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Sérgio Cabral é condenado a mais 13 anos de prisão

por Redação Nossa Voz 20 de Outubro de 2017 às 17:58
categoria: Corrupção

O ex-governador Sérgio Cabral foi condenado pela terceira vez na Lava Jato, nesta sexta-feira (20). Desta vez, pela Operação Mascates, o juiz Marcelo Bretas o condenou a 13 anos de reclusão. Somadas as três sentenças, Cabral tem 72 anos de prisão para cumprir, se as penas forem mantidas em outras instâncias.

Além dele, também foram condenados Ary Ferreira da Costa Filho, a 9 anos e 4 meses de prisão, e Carlos Miranda, a 12 anos de prisão.

G1


Moro condena lobistas ligados ao PMDB em processo da Lava Jato

por Redação Nossa Voz 20 de Outubro de 2017 às 08:53
categoria: Política

O juiz Sérgio Moro, que é responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, condenou o lobista Jorge Luz e o filho dele Bruno Luz, ligados ao PMDB, em um processo da Lava Jato que investiga pagamentos de propina em contratos do Grupo Schahin com a Petrobras para o navio-sonda Vitória 10.000.

Jorge Luz foi condenado a 13 anos e oito meses pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Já Bruno Luz foi condenado a seis anos e oito meses por lavagem de dinheiro. Os dois são acusados de serem lobistas com atuação em prol do partido no esquema de corrupção e desvio de dinheiro da estatal.

A sentença foi publicada na manhã desta sexta-feira (20). Outros cinco réus também foram condenados na mesma ação. Veja a lista abaixo.

G1 tenta contato com a defesa dos condenados.

A denúncia foi aceita pelo juiz em abril deste ano e tem como base as investigações que geraram a 38ª fase da operação, batizada de Blackout. Jorge Luz e Bruno Luz foram presos nos Estados Unidos.

De acordo com Moro, a denúncia relaciona vários contratos da Petrobrás, ligados à Área Internacional, nos quais teria havido pagamento de vantagem indevida a agentes da Petrobras ou a agentes políticos.

Veja quem são os condenados e os respectivos crimes:


  • Demarco Jorge Epifânio passiva - corrupção passiva

  • Agosthilde Monaco de Carvalho - lavagem de dinheiro

  • Luis Carlos Moreira da Silva - corrupção passiva e lavagem de dinheiro

  • Jorge Antônio da Silva Luz - corrupção passiva e lavagem de dinheiro

  • Bruno Gonçalves Luz - lavagem de dinheiro

  • Milton Shachin - lavagem de dinheito

  • Fernando Schahin - lavagem de dinheiro

História antiga

Esses fatos já foram apurados em outras ações penais em curso na Operação Lava Jato, onde foram condenados os lobistas Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, e Júlio Camargo, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, entre outras pessoas. Segundo a denúncia, Jorge e Bruno Luz atuaram com os outros lobistas para distribuir a propina gerada por esses contratos a políticos ligados ao PMDB e também para gerentes da Petrobras.

G1


Oposição apresenta ao Governo propostas para o Pacto pela Vida

por Redação Nossa Voz 20 de Outubro de 2017 às 08:44

Em audiência pública realizada nesta quinta-feira (19) para discutir o Pacto pela Vida, a Bancada de Oposição na Assembleia Legislativa de Pernambuco apresentou um conjunto de propostas e sugestões ao Governo do Estado para fortalecer o combate à criminalidade. O documento foi entregue ao secretário de Planejamento, Márcio Stefani, coordenador do programa. A Bancada aguarda agora que o Governo do Estado avalie as sugestões e não, mais uma vez, adote o silêncio como resposta. 

Segundo o deputado Silvio Costa Filho (PRB), líder da bancada, o documento apresentado hoje é uma contribuição da Oposição para ajudar no combate à criminalidade e redução da violência em Pernambuco, que infelizmente vem apresentando os piores índices dos últimos dez anos. “O momento é de unidade, de somar os esforços das forças políticas e da sociedade civil na defesa da população pernambucana. Estamos à disposição do Governo para ajudar a construir uma saída para essa realidade”.

Durante o encontro, o parlamentar lembrou que este ano o número de homicídios vem apresentando um crescimento de 32% em relação ao mesmo período de 2016, enquanto Estados como Minas Gerais, Paraíba, Piauí e Goiás, entre outros, vem tendo êxito na redução da criminalidade. “Já tivemos este ano, em apenas nove meses, mais assassinatos e mais crimes contra o patrimônio que em 2015, primeiro ano da gestão Paulo Câmara”, destacou o parlamentar, se referindo aos 3.889 homicídios e aos 84.945 casos de roubos registrados em 2015, ante os 4.145 e 93.851 registrados entre janeiro e setembro deste ano.

