asdasdasdasd

Retratos de uma eleição: Na busca por visibilidade, Lóssio expõe base esfacelada em Petrolina

por Karine Paixão 15 de Outubro de 2018 às 11:38
categoria: Eleições 2018



Abarcando apenas 4,67% dos votos válidos na busca pelo Governo de Pernambuco, o médico e ex-prefeito de Petrolina, Júlio Lóssio (Rede) buscou visibilidade num processo polarizado entre duas coligações e não conseguiu. 

O oftalmologista deixou o MDB em meio a disputa pelo comando da legenda protagonizado pelo senador Fernando Bezerra Coelho e deputado federal e senador eleito Jarbas Vasconcelos e acreditou ter encontrado na Rede Sustentabilidade o partido ideal para suas estratégias pouco ortodoxas. 

Equivocado com a passividade dos correligionários de Marina Silva (Rede), Lóssio recebeu como punição a expulsão da legenda e até o pedido de cancelamento do registro de candidatura. Ao recorrer de tal decisão, o então candidato pode se manter na disputa, mas com um resultado abaixo do esperado, quarto colocado, e em Petrolina, sua base eleitoral, ficou em terceiro atrás de Paulo Câmara (PSB) e Armando Monteiro (PTB). Apenas 21,48% dos votos válidos foram destinados ao ex-prefeito da cidade. Esposa, candidata a deputada estadual, Andréa Lóssio (Rede), também não logrou êxito. 

Buscando a sobrevivência, fez dobradinha com candidatos a deputado federal da base de Paulo Câmara e conseguiu a votação total de 23.954 votos e destes, apenas 9.478 vieram de Petrolina. Júlio Lóssio, depois de derrotado nas eleições de 2016 quando não elegeu sucessor à Prefeitura Municipal, não transferiu votos para a esposa e nem foi majoritário  na cidade que o elegeu duas vezes prefeito. 

Que lição vai tirar desse processo? Que estratégia usará para 2020? Tão presente nas redes sócias durante a campanha, Lóssio não emitiu nota oficial ou fez qualquer transmissão avaliando o resultado das eleições. Limitou-se a agradecer os votos recebidos dando pistas de que não vai desistir da política partidária. “Muito obrigado, Pernambuco! Foram mais de 176 mil votos de confiança. Não vamos desistir do nosso estado. A luta continua!”, afirmou a postagem feita às 23h05 de 07 de outubro, dia da votação no primeiro turno. 


Haddad diz que vai estimular matrícula de crianças com deficiência nas escolas

por Gabriela Canário 15 de Outubro de 2018 às 09:10
categoria: Eleições 2018

O candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, disse neste domingo (14), em São Paulo, que, se for eleito, vai reativar um programa para estimular a matrícula de crianças com deficiência nas escolas. Ele também disse que é vítima de uma campanha de mensagens falsas na internet e pediu respeito.

Haddad chegou no fim da manhã, acompanhado da esposa, Ana Estela, a um hotel no centro de São Paulo, para se encontrar com pessoas com deficiência. O candidato assinou um termo em que se comprometeu a desenvolver um programa nacional de educação bilíngue para surdos.

O documento pede a expansão dessas escolas, onde surdos aprendem libras -- a língua brasileira de sinais --, e a escrever em língua portuguesa.

Além disso, afirmou que pretende retomar um dos programas da época em que foi ministro da Educação no governo Luiz Inácio Lula da Silva. A proposta é da campanha bater de porta em porta pra identificar crianças com deficiência que recebem benefício do INSS mas não estão na escola - e convencer os pais a matriculá-las.

"Foram praticamente 400 mil crianças com algum tipo, com alguma deficiência, e nós íamos de porta em porta, por meio da busca ativa, esclarecer as famílias de que elas tinham direito e o dever de matricular suas crianças, e preparar as escolas das proximidades da vizinhança para que essas crianças pudessem ter uma acolhida, a melhor possível", disse Haddad.

