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Com 60% de rejeição, Temer acredita poder se reeleger

por Adriana Rodrigues 23 de Fevereiro de 2018 às 11:26
categoria: Política

Tudo indica que o presidente Michel Temer ouviu o canto da sereia. A música embalada pelas vozes doces do Planalto é realmente tentadora. Se os partidos de centro procuram um candidato “reformista”, que defenda as realizações do atual governo, porque não poderia ser o próprio Temer?

Afinal, não foi ele que debelou a inflação e colocou a economia em rota de crescimento? Depois de umas das recessões mais profundas da história, as previsões apontam para um crescimento do PIB de 3% este ano.

Além das benesses de se manter no poder, um novo mandato evitaria também que ele finalmente fosse investigado pelas revelações feitas por Joesley Batista em sua delação. Sem a proteção do foro privilegiado, sua situação pode ficar bem complicada.

Para tentar viabilizar a candidatura, Temer agiu como o animal político que é: abandonou uma agenda impopular –a reforma da Previdência– para abraçar uma causa popular –a segurança pública.

Ao fazer uma intervenção no Rio de Janeiro, o presidente tenta descolar sua imagem dos políticos e atrelá-la aos militares. Seus marqueteiros fizeram o cálculo certo: 40% dos brasileiros confiam muito nas Forças Armadas, enquanto apenas 3% dizem acreditar no Congresso.

O problema é que a vaidade nunca é boa conselheira. A despeito do desempenho da economia, Temer paga um preço por sua falta de carisma e pela associação direta de sua imagem com a corrupção —vide o presidente “vampirão” do Carnaval.

De acordo com pesquisa Datafolha, apenas 6% da população considera o seu governo ótimo ou bom. Por outro lado, o percentual de ruim ou péssimo chega a 70%, e 60% dos brasileiros dizem que não votariam nele de jeito nenhum.

“Candidatos com mais de 30% de rejeição dificilmente se elegem. Podem até passar para o segundo turno, mas não ganham a eleição”, disse a esta colunista Mauro Paulino, diretor-geral do Datafolha.

Ele ressalta que é provável que a intervenção no Rio e a retomada da economia ajudem a melhorar a avaliação do governo Temer, mas dificilmente o presidente vai voltar aos 14% de ótimo e bom registrados logo após o impeachment, porcentual que já era muito baixo.

Quando assumiu a presidência no lugar de Dilma Rousseff, Temer queria ser um líder reformista, que faria as reformas impopulares que o país precisa. Mas diante da imensidão do desafio, o político tomou o lugar do estadista e ele parece ter desistido de entrar para a história.


Em ato de filiação Marina reforça pré-candidatura de Lóssio

por Neya Gonçalves 23 de Fevereiro de 2018 às 10:43
categoria: Política

A pré-candidata ao Palácio do Planalto Marina Silva (Rede) seguiu uma agenda apertada, ontem, em sua passagem pelo Recife para participar da filiação e do lançamento da pré-candidatura a governador de Pernambuco do ex-prefeito de Petrolina Júlio Lóssio. 

Ao contrário de outros presidenciáveis como Lula, Geraldo Alckmin e Ciro Gomes, que mantiveram contato com Paulo Câmara e Geraldo Julio (PSB), Marina preferiu não cumprir nenhum compromisso oficial com o partido do qual foi aliada no pleito de 2014. Ao mesmo tempo, ela foi ao bairro de Dois Irmãos visitar Renata, viúva do ex-governador Eduardo Campos. "Foi uma visita pessoal. Quando vou a Porto Alegre, procuro Pedro Simon (PMDB). Quando vou a São Paulo, encontro Eduardo Suplicy (PT). E, quando venho ao Recife, vou ver Renata Campos", destacou.

A relação entre Marina e Renata remonta ao período em que a ex-ministra disputou a Presidência pelo PSB, substituindo Eduardo Campos, que faleceu em acidente aéreo em agosto de 2014. Marina, inicialmente, era vice de Eduardo, agregando ao PSB os militantes da Rede Sustentabilidade, que teve seu registro negado. Nesta quinta, a pré-candidata fez a visita acompanhada de Roberto Leandro (Rede) e foi recepcionada por Renata e seu filho caçula, Miguel.