Entre as sugestões apresentadas estão a criação do Fórum Estadual de Segurança, reuniões regionalizadas do Pacto pela Vida, Incentivar a criação de Pactos pela Vida municipais, ampliação do programa Atitude, implantação de um programa permanente de combate ao tráfico, valorização profissional dos agentes de segurança e retomada da mesa de negociação com a categoria, entre outras.

No pacote de propostas, Silvio prometeu também apresentar um projeto criando a Lei de Responsabilidade da Segurança, a exemplo da Lei de Responsabilidade da Educação, criando o debate permanente sobre a política estadual de segurança, sem a dependência de convocação de audiência pública para este fim.

PROPOSTAS/SUGESTÕES

1.    Criação do Fórum Estadual de Segurança

Criação do Fórum Estadual de Segurança Pública, com o objetivo de ampliar os canais de participação da sociedade civil e promover o acompanhamento e monitoramento das políticas estadual de segurança.

2.    Lei de Responsabilidade da Segurança Pública

Ampliação da transparência na área de segurança, com a criação da Lei de Responsabilidade da Segurança Pública, mediante aprovação de projeto de lei que apresentaremos ainda este ano, nos moldes da Lei de Responsabilidade da Educação, como forma de prestação de contas à sociedade dos indicadores de violência e resultados da política de estadual de segurança.

3.    Reuniões regionalizadas do Pacto pela Vida

Nos últimos três anos os índices de violência cresceram em ritmo mais acelerado no Interior do Estado, que hoje representa mais da metade dos crimes cometidos em Pernambuco, sobretudo quando nos referimos aos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs). Dado esse contexto, a realização de reuniões regionalizadas do Pacto pela Vida, com a participação das administrações municipais, representantes do setor produtivo e das entidades da sociedade civil daria grande contribuição para a avaliação de alternativas para combater a violência, a partir das especificidades das realidades locais.

4.    Instalação do Conselho Estadual de Segurança Pública

Previsto desde a criação do Pacto pela Vida, mas nunca instalado, o Conselho Estadual de Segurança tem como função fomentar a discussão da segurança com a sociedade, papel que no início do programa era desempenhado pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (Cedes), hoje abandonando pela atual gestão do Governo do Estado.

5.    Criação de unidades avançadas do DHPP

Em virtude dos elevados índices de homicídios registrados no Interior do Estado, que já responde por mais de 50% dos homicídios no Estado, apresentamos a proposta de criação de sucursais do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa em cidades-polo do Interior do Estado, contemplando o Agreste e o Sertão pernambucano.

6.    Incentivar a criação dos Pactos pela Vida dos Municípios

A participação das prefeituras é fundamental para sucesso das estratégias de redução da criminalidade, sobretudo no tocante ao ordenamento urbano, organização dos espaços públicos de lazer e programas sociais voltados à população em situação de vulnerabilidade.  Para incentivar o envolvimento dos municípios, em ações como requalificação da iluminação pública, criação de espaços de lazer para os jovens e estruturação de sistemas de vídeo-monitoramento, sugerimos ao Executivo estadual a criação de um mecanismo de incentivo financeiro para as prefeituras que investirem em segurança.

7.      Construção  de 20 unidades do Compaz

 Cumprimento da promessa, constante no programa de Governo da gestão Paulo Câmara, de implantar 20 unidades do Compaz, equipamento público com o objetivo de promover a inclusão social, e o fortalecimento da cidadania a partir da realização de atividades culturais, esportivas e educativas para os jovens e as famílias em situação de vulnerabilidade.

  8.    Ampliação e criação de câmaras temáticas

Criação de dois grupos de trabalho temáticos de combate à criminalidade como forma de abranger as especificidades dessas tipologias de crimes. A sugestão é abranger os Ataques a bancos e Assaltos a ônibus, além de ampliar as já existentes câmaras temáticas de combate ao Tráfico de Drogas (Crack) e Violência contra a mulher, com atenção especial aos casos de estupro, que infelizmente vêm crescendo em Pernambuco. É fundamental o incentivo à participação de entidades empresariais (como Febraban e Urbana-PE), dos trabalhadores (como Sindicato dos Bancários e dos Rodoviários) e entidades da sociedade civil e de defesa dos direitos humanos.