Notícias falsas

Durante a entrevista coletiva, Fernando Haddad também protestou contra notícias falsas que circulam na internet e que, por exemplo, dizem que ele é dono de uma Ferrari e de um relógio caro.

"Chegaram a dizer que eu sou dono de uma Ferrari porque eu fui fazer, fui inaugurar a pista de Interlagos e estava um membro da família Ermirio de Moraes que me convidou pra estrear a pista... E eu passei a ser dono da Ferrari dele? Isso está circurlando na internet", reclamou o petista.

"A coisa está ficando séria. É muita ofensa desnecessária! É um absurdo o que está acontecendo! Esse relógio aqui, que eu ganhei da minha família quando eu fui eleito prefeito, passou a valer R$ 100 mil, não sei R$ 100 mil ou R$ 400mil. Olha a pulseira dele! Se eu soubesse, eu não estava andando com ele no punho! Nem a pulseira eu troco! Eu não tenho carro. Eu não tenho carro em meu nome e virei proprietário de uma Ferrari! [...] Então ou nós colocamos as coisas no trilho para sair dessa, com liberdade, com respeito, ou nós vamos muito mal", disse Haddad.

À tarde, Fernando Haddad não teve compromissos públicos e fez gravações para o programa eleitoral.

G1


Bolsonaro critica os que dizem que ele é risco à democracia

por Gabriela Canário 15 de Outubro de 2018 às 09:08
categoria: Eleições 2018

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, passou o domingo (14) em casa, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e teve compromissos públicos.

No começo da noite, ele fez uma transmissão ao vivo pela internet, ao lado da mulher, Michele, e de duas professoras de libras -- língua brasileira de sinais. O candidato protestou contra o vídeo de um comício de Guilherme Boulos, que disputou a Presidência pelo PSOL.

"Você deve ter visto um vídeo de ontem, ou anteontem, do Boulos insuflando uma massa enorme para invadir, ocupar a minha residência. O que você faria se o Boulos e 2 mil pessoas ameaçassem invadir a sua residência? Se eu for o presidente e se o Parlamento assim entender, nós vamos tipificar como terrorismo qualquer invasão de propriedade privada”.

Bolsonaro disse que é por causa disso que vai encaminhar um projeto para facilitar a posse de armas, para que, segundo ele, cidadãos possam proteger suas propriedades.

No comício, na quarta-feira (10), na Avenida Paulista, em resposta ao público, que gritava que a casa de Jair Bolsonaro viraria ocupação, Guilherme Boulos afirmou “o MTST ocupa terreno improdutivo, e a casa do Bolsonaro não me parece uma coisa muito produtiva”. Em uma rede social, após o protesto de Bolsonaro neste domingo, Boulos disse que fez apenas uma ironia.

Deficientes físicos

Na transmissão pela internet, Bolsonaro ainda desmentiu que tenha votado contra um projeto em prol dos deficientes físicos, e acusou seus adversários de divulgarem falsidades. O candidato afirma que votou a favor do projeto, mas contra uma emenda que daria mais benefícios a deficientes LGBT.

“Nós e um monte de gente votamos contra essa inclusão, essa deformação do projeto, criando uma classe especial dentro daqueles que têm problemas de deficiência”.

Bolsonaro também rebateu críticas de que representa um perigo à democracia. “Ameaça à democracia? Nós somos ameaça aos privilégios, aos desmandos, à corrupção. Isso nós ameaçamos, ameaçamos jogar pesado contra a criminalidade que está aí, vamos valorizar nossa Polícia Federal, o trabalho do Ministério Público", disse. "Abraço, se me permite, não tenho essa liberdade, Sérgio Moro, com seu trabalho em Curitiba, parabéns. Seus colegas, tem o Marcelo Bretas aqui, e tantos outros por aí, e nós temos que, com essas pessoas de bem, se unir. Eu não pertenço mais a mim, se eu chegar lá terei uma equipe do meu lado, muita gente competente, boa patriota, que vai trabalhar para um Brasil diferente do que está aí, vamos mudar o Brasil, não teremos outra oportunidade".

