação (CNH) e dobrar o limite de pontos para a suspensão do documento. Na rede social Twitter, ele escreveu que apresentará a proposta ainda esta semana.

“Nessa semana apresentarei projeto de lei para: 1 – Passar de 5 para 10 anos a validade da Carteira de Habilitação; 2 – Passar de 20 para 40 pontos o limite para perder a CNH”, postou o presidente.

A postagem veio acompanhada de um vídeo em que Bolsonaro elogiou o uso do Exército na recuperação da BR-163. Ele disse que a utilização dos militares na rodovia é mais barata e fornece “mais confiança no trabalho”. No mesmo vídeo, o presidente disse estar engajado em interromper a instalação de radares eletrônicos nas rodovias federais.

Ele declarou que o Ministério da Infraestrutura tinha oito mil processos para a instalação de radares que consumiriam R$ 1 bilhão em quatro anos. Bolsonaro declarou que a interrupção na instalação dos radares representará um golpe na indústria de multas. (Fonte: Agência Brasil).


Estudantes e professores voltam às ruas em mais de 60 cidades contra bloqueio de verba da Educação

por Milena Pacheco 30 de Maio de 2019 às 16:22
categoria: Nacional

Protestos começaram na manhã e já foram registrados em pelo menos 19 estados e no Distrito Federal; Rio e São Paulo terão atos no fim da tarde

Estudantes, professores e profissionais da Educação voltaram às ruas de todo o país neste 30 de maio em manifestações em defesa da Educação.

Foto: Jorge William / Agência O Globo

De acordo com o G1, até às 15h20 foram registrados atos em ao menos 64 cidades de 19 estados e do Distrito Federal. Esta é a segunda manifestação organizada contra o contingenciamento de recursos para instituições de ensino superior, anunciado pelo governo no fim de abril.

Em algumas cidades, como Caruaru (PE), São Carlos (SP) e Teresina (PI), as paralisações contaram com a adesão de professores em instituições federais. Na Bahia, um ato tomou as ruas do Centro de Salvador logo pela manhã. Professores e estudantes se concentraram por volta das 9h, no Largo do Campo Grande.

Na capital do Maranhão, São Luis, um grupo de estudantes distribuiu panfletos na Avenida dos Portugueses, informando aos motoristas sobre os objetivos do ato. As entradas e saídas da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) foram bloqueadas. Em Pernambuco, O Instituto Federal de Pernambuco (IFPE) aprovou a paralisação das aulas nesta quinta-feira. Já no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), a decisão ficou a cargo de cada professor.

Brasília

Professores, estudantes e integrantes de movimentos sindicais se reuniram na Esplanada dos Ministérios , na capital federal . A Polícia Militar estimou inicialmente que cerca de 1,5 mil pessoas estavam no local, mas, ao fim do protesto, não deu uma estimativa oficial. A UNE disse que o público participante variou de 15 mil a 20 mil pessoas.

Um princípio de confusão aconteceu quando um homem foi detido pela PM e manifestantes tentaram impedir a ação. De acordo com a polícia, o rapaz estava de máscara, o que não é permitido, e se recusou a se identificar. Os manifestantes afirmam que o homem retirou a máscara assim que foi solicitado. (Fonte: OGlobo/Foto: Jorge William / Agência O Globo)


Grávidas e lactantes não poderão exercer atividade insalubre, decide STF

por Milena Pacheco 30 de Maio de 2019 às 12:04
categoria: Nacional

Dez dos 11 ministros votaram pela derrubada de norma que foi criada após a aprovação da reforma Trabalhista

O Supremo Tribunal Federal (STF) derrubou, por 10 votos a 1, trecho da nova lei trabalhista que permitia o trabalho de gestantes e lactantes em atividades insalubres, exceto em caso de atestado médico. O ministro Marco Aurélio foi o único voto contrário à retirada da norma e foi vencido pela maioria. A Ação Direta de Constitucionalidade (ADI) julgada nesta quarta-feira (29) foi apresentada em abril de 2018 pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM).

Com a decisão, grávidas e lactantes não poderão de forma alguma trabalhar em ambientes e situações que ofereçam qualquer tipo de risco a elas ou ao bebê.

“Quem de nós gostaria que nossas filhas, nossas irmãs, nossas netas, grávidas ou lactantes, continuassem a trabalhar em ambientes insalubres? Essa pergunta é que, ao me ver, ao ser respondida, resolve a questão sobre a constitucionalidade”, defendeu o ministro e relator da ADI, Alexandre de Moraes.

O ministro já havia questionado a norma em 30 de abril, que estava suspensa e, agora, foi julgada de forma definitiva pelo STF. A lei tinha entrado em vigor em 2017, no governo de Michel Temer (MDB), alterando a CLT.

“Na verdade, em muitos sentidos, se nós formos aplicar nosso Código Civil de 2002 e 2003, nós teríamos uma proteção mais efetiva ao trabalhador do que se aplicarmos a CLT com a reforma trabalhista”, disse a ministra Rosa Weber, seguindo o voto do relator.