9.    Reforço e ampliação do Programa Atitude

Ampliação do programa, que tem como público alvo usuários de crack e outras drogas em situação de vulnerabilidade, risco pessoal e/ou social, associada à violência e à criminalidade decorrentes do uso de drogas. Infelizmente, nos últimos anos, o Programa Atitude vem passando por uma redução orçamentária, reduzindo a capacidade de atendimento a seu público alvo.

10.  Criação de um programa permanente de combate ao tráfico

Criação de programa específico de combate ao tráfico de drogas e ampliação dos investimentos, tendo em vista que 75% dos crimes contra a vida e contra o patrimônio estão relacionados ao tráfico e aos usuários, que praticam delitos para bancar o consumo.

11.  Fiscalização das fronteiras de Pernambuco

 Buscar em caráter emergencial, ampliar parceria com o governo federal, para ampliar o monitoramento e fiscalização das nossas fronteiras, com requalificação dos postos de fiscalização e foco prioritário no combate ao tráfico de drogas e de armas.

12.  Ampliação da participação da Alepe no comitê gestor do Pacto

Já apresentada pela Bancada Oposição, como Projeto de Lei, reforçamos a proposta de criação de mais dois assentos para o Poder Legislativo Estadual no Comitê Gestor do Pacto pela Vida, com uma cadeira destinada à Base do Governo na Casa e outra à Bancada de Oposição.

13.   Reabertura da mesa permanente de negociação

Retomada da mesa permanente de negociação e ampliação do diálogo com as associações de policiais e bombeiros militares, Sindicato dos Policiais Civis, e Associação dos Delegados de Polícia como uma ferramenta de avaliação constante das necessidades dos agentes de segurança.

14.  Reformulação do PJES

 Discussão e reformulação do Programa de Jornada Extra de Segurança, com construção de um novo modelo a partir do diálogo com a corporação militar, a fim de ampliar em caráter emergencial a cobertura do policiamento ostensivo nas ruas.

15. Valorização do profissional de Segurança

Valorização do profissional de Segurança, com mais investimentos em capacitação e oferta de benefícios como Passe Livre para policiais e bombeiros militares e policiais civis e criação de centros de atendimento psicológico, tendo em vista o alto índice de suicídios apresentado hoje pela categoria.

16.  Modernização do Hospital da Polícia Militar

Demanda da categoria e prometido na campanha eleitoral, a reforma e modernização do Hospital da Polícia Militar do Recife é fundamental para garantir o atendimento de saúde de qualidade aos policiais militares e a seus familiares.


Vereador entra na justiça com pedido de anulação de honraria concedido pelo conselho da Univasf a Lula

por Adriana Rodrigues 19 de Outubro de 2017 às 17:07
categoria: Política

O vereador Ronaldo Silva (PSDB), entrou com um pedido de anulação do título de "Doutor Honoris Causa", concedido pelo Conselho Universitário (Conuni) da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Apesar de reconhecer o trabalho do petista, quando em sua gestão contribuiu para implementar a universidade no Vale do São Francisco, ele argumenta que “não é justo a população petrolinense homenagear um homem que foi condenado e considerado chefe de uma facção criminosa”. Para ele, tem homens e mulheres na cidade que tem relevantes trabalhos prestados, porém não são reconhecidos. "Vai lembrar de um bandido, de um homem que surrupiou nosso país? É injustiça", justifica. O parlamentar acredita que o Juiz da 5º região de Petrolina, entenderá que o processo precisa ser barrado.

O advogado Rosembergue Alencar, disse que o pedido de anulação é legítimo, porque o título de Doutor Honoris Causa é concedido por uma questão de honra, que ele não enxerga no ex-presidente."Qual honra tem o ex-presidente? Aliás ele é ex-presidente. Que honra ele tem para receber um título de doutor por uma Universidade Federal? Ele construiu a Universidade com dinheiro federal. Qual honra tem, para se aproveitar de uma campanha de uma prévia candidatura e receber um título honorífico de uma instituição que é mantida com um dinheiro nosso?" perguntou.

Alencar diz que em várias outras cidades, a concessão do título foi derrubada judicialmente. Para ele, Lula está utilizando a máquina pública para fazer campanha eleitoral. “Nós sabemos infelizmente, que o grande nicho dos partidos comunistas são as universidades”. 