G1


Maioria se diz indiferente ao apoio de outros candidatos no 2º turno, diz Datafolha

por Adriana Rodrigues 12 de Outubro de 2018 às 07:00
categoria: Eleições 2018

Em uma disputa polarizada no segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), boa parte dos eleitores brasileiros se mostra indiferente em relação a hipotéticos apoios dos candidatos derrotados no primeiro turno da eleição para a Presidência da República.

Pesquisa Datafolha divulgada nessa quarta (10) mostra que, do total de eleitores, 72% se dizem indiferentes em relação a um possível apoio de Marina Silva (Rede) a qualquer um dos candidatos que seguem na disputa. Cenário semelhante se repete em relação a hipotético apoio de Geraldo Alckmin (PSDB), considerado irrelevante por 69% dos entrevistados. Um apoio de Ciro Gomes (PDT) também não teria influência para 63% dos eleitores.

Mesmo entre quem votou nesses candidatos derrotados no primeiro turno, os posicionamentos deles no segundo turno têm influência restrita. Quando a pergunta sobre o apoio de Ciro é direcionada aos que declararam voto no pedetista no primeiro turno, seus eleitores se dividem. Enquanto 48% deles consideram a possibilidade de optar pelo candidato que ele apoiar, 44% se dizem indiferentes. Terceiro colocado no primeiro turno, com mais de 13 milhões de votos (12,47% do total), Ciro anunciou oposição completa a Bolsonaro e "apoio crítico" a Haddad.

Entre os eleitores de Marina, 50% mostraram indiferença quanto à influência de um eventual apoio seu para definição do voto no segundo turno, enquanto 36% cogitariam votar em quem ela apoiar. A candidata da Rede, que recebeu pouco mais de 1 milhão de votos e ficou em oitavo, diz que "será oposição a qualquer governo" -em 2014, apoiou Aécio Neves (PSDB) contra Dilma Rousseff (PT).

Para os eleitores de Alckmin, apenas 29% disseram que poderiam votar em um candidato que o tucano viesse a apoiar no segundo turno -o candidato declarou neutralidade. Novamente os que se dizem indiferentes foi maior (57%).

Na primeira pesquisa do Datafolha sobre o segundo turno das eleições presidenciais, Bolsonaro aparece com 58% dos votos válidos, enquanto o ex-prefeito paulistano conta com o apoio de 42% dos ouvidos.

O levantamento foi feito na quarta com 3.235 entrevistas presenciais em 227 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-00214/2018.


Bolsonaro lidera entre os mais ricos e Haddad entre os mais pobres, diz Data Folha

por Gabriela Canário 11 de Outubro de 2018 às 07:39
categoria: Eleições 2018

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta (10) apurou os percentuais de intenção de voto para o segundo turno da eleição para presidente da República entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Veja os números do levantamento por segmentos de sexo, idade, escolaridade, renda, região, religião e cor.

A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S. Paulo". O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Antes do resultado por segmentos para os quatro candidatos com maiores índices de intenção de voto, vamos aos números totais:

Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad — Foto: Arte/G1

Resultados da pesquisa por segmento

Sexo

 

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: masculino — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: masculino — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: feminino — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: feminino — Foto: Arte/G1

Idade

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 16 a 24 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 16 a 24 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 25 a 34 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 25 a 34 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 35 a 44 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 35 a 44 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 45 a 59 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 45 a 59 anos — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 60 anos ou mais — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 60 anos ou mais — Foto: Arte/G1

Escolaridade

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: fundamental — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: fundamental — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: médio — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: médio — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: superior — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: superior — Foto: Arte/G1

Renda (em salários mínimos)