Já o ministro Marco Aurélio divergiu do relator e disse que grávidas e lactantes já estariam protegidas pela Constituição. “A proteção prevista na Constituição Federal quanto à trabalhadora está preservada. Aqui não se discute o direito a licença, se cogita tão somente da necessidade, se este for o desejo da mulher, dela apresentar um atestado médico no sentido da conveniência do afastamento. Não é desarrazoada essa exigência, presidente”, argumentou. (Fonte: Agência do Rádio/Foto: Pixabay)


De sunga vermelha, Suplicy participa de ato contra a violência policial no Rio

por Milena Pacheco 27 de Maio de 2019 às 12:03
categoria: Nacional

Reprodução/Twitter

Vereador petista interrompeu ida à praia para se unir aos manifestantes em protesto contra ação do estado na região das favelas e das periferias do Rio

Enquanto os apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PSL), realizavam um ato em Copacabana , na zona sul do Rio de Janeiro, na manhã deste domingo (26), algo inusitado acontecia a cerca de dois quilômetros dali, em Ipanema. O fato, que envolve o vereador paulista Eduardo Suplicy (PT) ganhou a atenção dos internautas na manhã desta segunda-feira (27).

Acontece que o petista estava a caminho da praia quando soube que um outro grupo de manifestantes protestariam contra a violência policial no Rio de Janeiro. Engajado com a causa, Suplicy foi ao ato do jeito que estava vestido: só de sungas – no caso, vermelhas.

Organizada por moradores das favelas e periferias do Rio de Janeiro , a  manifestação "Parem de nos matar" foi uma tentativa de protestar contra as ações truculentas que a Polícia Militar tem realizado com essa população.

O governador Wilson Witzel (PSC), que recentemente deu declarações defendendo o abate de pessoas portando fuzis, foi o principal alvo de críticas. O ato contou com o apoio de cerca de 80 movimentos sociais.

Os manifestantes exigiram "o fim das políticas públicas de ocupações e intervenções policiais e militares nas áreas residenciais que continuam nos matando e aos nossos familiares e amigos."

Em um evento no Facebook, os organizadores ressaltavam que a data escolhida nada tem a ver com as manifestações pró-Bolsonaro, e sim com o aniversário de um mês do falecimento do gari William Mendonça dos Santos, que foi morto pela polícia com dois tiros na favela do Vidigal, e pela morte do música Evaldo Rosa dos Santos e o catador de papel Luciano Macedo, que foram mortos com 80 tiros de fuzil. A descrição do evento também cita o falecimento do estudante Lucas Brás, de 17 anos, com um tiro nas costas.

"Todos assassinados pelo estado do seu País. Dezenas de tiros saídos das armas daqueles cujo juramento e dever é proteger e servir os cidadãos brasileiros. Polícia e exército existem para garantir a segurança e a integridade física dos cidadãos, nunca para os matar", diz a publicação, que completa: "O ato vem sendo planejado há um mês e não tem qualquer relação com outras manifestações que possam vir a ocorrer na mesma data."

Além de Suplicy , estavam presentes no ato os familiares de algumas vítimas da violência no Rio, como Marinete Silva, mãe da vereadora assassinada em março de 2018, Marielle Franco (Psol). (Fonte: Último Segundo - iG/Foto: Reprodução/Twitter)


Março registra queda no número de empregos no país

por Simone Marques 24 de Abril de 2019 às 14:31
categoria: Nacional

O mercado de trabalho formal apresentou, em todo o país, saldo negativo de 43.196 empregos com carteira assinada em março. Segundo dados divulgados hoje (24), em Brasília, pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, foram registradas 1.216.177 admissões e 1.304.373 demissões no período.

No mês anterior, o saldo havia ficado positivo, com 173.139 admissões (1.453.284 admissões e 1.280.145 demissões). Com isso, no acumulado do bimestre (fevereiro/março), o saldo está em 129.943.

A maior perda registrada em março foi no setor de comércio, que apresentou uma diminuição de 28.803 vagas, seguido de agropecuária (-9.545), construção civil (-7.781), indústria da transformação (-3.080) e serviços industriais de utilidade pública (-662).

Três setores tiveram resultados positivos: serviços (4.572), administração pública (1.575) e extrativa mineral (528).

Os estados que apresentaram os piores resultados foram Alagoas (-9.636 vagas), São Paulo (-8.007), Rio de Janeiro (-6.986), Pernambuco (-6.286) e Ceará (-4.638).

Os que anotaram saldo positivo foram Minas Gerais (5.163), Goiás (2.712), Bahia (2.569), Rio Grande do Sul (2.439), Mato Grosso do Sul (526), Amazonas (157), Roraima (76) e Amapá (48).

O salário médio das admissões registradas em março ficou em R$ 1.571,58, valor que, se comparado ao mesmo período do ano anterior, representa perda real de R$ 8,10 (-0,51%).

Já o salário médio que era pago no momento da demissão apresenta queda maior, de R$ 29,28 na comparação com março de 2018 – valor que representa perda real de -1,69%.