 


Marília Arraes tenta desancorar Odacy da Alepe e abrir vaga para Cristina Costa

por Karine Paixão 19 de Outubro de 2017 às 12:24
categoria: Política



Deputado estadual desde 2010, Odacy Amorim (PT) está convivendo com as pressões do partido e as incertezas de seguir para uma disputa a Câmara dos Deputados no pleito de 2018. No diretório local do PT já há inclusive uma reforçada campanha para que Cristina Costa (PT), eleita três vereadora de Petrolina, embarque na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Em visita a cidade ontem (18), a vereadora do Recife e pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT) inclusive reforçou essa necessidade de ampliação da representatividade petista nas câmaras legislativas, encorajando Amorim a buscar novos ares. 

“A gente já tem o deputado Odacy Amorim que é um grande quadro do nosso partido, mas eu acredito que Odacy está na hora de alçar voos maiores. Já falei a ele, estive com ele essa semana conversando e disse que estou animada para vê-lo se eleger deputado federal daqui do Sertão. E acho que esse espaço não pode ficar vazio, não é Cristina?! Vamos trabalhar”, apontou.

Quando questionado pela nossa reportagem no mês passado sobre a possibilidade de uma candidatura a deputado federal, Odacy demonstrou-se indisponível de sair da sua zona de conforto. “A questão da renovação do mandato nós estamos decididos a disputar a reeleição de deputado estadual. Tem tido uma movimentação. Quando eu chegava no Aeroporto um cidadão fazia um apelo sobre porque eu não saia candidato a deputado federal. Eu estou avaliando, estou ouvindo o povo. É evidente que no campo de oposição, onde eu atuo, se tem uma condição de que se pudesse construir uma candidatura própria é interessante uma candidatura a deputado federal, mas a gente tem feito a movimentação no sentido de renovar o mandato, aglutinar forças, incentivando outras candidaturas em outras regiões”, desviou. 


Gonzaga Patriota vota pela investigação do presidente Michel Temer

por Redação Nossa Voz 19 de Outubro de 2017 às 09:13

O deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE) votou, nesta quarta-feira (18), pelo prosseguimento do processo investigativo contra Michel Temer (PMDB). Em votação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) de um relatório do deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), que propunha a rejeição do processo, o parlamentar socialista deu seu “não”. Ele alega que manterá o mesmo posicionamento no plenário da Câmara na próxima quarta-feira (25), quando todos os deputados se posicionarão pelo prosseguimento ou não do processo para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Esta é a segunda denúncia contra o presidente protocolada no Supremo Tribunal Federal (STF) pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Desta vez pelos crimes de obstrução à Justiça e organização criminosa. Outras oito pessoas são alvos da mesma denúncia – dois ministros, dois ex-ministros, dois ex-deputados, um empresário e um executivo. De acordo com o procurador, os políticos denunciados (todos do PMDB) arrecadaram mais de R$ 587 milhões em propina. O empresário Joesley Batista, um dos donos do grupo J&F, e o executivo Ricardo Saud, ambos delatores da Operação Lava Jato, estão entre os denunciados, mas somente pelo crime de obstrução de Justiça.

Além de Temer, Joesley e Saud, também foram denunciados:


ELISEU PADILHA (PMDB-RS), ministro da Casa Civil

MOREIRA FRANCO (PMDB-RJ), ministro da Secretaria-Geral

EDUARDO CUNHA (PMDB-RJ), ex-deputado

HENRIQUE ALVES (PMDB-RN), ex-deputado e ex-ministro

GEDDEL VIEIRA LIMA (PMDB-BA), ex-ministro

RODRIGO ROCHA LOURES (PMDB-PR), ex-deputado e ex-assessor de Temer


Se o plenário rejeitar o prosseguimento da denúncia, Temer só poderá ser processado após o fim do madato (leia detalhes mais abaixo). Se o plenário aprovar o prosseguimento do processo, o Supremo decidirá se aceita ou não a acusação. Se aceitar, Temer será afastado do mandato.

Na votação da primeira denúncia contra Temer na CCJ, por corrupção passiva, o governo conseguiu aprovar parecer de Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que recomendava a rejeição, por 41 votos a 24. Em uma votação anterior, ainda em relação à primeira denúncia, a maioria da CCJ havia rejeitado o parecer de Sergio Zveiter (Pode-RJ), a favor do prosseguimento do processo, por 40 votos a 25.

Da assessoria, com informações de G1.


Na volta ao Senado, Aécio se diz vítima de 'ardilosa armação' e afirma que vai provar inocência

por Redação Nossa Voz 18 de Outubro de 2017 às 18:48
categoria: Política

No primeiro dia após retomar o mandato parlamentar, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) afirmou nesta quarta-feira (18) em plenário que é vítima de uma "ardilosa armação", acrescentando que provará a inocência dele.