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: até 2 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: até 2 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 2 a 5 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 2 a 5 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 5 a 10 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 5 a 10 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: mais de 10 salários — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: mais de 10 salários — Foto: Arte/G1

Região

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sudeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sudeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte — Foto: Arte/G1Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte — Foto: Arte/G1

Religião

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: católica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: católica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: evangélica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: evangélica — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: espírita — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: espírita — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: não tem / agnóstico — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: não tem / agnóstico — Foto: Arte/G1

Cor

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: parda — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: parda — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: branca — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: branca — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: preta — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: preta — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: amarela — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: amarela — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: indígena — Foto: Arte/G1

Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: indígena — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa


  • Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos

  • Entrevistados: 3.235 eleitores em 227 municípios

  • Quando a pesquisa foi feita: 10 de outubro

  • Registro no TSE: BR-00214/2018

  • Nível de confiança: 95%

  • Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"

G1


Saiba quais partidos definiram apoio no segundo turno das eleições presidenciais

por Gabriela Canário 11 de Outubro de 2018 às 07:38
categoria: Eleições 2018

Os candidatos Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) disputam o 2º turno presidencial — Foto: Reuters

Com a confirmação de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições presidenciais, os demais partidos começaram a definir a posição que adotarão no pleito.

No primeiro turno, Bolsonaro obteve 49,2 milhões de votos (46,03%) e Haddad, 31,3 milhões (29,28%). O segundo turno está marcado para o dia 28.

DC: O partido de Eymael, que disputou o primeiro turno, decidiu nesta terça por uma posição de neutralidade no segundo turno. Com isso, os filiados estão liberados para votar em qualquer um dos dois candidatos.

DEM: O presidente do DEM, Antônio Carlos Magalhães Neto, divulgou nota nesta quarta-feira (10) anunciando que o partido não apoiará no segundo turno da disputa pelo Palácio do Planalto nem Jair Bolsonaro nem Fernando Haddad. O comunicado do DEM destaca que os integrantes da legenda terão liberdade para apoiar quem quiserem. O próprio ACM Neto se manifestou a favor de Bolsonaro.

Novo: O partido, que concorreu no primeiro turno com João Amoêdo, confirmou nesta terça-feira (9) que não vai apoiar nem Bolsonaro nem Haddad. No entanto, a sigla declarou, em nota aos militantes, que é "absolutamente" contrária ao PT, que, segundo o Novo, "tem ideias e práticas opostas às nossas".

Patriota: O candidato do partido à Presidência da República, Cabo Daciolo, afirmou que não apoiará nenhum dos dois candidatos que disputarão o segundo turno.

PDT: O partido do presidenciável Ciro Gomes, o PDT, anunciou "apoio crítico" a Fernando Haddad a fim de "evitar a vitória das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil". Na eleição presidencial, Ciro Gomes terminou o primeiro turno em terceiro lugar, com 13,3 milhões de votos.

Podemos: Em nota divulgada nesta quarta, o partido anunciou que permanecerá neutro no segundo turno. A sigla liberou a militância para apoiar, individualmente, qualquer um dos candidatos.

PP: A sigla divulgou um documento nesta terça em que declara que manterá postura de “absoluta isenção e neutralidade” no segundo turno. A legenda integra o chamado bloco do "Centrão" e no primeiro turno do pleito havia participado da coligação do candidato do PSDB, Geraldo Alckmin.

PPL: Em nota divulgada nesta terça, o PPL, que concorreu no primeiro turno com João Goulart Filho, declarou apoio a Fernando Haddad. Filho do ex-presidente Jango, Goulart Filho disse no comunicado que o país corre um "grande risco" diante da possibilidade de Bolsonaro se eleger no segundo turno.

PPS: O presidente do partido, Roberto Freire, anunciou nesta quarta (10) que o partido fará oposição às duas candidaturas por considerar que os dois projetos de governo 'flertam com didaturas'.