O último encontro das duas, segundo Marina, ocorreu no aniversário de 70 anos do PSB, em Brasília, em agosto do ano passado. “Acho que a gente tem uma relação de respeito, de admiração, de carinho. A gente pode estar em partidos diferentes e cultivar relações de respeito”, disse Marina, acrescentando que sua candidatura tem como propósito “construir pontes para o futuro do país", que "existem pessoas boas em todos os partidos" e que quer "fazer alianças com os núcleos vivos da sociedade". Renata não falou à imprensa. (fonte: BlogFolha)


Morde e Assopra: Ronaldo Cancão se redime e pede desculpas por críticas a secretário

por Adriana Rodrigues 23 de Fevereiro de 2018 às 09:44
categoria: Política

Aconteceu uma verdadeira reviravolta na polêmica envolvendo os aliados do governo, Ronaldo Cancão e o Secretário José da Batista da Gama.

Depois de alfinetar duramente o secretário do governo na tribuna da Câmara na última terça-feira (20), dizendo que "Zé Batista" estaria atacando a bancada e que  faz imposição com equipamento público, Ronaldo Cancão se redimiu de suas palavras e pediu desculpas ao secretário.

Na oportunidade ele não citou nomes, porém, nos bastidores comenta-se que o petebista se refere ao vereador licenciado José Batista da Gama. Segundo ele, houve um lapso de informações. Um vereador que ele taxa como "judas", estaria fazendo fofoca na Câmara. Ele foi taxativo e mandou recado aos que considera “leva e traz”.

O parlamentar retratou-se e garantiu que não permitirá companheiros fazerem digladiação com o intuito de causarem discórdia entre a base. "A verdade chegou ontem para mim. Respeitem o meu trabalho, procurem o lugar de vocês. Fofoca não é comigo. Eu vou para o enfrentamento. Cada um no seu quadrado, cada um no seu espaço", disparou.

Relembre o caso

Recentemente o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Agrário, José Batista da Gama foi cobrado por dois vereadores Gaturiano Cigano e Domingos de Cristália, o patrolamento de estradas, indicadas por eles, no interior do município. O vereador licenciado não gostou das cobranças e chegou a chamar os companheiros de “incompetentes”. Na época o secretário chegou a a insuniar que existe um vereador "bocão", e que estariam pedindo sua cabeça ao prefeito. Depois do episódio, Cancão sentiu-se ofendido, tomou para si as colocações e iniciaram um embate com trocas de farpas e acusações. A polêmica continuou até o parlamentar descobrir que tudo não passou de fofoca e se redimir em publico.


Secretaria de Educação rebate denúncia do vereador Paulo Valgueiro

por Adriana Rodrigues 22 de Fevereiro de 2018 às 12:19
categoria: Polêmica

A Secretaria de Educação de Petrolina rebateu uma denúncia feita pelo vereador Paulo Valgueiro na sessão desta quinta-feira (22), a cerca do processo seletivo para contratação de professores temporários. O oposicionista insinua que pode ter um “arrumadinho”, na contratação dos aprovados.

Segundo ele, professores relataram que os profissionais que ficaram na classificação próxima a 300°, estão trabalhando e quem ficou em 70°, 80°, ainda não foram convocados. “A gente fica sem entender”.

A Secretaria de Educação (SEDU) diz que refuta e condena as declarações do parlamentar e afirma que não condizem com a verdade dos fatos. "A SEDU esclarece que todo o processo está sendo realizado com a transparência e lisura necessárias, e que está convocando todos os aprovados dentro do limite de vagas disponíveis em edital e na ordem de classificação por nota. As equipes da secretaria estão à disposição da população, inclusive do vereador, para qualquer esclarecimento que se faça necessário".

Em relação à convocação dos aprovados no processo seletivo, a SEDU informa que está convocando todos os aprovados e, caso haja necessidade, os classificados podem ser chamados atendendo a necessidade da administração.