Aécio havia sido afastado por determinação da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido da Procuradoria Geral da República.

Mas, nesta terça (17), o plenário do Senado derrubou o afastamento, por 44 votos a 26.

RELEMBRE COMO VOTOU CADA SENADOR

Ao chegar ao Senado, Aécio, então, se dirigiu ao plenário e fez um breve discurso.

Ele se disse "vítima de ardilosa armação, uma criminosa armação" comandada por empresários, que "enriqueceram às custas do dinheiro público", e "corroborada por homens de Estado".

"Será no exercício do meu mandato que irei me defender das acusações absurdas e falsas que tenho sido alvo. Vítima de uma ardilosa armação, uma criminosa armação." – Aécio Neves (PSDB-MG)

Em seguida, Aécio afirmou:

"No exercício deste mandato irei trabalhar a cada dia e a cada instante para provar a minha inocência. Fui alvo dos mais vis ataques nos últimos dias, mas não retorno a esta Casa com rancor e com ódio. Vim acompanhado da serenidade dos homens de bem e daqueles que conhecem a sua própria história. E a minha história é digna." – Aécio Neves (PSDB-MG)

Entenda o caso


Com base nas delações de executivos do grupo J&F, que controla a JBS, Aécio foi denunciado pela PGR pelos crimes de corrupção passiva e obstrução de Justiça.

Segundo a PGR, o tucano pediu e recebeu R$ 2 milhões da JBS como propina.

A procuradoria afirma também que Aécio atuou em conjunto com o presidente Michel Temer para impedir o andamento da Lava Jato.

Desde o início das investigações, Aécio tem negado as acusações da PGR.

Presidência do PSDB

Desde maio deste ano, quando foi afastado do mandato pela primeira vez, Aécio Neves está licenciado da presidência do PSDB. O partido tem sido comandado pelo também senador Tasso Jereissati (CE).

Mais cedo, nesta quarta, Tasso defendeu que Aécio renuncie à presidência, porque, na avaliação do presidente interino, não tem mais "condições" de retomar o comando do PSDB.

"Eu acho [que Aécio deve renunciar] porque eu acho que ele não tem condições, dentro das circunstâncias que está, de ficar como presidente do partido. Nós precisamos ter uma solução definitiva, não provisória." – Tasso Jereissati (PSDB-CE)

G1


Danilo Cabral é novo titular da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania

por Redação Nossa Voz 18 de Outubro de 2017 às 18:42
categoria: Política

O deputado Danilo Cabral (PSB-PE) assumiu a titularidade na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (18). Suplente do colegiado, ele foi designado titular pelo novo líder do PSB na Casa, deputado Júlio Delgado, de Minas Gerais, que substituiu a deputada Tereza Cristina (MS), após maioria da bancada socialista decidir pela mudança. Além de Danilo, Hugo Leal (RJ) foi indicado para compor a CCJ.

Com as mudanças, os quatro votos do PSB na comissão devem ser unânimes pela admissibilidade da denúncia contra o presidente Michel Temer por obstrução da Justiça e organização criminosa, de acordo com a orientação do partido. A CCJ deve votar ainda hoje o parecer do deputado Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomenda a rejeição da denúncia contra Temer e os ministros Moreira Franco (Secretaria-Geral) e Eliseu Padilha (Casa Civil).

Ontem (16), durante seu pronunciamento na CCJ, Danilo Cabral apresentou um voto em separado a favor do prosseguimento do processo aberto pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Temer. Esse voto equivale a um novo parecer, que pode vir a ser analisado pelos membros da comissão caso haja rejeição do texto do relator. “A acusação aponta que as investigações da Polícia Federal identificaram várias evidências de crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e obstrução à justiça envolvendo o presidente Temer e seu núcleo político mais próximo. A denúncia é gravíssima e é preciso garantir que os fatos sejam apurados”, destacou Danilo.

A Comissão de Constituição e Justiça está reunida neste momento. Em instantes, serão chamados dois parlamentares para encaminhar o voto a favor do relatório e dois, contra. Em seguida, cada partido orientará suas bancadas e a votação será aberta.