PSB: Neutro no primeiro turno, o partido definiu nesta terça o apoio à candidatura de Fernando Haddad. A cúpula da legenda também resolveu liberar os diretórios regionais de São Paulo e do Distrito Federal, onde os candidatos do PSB, Márcio França e Rodrigo Rollemberg, respectivamente, disputarão o segundo turno ao governo estadual.

PSD: O partido, que apoiou Geraldo Alckmin no primeiro turno, se declarou neutro no segundo turno e liberou os filiados a declararem apoio individual a qualquer um dos dois candidatos.

PSDB: Em reunião nesta terça, a Executiva Nacional do partido, que disputou o primeiro turno com Geraldo Alckmin, decidiu ficar neutro no segundo turno. A cúpula do PSDB, porém, decidiu liberar as direções estaduais da legenda a e os filiados a se posicionarem como quiserem nas unidades da federação.

PSOL: O partido, que disputou o primeiro turno com Guilherme Boulos, declarou que irá apoiar o candidato do PT, Fernando Haddad, no segundo turno. A decisão foi tomada pela Executiva Nacional do partido após reunião na segunda (8).

PR: O líder do partido na Câmara, deputado José Rocha (BA), informou nesta quarta (10) que a legenda decidiu não declarar apoio nem a Bolsonaro nem a Haddad no segundo turno. O PR resolveu liberar seus filiados para manifestarem apoio a quem quiserem. O líder do PR ressaltou que não se trata de neutralidade. "O PR se colocou numa posição de liberar todos os seus representantes. Temos parlamentares que apoiam Bolsonaro e outros, Haddad", justificou.

PTB: Em nota divulgada nesta terça, o partido anunciou apoio a Bolsonaro. Segundo a nota, as propostas econômicas do candidato do PSL são o principal motivo do apoio.

PRB: O partido decidiu não apoiar Haddad nem Bolsonaro. Informou ter liberado os filiados a votar em quem quiserem, conforme o interesse local.

Rede Sustentabilidade: O partido da candidata derrotada Marina Silva decidiu recomendar aos filiados e simpatizantes "nenhum voto" em Jair Bolsonaro, mas ressalvou que não apoia Fernando Haddad e que será o oposição ao futuro governo, seja qual for o vencedor da eleição.

Solidariedade: Nesta quarta, o partido declarou que ficará neutro na disputa do segundo turno. A sigla liberou os diretórios e seus correligionários a se posicionarem "de acordo com a realidade local dos estados" e orienta o apoio a somente quem "respeitar a Constituição vigente" e “manter o compromisso com a democracia”.

G1


Bolsonaro ficará fora do 1º debate do 2º turno após reavaliação médica

por Gabriela Canário 11 de Outubro de 2018 às 07:35
categoria: Eleições 2018

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, foi submetido a uma nova avaliação médica, na manhã desta quarta-feira (10), em sua casa na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. Segundo o clínico cardiologista Leandro Echenique, a cirurgia completa hoje 34 dias e Bolsonaro está se recuperando, mas ainda não está liberado para fazer campanha.

"Ele perdeu 15 quilos de massa muscular e ainda está fraco. Ele precisa de uma dieta de recuperação proteica.", disse o médico, ressaltando que na próxima quinta-feira (18) Bolsonaro deve ir ao hospital e provavelmente será liberado para campanha e debates.

Está previsto para essa semana o debate entre os presidenciáveis Fernando Haddad (PT) e Bolsonaro na TV Band. A assessoria de imprensa do candidato do PSL confirmou que ele não participará do debate desta semana.

Bolsonaro sofreu um ataque no dia 6 de setembro durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Adélio Bispo de Oliveira, preso for esfaquear o candidato, foi indiciado por prática de atentado pessoal por inconformismo político. Segundo a investigação da Polícia Federal, ele agiu sozinho no atentado.