Vereador rebate opositor apresentando documentação que comprova regularidade com gastos no São João 2017

por Adriana Rodrigues 22 de Fevereiro de 2018 às 09:58
categoria: Polêmica

Foto: Ricardo Sousa

O vereador Ronaldo Cancão (PTB), já iniciou a sessão desta quinta-feira (22), polemizando. Na Casa Plínio Amorim, o parlamentar apresentou uma série de papéis comprovando que não existem irregularidades com as despesas do São João de Petrolina.

A cena foi uma resposta a Paulo Valgueiro, que solicitou no ano passado, informações a cerca dos gastos com o São João 2017. “Não existe uma irregularidade, Valgueiro já apreciou os contratos e não encontrou nada de errado”, disse Cancão.

A indicação do opocionista, pretendia fiscalizar as ações praticadas pelo governo Miguel Coelho, que envolvem a realização de grandes eventos. na época foi aprovada por 14 votos. “Até agora não vi nada incorreto, mas aí deve ter algo que não bate”, ressaltou o líder da oposição.


Líder do governo na Câmara volta a bater forte na Compesa e defende municipalização

por Redação Nossa Voz 22 de Fevereiro de 2018 às 09:46

Líder do governo na Câmara de Petrolina, o Vereador Ruy Wanderley (PSC) voltou a criticar a Compesa. De acordo com ele, o motivo é o mesmo de sempre: o péssimo serviço prestado pela companhia no município.

Os crescentes problemas como falta d’água e, sobretudo, esgotos estourados em várias comunidades têm revoltado a população e mais uma vez o vereador botou a boca no trombone: “Eu tive a infelicidade de andar em alguns bairros de Petrolina e me deparar com essa situação. A Compesa não tem feito nada pela população”, disse o líder.

Entretanto, ele se defende e diz que as críticas não são fundamentadas em questões políticas. “Não é por que o nosso grupo não é mais aliado do Governo Paulo Câmara. A bandeira maior é o bem-estar das pessoas e a gente não pode se deparar com essa situação”, explicou Ruy Wanderley, completando sobre a má qualidade do serviço prestado. “Quantos bairros não faltam três dias de água por semana e não tem penalidade nenhuma para a Compesa?! Tem gente que paga água cara e não tem em casa”, afirmou.

O vereador também reforçou a decisão do prefeito Miguel Coelho (PSB) em retomar o serviço de água e esgoto das mãos da Compesa para que seja oferecido um serviço com mais qualidade na cidade.


Governo decide manter interino no Ministério do Trabalho até o fim de março

por Simone Marques 21 de Fevereiro de 2018 às 18:00
categoria: Política

Diante do impasse do PTB para a escolha de um nome para o ministério do Trabalho, o presidente Michel Temer decidiu nesta quarta-feira (21) adiar para o fim de março a escolha do novo ministro. Com a decisão, o secretário-executivo da pasta, Helton Yomura, que é filiado ao PTB, permanece como ministro interino.

No início de janeiro, Temer havia nomeado a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ), filha de Jefferson, mas a posse dela foi suspensa por decisões judiciais. Nesta terça (20), o partido anunciou que desistiu da nomeação da parlamentar.

Nesta quarta-feira, Temer se reuniu com o presidente do PTB, Roberto Jefferson, com o líder do partido na Câmara, Jovair Arantes (GO), e com a própria Cristiane Brasil para discutir a sucessão na pasta. No governo Temer, a sigla tem sido responsável por indicar os ministros da área. O ministério do Trabalho está sem titular desde dezembro do ano passado, quando Ronaldo Nogueira deixou o cargo.

Temer optou por deixar a escolha de um nome definitivo para o Trabalho para a reforma ministerial que terá de fazer entre o fim de março e o início de abril, quando outros ministros, que serão candidatos na eleição, deverão deixar os cargos.

Entre os ministros que devem deixar o governo estão Ricardo Barros (Saúde, do PP), Mendonça Filho (Educação, DEM), Fernando Coelho (Minas e Energia, sem partido), Helder Barbalho (Integração Nacional, PMDB), Sarney Filho (Meio Ambiente, do PV), Leonardo Picciani (Esportes, MDB), Marx Beltrão (Turismo, PMDB), Maurício Quintela (Transportes, PR), Raul Jungmann (Defesa, PPS) e Osmar Terra (Desenvolvimento Social, PMDB).