Marília Arraes nega PT com Câmara: “Não admito que tentem me medir com mesma régua que PSB mede seus vassalos”

por Karine Paixão 18 de Outubro de 2017 às 12:43
categoria: Política



Quando questionada se, mesmo após anos de dura oposição ao governo Paulo Câmara (PSB), uma aliança entre o PT e PSB estaria sendo costurada nos bastidores, a vereadora do Recife e pré-candidata ao Governo do Estado, Marília Arraes (PT), não se limita apenas a negar tal possibilidade. Ela pulveriza e deixa transparecer que tal aglutinação partidária materializaria um pesadelo para a petista que deixou o Partido Socialista Brasileiro em fevereiro de 2016 alegando que a "atmosfera para o controle à mão-de-ferro, tanto do próprio PSB quanto da política de Pernambuco em toda a sua estrutura", inviabilizava sua permanência da legenda cujo membro histórico foi o seu avô, Miguel Arraes.

“O povo não me mede com a mesma régua em que mede o PSB, minhas atitudes mostram que eu não faria isso e a gente tem posição e respeito pelos eleitores pernambucanos. Então se a gente está fazendo oposição ao governador Paulo Câmara, a gente vai continuar fazendo sim. E o Partido dos Trabalhadores não vai cometer essa irresponsabilidade, não tem como porque, o Partido dos Trabalhadores não funciona como os demais”, decretou em entrevista ao Nossa Voz desta quarta-feira. 

Interpelada sobre a dinâmica política e as elasticidades dos acordos firmados visando garantia de espaços no cenário eleitoral que se avizinha, Marília Arraes garante que haverá zelo pela trajetória trilhada após o rompimento entre as legendas. “Eu estou falando em respeito as instâncias partidárias do PT e estou falando em nome da minha própria pessoa: independentemente do que aconteça, eu não estou falando em sair do Partido dos Trabalhadores, agora, eu tenho responsabilidade com a esperança que as pessoas depositam no projeto que a gente representa. Então eu jamais poderia chegar aqui na sua rádio, rodar mais de mil quilômetros ontem no Sertão do Araripe e de repente estar em outro lado. A gente tem respeito pelo projeto político e esse respeito vem principalmente da militância que iniciei na minha vida com o ex-governador Miguel Arraes de quem eu tive o privilégio de ser neta. Então eu não admito que tentem me medir com a mesma régua que o PSB mede seus vassalos”. 


Paulo Valgueiro nega favorecimento e devolve: “Aero sabe que ninguém consegue ser laranja por muito tempo

por Karine Paixão 18 de Outubro de 2017 às 11:57



Depois do vereador Aero Cruz fazer sérias insinuações no programa Nossa Voz desta terça-feira (17) sobre uma suposta relação de Paulo Valgueiro e a Rodando Legal, alegando que o vereador teria sido o único a defender a prestadora de serviço “como uma mãe defende a um filho”, o líder da oposição rebateu no mesmo tom. 

Em entrevista concedida durante a sessão de ontem (17) Valgueiro comentou sua declaração de que Aero teria criticado a atuação da Rodando Legal na Câmara de Petrolina porque teria tentado dar, sem sucesso, uma carteirada no episódio do guinchamento de um veículo no Centro de Petrolina e não demonstrou arrependimento. “Não tiro uma palavra do que eu disse anteriormente porque eu meço muito minhas palavras e nunca agi pela emoção, sempre pela razão. Você dar uma carteirada não é simplesmente tirar a carteira do bolso e apresentar a sua carteira ao funcionário público não, é você se apresentar e querer interferir na atuação de um servidor público que está ali exclusivamente para cumprir o seu papel”, assegurou.

Negando ter qualquer envolvimento com a prestadora de serviços, o líder da oposição garantiu ter a consciência tranquila, afirmou que não teria costume de utilizar laranjas em seus negócios e disparou: “Aero sabe que ninguém consegue esconder laranja por muito tempo”. “Não tenho nenhum vínculo, não sei quem é o dono, não tenho nenhum vínculo nem com a Rodando Legal e nem com nenhuma outra empresa que hoje ou prestou serviço ao Município de Petrolina. Hoje esse tipo de coisa é um jogo aberto, ninguém consegue esconder durante muito tempo esse tipo de coisa e Aero sabe muito bem disso, Aero sabe que ninguém consegue ser laranja por muito tempo não. Aero sabe muito bem como as coisas funcionam nos país hoje, em dias de Lava Jato, em dias de tantas operações da Polícia Federal, os vereadores sabem como as coisas acontecem hoje, então ninguém consegue mais fazer esse tipo de coisa e ficar impune. Tenho a minha consciência tranquila”, alfinetou.