Táxi com três médicos chega à casa de Jair Bolsonaro, na Barra — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1

Táxi com três médicos chega à casa de Jair Bolsonaro, na Barra — Foto: Alba Valéria Mendonça/G1

O cirurgião Antônio Luiz Bonsucesso Macedo e o cardiologista Echenique chegaram ao condomínio do capitão por volta das 9h30. Um terceiro médico, identificado como Marcelo, os acompanhava.

“Ele não tem mais inclusão de ferro na veia, como estava sendo feito, não tem mais antibiótico na veia, não tá mais com home care do Einstein o tempo todo, que nós temos mantido. Então ele vai fazer uma intensa reposição nutricional e fisioterapia e, com certeza, pelo que nós conhecemos dele, quinta-feira que vem vamos liberá-lo para tudo que for necessário", garantiu o cirurgião Antônio Macedo.

Ainda segundo os médicos, apesar do quadro de Bolsonaro ter evoluído bem, ele ainda apresenta quadro de anemia, o que impossibilita a liberação completa do paciente.

Há uma semana, Macedo e Echenique estiveram com Bolsonaro e contraindicaram a ida dele ao debate da TV Globo com os presidenciáveis, no dia seguinte. O candidato acatou a sugestão e não foi ao encontro.

O cirurgião Antônio Luiz Macedo e o cardiologista Leandro Echenique, do Hospital Albert Einstein, na visita da semana passada — Foto: Reprodução/TV Globo

O cirurgião Antônio Luiz Macedo e o cardiologista Leandro Echenique, do Hospital Albert Einstein, na visita da semana passada — Foto: Reprodução/TV Globo

O cardiologista disse que faz uma semana que o candidato recebeu a última dose de antibióticos e não apresenta nenhuma infecção e não corre nenhum outro risco, mas ainda está enfraquecido. "Ele está tendo uma recuperação muito boa mas ainda recomendamos um repouso relativo para o término da recuperação", disse Echenique.

O cirurgião Macedo disse que uma pessoa que teve tanta perda de peso e massa muscular fica expostos a infecções, baixa de imunidade, queda de pressão e desmaios.

"Ele não pode fazer viagens, não pode fazer atividade física mais prolongada. Tem de ter um repouso relativo para a recuperação final dentro de casa. Ele pode sair de casa por períodos muito curtos. Ele tem o desejo de participar da campanha, mas no momento ainda não é recomendado", disse o médico.

Macedo disse que a retirada da bolsa de da colostomia deve ocorrer depois do dia 12 de dezembro. "Ela pode ser retirada a partir de três meses da cirurgia, que ocorreu no dia 12 de setembro. Ele vai escolher a data. Essa cirurgia é muito mais simples e a recuperação é de duas semanas", disse Macedo.

Campanha nas redes sociais

Enquanto não recebe alta médica, o candidato tem concedido entrevistas e falado nas redes sociais em casa. Nesta quarta-feira, em uma nova publicação na internet, ele falou sobre propostas para a economia.

Bolsonaro prometeu diminuir imposto, simplificar a cobrança deles e isentar do imposto de renda quem ganha até R$ 5 mil, além de reduzir a alíquota para quem ganha acima desse valor.

Na terça-feira, em uma entrevista, o candidato afirmou que, se eleito, vai apresentar já ao atual governo uma proposta de reforma da previdência.

“Em eu chegando lá, daí eu vou procurar o Governo para gente aprovar uma Reforma da Previdência, que tenha aceitação do Parlamento e a população entende como sendo justa e necessária. Eu acredito que a proposta do Temer, como está, se bem que ela mudou dia após dia, dificilmente ela vai ser aprovada. Seria bom nós contermos aqui os ralos, acabar com as incorporações. Quem sabe aumentar mais um ano o tempo de serviço para o trabalhador do serviço público.Eu acho que seria um grande passo no final do governo Temer”, disse.