Ao final da reunião dos líderes do PTB com Temer, Jefferson, Jovair e Cristiane divulgaram uma nota na qual relatam que informaram o presidente oficialmente da decisão da sigla, anunciada na terça-feira (20) de desistir da indicação da deputada para a pasta. Também afirmaram que agradeceram a Temer pelo "apoio" dado a Cristiane Brasil (veja íntegra da nota no final desta reportagem).

Caso Cristiane Brasil

A batalha judicial começou na semana da nomeação da ministra, quando um juiz de primeira instância suspendeu a posse. Ele considerou ofensa à moralidade uma pessoa condenada pela justiça trabalhista ser ministra do Trabalho. Cristiane Brasil foi condenada a pagar indenização por dívidas trabalhistas a um ex-funcionário e fechou acordo com outro.

Depois de uma série de recursos à segunda instância e ao Superior Tribunal de Justiça, o caso foi parar no Supremo Tribunal Federal. A presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, decidiu manter a suspensão da posse de Cristiane Brasil e encaminhar ao plenário a decisão do mérito.

Veja íntegra da nota do PTB:

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, o líder do PTB na Câmara dos Deputados, Jovair Arantes (GO), e a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) se reuniram nesta quarta-feira (21) com o presidente Michel Temer para comunicá-lo oficialmente da decisão anunciada ontem (20) pelo partido de declinar da indicação de Cristiane para o Ministério do Trabalho e agradecê-lo pelo apoio que a parlamentar recebeu durante esse período.

Na reunião, ocorrida no Palácio do Planalto, Michel Temer concordou com a permanência do advogado Helton Yomura como ministro interino do Trabalho.

O presidente da República e o PTB voltarão a discutir a indicação do novo nome para a pasta do Trabalho na reforma ministerial.(G1)


Para Lula, Temer quer disputar reeleição e ‘pegar’ eleitores de Bolsonaro

por Simone Marques 21 de Fevereiro de 2018 às 15:41
categoria: Política

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta quarta-feira (21) em entrevista à Rádio Itatiaia que o presidente Michel Temer (MDB) “está encontrando um jeito” de ser candidato à reeleição com a intervenção federal no Rio de Janeiro e que Temer viu a tema da segurança pública com potencial de “pegar o nicho de eleitores” do deputado e presidenciável Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Lula disse temer que a medida seja uma “pirotecnia e de interesse político” do presidente.

“Eu acho que o Temer tá encontrando um jeito de ser candidato a presidente da República. E acho que ele achou que a segurança pública pode ser uma coisa muito importante para ele pegar o nicho de eleitores do Bolsonaro”, disse.

“Todo mundo sabe que se tiver eleição e eu participar, eu posso ganhar no primeiro turno. Se não ganhar, vou para o segundo turno”, afirmou.

Para Lula, “ninguém pode ser contra” à intervenção, mas que é necessário um plano estratégico para combater a criminalidade no Rio. O PT encaminhou voto contrário à medida na Câmara dos Deputados e no Senado.

“Obviamente, ninguém pode ser contra a uma tomada de posição emergencial para tentar diminuir a violência no Rio de Janeiro, mas é preciso que a coisa não seja feita de forma estabanada, pensando apenas em política”, disse o petista.

De acordo com Lula, a intervenção é um “espetáculo” criado pelo governo e que pode fracassar porque o Exército não foi preparado para atuar no combate à criminalidade nas favelas do Rio.

“Você colocar o Exército em uma tarefa dessa sem prepará-lo, o que pode acontecer é que depois do espetáculo o resultado seja negativo. O Exército já ficou um ano na favela da Maré e quando saiu os problemas voltaram. O Exército não é preparado para enfrentar o narcotráfico, não é preparado para lidar com bandido em favela, é preparado para defender a soberania nacional contra possíveis inimigos externos”, afirmou.