'Eu vou até a enfermaria em que ele estiver', diz Haddad sobre debate com Bolsonaro

por Gabriela Canário 11 de Outubro de 2018 às 07:34
categoria: Eleições 2018

Em entrevista coletiva para jornalistas da imprensa internacional nesta quarta-feira (10) o candidato do PT à Presidência da República, Fernando Haddad, convocou o adversário Jair Bolsonaro (PSL) a comparecer aos debates televisivos. Bolsonaro afirmou que não irá ao primeiro debate do segundo turno por questão de saúde.

"Eu vou na enfermaria em que ele estiver para debater o país. Os brasileiros precisam saber a verdade sobre as coisas. Vamos tratar isso de forma adulta e não fazendo criancice na internet contando com a boa fé das pessoas que são crédulas. Muita gente acredita no que recebe no WhatsApp, mas lá você não tem o contraditório. No debate você tem", disse Haddad.

Ao falar sobre notícias falsas quem têm sido distribuídas durante a campanha, o petista afirmou que a Justiça brasileira não consegue conter os danos de imagem que elas produzem.

"A justiça cassa, vão lá e produzem outros (...) Eu entendo que no segundo turno o peso das fake news é menor, se tiver debate. Não há como se acovardar no debate. Ele vai ter que enfrentar. As atitudes covardes de redes sociais são impossíveis no debate face a face. Temos que passar a limpo muita coisa", disse.

'Erros' do PT

Questionado sobre por que o PT não admitia "erros" no governo, Haddad disse que sempre foi pessoalmente "crítico aos equívocos cometidos" em entrevistas e artigos que escreveu.

"A questão das desonerações (tributárias) foram, na minha opinião, um ponto. Inclusive reconhecido pela própria Dilma [Rousseff] de condução da política econômica no final do seu primeiro mandato. Eu tenho sido muito franco na análise que fiz dos nossos governos", afirmou.

Para Haddad, o maior erro do PT foi não ter feito uma reforma política.

"Na minha opinião o maior erro foi não ter feito a reforma política. Isso abriu brechas em todo o sistema político para que pessoas se comportassem de maneira equivocada. Tínhamos que ter enfrentado o debate sobre financiamento empresarial de campanha. Precisou o STF declarar inconstitucional. Eu penso que isso deve ser reconhecido. Erramos nesse aspecto. Tínhamos que ter enfrentado isso na primeira hora, em 2003", disse.

Venezuela

Perguntado sobre se acha que a Venezuela é uma democracia ou ditadura, Haddad defendeu a diplomacia para lidar com o país vizinho.

"O papel do Brasil é de líder do continente. Nós devemos ajudar os países que estão com problemas a encontrar um caminho de fortalecimento da soberania nacional e popular. Temos mecanismos para isso. Não precisamos tomar partido. Não precisamos de base militar. Não precisamos declarar guerra a vizinho nenhum. Isso é uma tradição da diplomacia brasileira", disse.

Haddad citou medidas adotadas pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Lula.

"Temos que retomar a boa diplomacia brasileira. A que não se envolve em conflitos internos. Respeita a autodeterminação dos povos, mas exerce a liderança", completou.

Ele afirmou ainda que pergunta deveria ser feita a Bolsonaro.

"Essa pergunta você deveria dirigir a quem defendeu a ditadura no Brasil, a tortura e a cultura do estupro, o meu adversário. Meu adversário até hoje defende torturadores abertamente", afirmou Haddad.

Nova logomarca

No segundo turno, a campanha de Fernando Haddad e Manuela D'Ávila fez ajustes para tentar atrair mais eleitores. Além de incorporar o ex-governador e senador eleito Jacques Wagner à coordenação da campanha presidencial, o PT reformulou a comunicação visual.

Nova logomarca da campanha de Fernando Haddad — Foto: Assessoria do PT

Nova logomarca da campanha de Fernando Haddad — Foto: Assessoria do PT

A principal mudança foi a retirada de Lula das peças publicitárias, tanto em relação a imagens quanto a menções ao nome do ex-presidente. Além disso, houve mudança na logomarca da campanha. A assessoria do PT informou que, nesta reta final, lançou um novo "enxoval" para a campanha de Haddad.

Peça da primeira fase da campanha de Haddad à Presidência, que exibia o ex-presidente Lula — Foto: Reprodução, PT

Peça da primeira fase da campanha de Haddad à Presidência, que exibia o ex-presidente Lula — Foto: Reprodução, PT

Uma das novas logomarcas do candidato petista não tem mais a tradicional cor vermelha do PT. Em outras, os tons em vermelho foram reduzidos e, no lugar, foram inseridos mais verde e amarelo.

G1


Cabo Daciolo pede anulação do 1º turno das eleições

por Adriana Rodrigues 10 de Outubro de 2018 às 17:41
categoria: Política

O deputado federal Cabo Daciolo (Patriota-RJ) pediu nesta quarta-feira (10) à presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, a anulação do primeiro turno das eleições e a adoção do sistema de cédulas. O parlamentar, que concorreu à Presidência da República, aponta que no último domingo (7) "inúmeras denúncias de mau funcionamento" e de "adulteração de grande contingente de urnas" surgiram em todas as regiões do País.

Daciolo encerrou o primeiro turno da eleição presidencial em sexto lugar, com 1,3 milhão de votos (1,26% do total), à frente do ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles (MDB) e da ambientalista Marina Silva (Rede).

Com Bíblia nas mãos, Daciolo vota no Rio de Janeiro

Ao chegar ao TSE para protocolar o pedido, Daciolo provocou um frenesi entre servidores da Corte Eleitoral, que largaram o trabalho para tirar fotos com o parlamentar. Daciolo atendeu aos pedidos de cada servidor e repetiu diversas vezes "Glória a Deus" em vídeos gravados dos celulares dos funcionários do TSE.

"A imprensa noticia que foram substituídas 2.400 urnas no primeiro turno, este número é exemplificativo de grave falha no sistema, seja por irregularidade técnica ou seja pelo indício de fraude, haja vista que certamente essas urnas que foram recolhidas refletem uma irregularidade sistêmica de grandes proporções que certamente não foi detectada", alega o parlamentar em sua petição.

Na noite do último domingo, o TSE informou que um total de 2.400 urnas foram substituídas no primeiro turno das eleições, uma queda de 54,50% no total de ocorrências em relação ao pleito de 2014 (5.275). O número de urnas trocadas representa apenas 0,46% do total de 454.493 urnas que foram utilizadas no primeiro turno.


Pesquisa: Bolsonaro tem 54% dos votos válidos; Haddad, 46%

por Adriana Rodrigues 10 de Outubro de 2018 às 17:34
categoria: Política

Na primeira pesquisa eleitoral do segundo turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) lidera a corrida pelo Palácio do Planalto com 54% das intenções de votos válidos. O petista Fernando Haddad tem 46%. O levantamento foi feito pela consultoria de pesquisa Ideia Big Data em parceria com VEJA.

A pesquisa ouviu presencialmente 2.036 eleitores das cinco regiões do país entre a última segunda e esta quarta-feira. A margem de erro é de 2,67% pontos percentuais para mais ou para menos. O número de registro no TSE é BR-09687/2018.

Bolsonaro chegou ao segundo turno com a preferência de 46,03% do eleitorado (ou 49,2 milhões de votos). Haddad teve 29,28% dos votos válidos (31,3 milhões de votos).

Ao considerar as respostas totais dos entrevistados, Bolsonaro tem 48% das intenções dos eleitores, enquanto Haddad, 41%. Votos brancos e nulos somam 7%, enquanto indecisos ou que não responderam atingiram 4%.

“Esse segundo turno é pautado por duas candidaturas extremamente opostas. Será muito difícil conseguir votos dos adversários. Portanto, a busca será pelos poucos indecisos e a conversão do branco/nulo. O que torna mais difícil o caminho do candidato do PT”, avalia Mauricio Moura, sócio da Ideia Big Data.