O ex-presidente lembrou das unidades de polícia pacificadora (UPPs) criadas durante a gestão do ex-governador Sérgio Cabral, antigo aliado dos governos petistas. Para Lula, pensava-se que “tudo estava resolvido” com as UPPs, mas “ninguém explica porque ela falhou”.

Lula citou a situação de desequilíbrio fiscal do governo do Rio, com servidores sem receber salários e desemprego, e afirmou que a violência está ligada à capacidade de investimento do estado, afetada, segundo ele, entre outras questões, pelo impacto da operação Lava Jato na Petrobras.

“O estado do Rio está muito empobrecido, ele é a grande vítima da crise desse país porque a indústria naval foi desmontada, porque a Petrobras teve um baque muito grande com a operação Lava Jato, porque a indústria de óleo e gás teve muito prejuízo, porque o estado diminui muito a arrecadação”, disse.

Questionado se a violência estava relacionada à corrupção policial e política, Lula limitou-se a dizer que “pode ter” relação, “mas todo dia ouvimos falar que a polícia não está preparada”.(NE10)


Mendonça Filho diz que deixará governo até abril para concorrer nas eleições

por Simone Marques 21 de Fevereiro de 2018 às 15:18
categoria: Política

O ministro da Educação, Mendonça Filho, confirmou na manhã desta quarta-feira (21), que irá deixar o governo até o começo de abril para disputar as eleições deste ano. "Não defini ainda qual cargo que irei disputar, mas está pacificada a decisão de deixar o governo até abril", disse o ministro, cotado para concorrer ao governo de Pernambuco. 

Mendonça participa pela manhã de seminário internacional sobre financiamento estudantil. Segundo ele, as novas regras do Fies tornaram o programa sustentável e garantem financiamento em condições favoráveis aos estudantes. "São 100 mil financiamentos com juro zero e o pagamento só ocorre após o aluno se formar e ter renda", disse.(Diario de PE)


“Aliado do governo não é boneco e terá que ser respeitado”, dispara vereador contra secretário do governo

por Adriana Rodrigues 21 de Fevereiro de 2018 às 09:31
categoria: Política

Sem citar nomes, o vereador Ronaldo Cancão (PTB), voltou a usar a tribuna para criticar secretários do Governo, na Câmara de Vereadores de Petrolina (PE), durante a sessão desta terça-feira (20), a primeira depois do recesso de Carnaval.

Ele foi taxativo ao pontuar que tem secretários, atacando vereadores da bancada. Indignado ele disse que não vai tolerar secretários querendo ser prefeito e fazendo imposição com equipamento público. "Aliado do governo não é boneco, aliado do governo tem que ser respeitado por secretários. Na bancada não tem super vereador e no governo não tem super secretário. Eu não vou admitir secretário sair em reuniões, atacando de forma covarde qualquer que seja vereador da bancada. Não sou de fuxico e nem de leva e traz, tentando destruir os companheiros. Eu nunca atirei nas costas e eu não vou mais tolerar determinado comportamento de vereador secretário querendo ser o super-prefeito, querendo ser o super inteligente querendo macular a imagem do vereador, ser chamado até de incompetente que não tem moral de avaliar um secretário. Eu tenho moral e minha capacidade que Deus me deu. Eu não posso admitir que nós aprovemos projeto a contento para contemplar a sociedade da zona rural e depois secretário fica fazendo imposição com equipamento público", disparou.

O vereador não quis citar nomes, mas recentemente o Secretário de Desenvolvimento Econômico e Agrário, José Batista da Gama foi cobrado por dois vereadores o patrolamento de estradas, indicadas por eles, no interior do município. O vereador licenciado não gostou das cobranças e chegou a chamar os companheiros de “incompetentes”.

Depois das colocações de Ronaldo Cancão, há uma sinalização de que essa troca de acusações está longe de chegar ao fim. “Eu sou governo e quero meu espaço e quem vai dizer qual o meu espaço não É o secretário. Quem vai dizer qual é o meu espaço é a governabilidade”, garantiu o vereador. Ronaldo Cancão encerrou dizendo, que agora a situação será tratada pessoalmente pelo prefeito Miguel Coelho.