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Bolsonaro libera R$ 18 milhões para obras de Irmã Dulce na Bahia

por Milena Pacheco 16 de Outubro de 2019 às 13:04
categoria: Religião

(Arquidiocese de São Paulo)

Em solenidade nesta terça-feira 15 ao lado do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, o presidente Jair Bolsonaro assinou portaria que autoriza o repasse de 18 milhões de reais ao Hospital Santo Antônio (HSA) – Associação Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), em Salvador. A unidade de saúde é considerada o coração das obras sociais Irmã Dulce (1914-1962), religiosa proclamada a primeira santa nascida no Brasil, em cerimônia no Vaticano no último domingo.

O recurso federal será destinado ao custeio de estudos e pesquisas em saúde, à manutenção e reforma do hospital e à capacitação de recursos humanos. Atualmente, o complexo hospitalar realiza mais de 2 milhões de atendimentos por ano, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ao todo, o HSA dispõe de 954 leitos, que registram uma média de 17 mil internações e 12 mil cirurgias anuais. Além de um Centro de Tratamento Intensivo, o hospital oferece atendimento em 17 especialidades.

A unidade também é referência em reabilitação física, intelectual, auditiva e visual e em desintoxicação e tratamento a usuários de álcool. Por mês, são realizados 9,3 mil atendimentos para o tratamento do câncer. Além do atendimento em saúde, o Hospital Santo Antônio atua no ensino em saúde, com a oferta de residência médica e multiprofissional, e ensino em enfermagem.

Durante o evento, Bolsonaro saudou a santa e seu legado.  “Primeiramente, temos uma santa brasileira, Irmã Dulce dos Pobres. O que fica da obra dela é nós tentarmos ser, pelo menos um dia por ano, o que foi Irmã Dulce, uma mulher que levou esperança para muita gente, com seu sacrifício, sua abnegação e seu determinismo”, disse Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto que marcou a liberação de verbas para uma associação que leva o nome da santa. “Estamos muito felizes neste momento, afinal de contas, uma parte considerável da população brasileira é católica, e a grande parte é cristã”, acrescentou. (Fonte: Veja, com informações Agência Brasil)


Comunidade Irmã Dulce em Juazeiro realiza ato pela sua Canonização neste domingo (13)

por Milena Pacheco 8 de Outubro de 2019 às 10:46
categoria: Religião

(Foto: Reprodução)

A Paróquia Nossa Senhora de Fátima, da Diocese de Juazeiro (BA), em júbilo pela Canonização da de Irmã Dulce realiza Missa de Ação de Graças na comunidade de mesmo nome da Beata, no Residencial São Francisco neste domingo (13) a partir das 16h.

Haverá momento de acolhida, louvor, animação, meditação do terço e às 17h a Santa Missa presidida pelo Bispo Diocesano Dom Beto Breis, OFM.

Várias caravanas participam do ato, na mesma data em que o papa Francisco canonizará Irmã Dulce dos Pobres, a 37ª santa brasileira.

No Vaticano, a celebração deve contar com 30 bispos que irão especificamente para o evento, além dos 58 bispos que participam do Sínodo da Amazônia. Além disso, outros cerca de 100 sacerdotes devem estar na missa de canonização. (Fonte: Blog Nossa Voz)


Canonização de dom Hélder avança no Vaticano 20 anos após sua morte

por Milena Pacheco 26 de Agosto de 2019 às 11:43
categoria: Religião

O processo de reconhecimento como santo do religioso brasileiro dom Hélder Pessoa Câmara (1909-1999) entrará em nova etapa na semana que vem.

Foto: Carlos Teixeira/DP/Arquivo

Trata-se da abertura da fase romana das investigações. A morte do cearense com forte atuação em Pernambuco completa 20 anos nesta terça (27).

"O próximo passo será o papa reconhecer, em nome da Igreja, que dom Hélder praticou em grau heroico as virtudes cristãs. Aí ele será declarado venerável", disse à Folha Jociel Gomes, frade franciscano responsável por realizar o pedido junto ao Vaticano.

O processo de canonização de dom Hélder foi aberto oficialmente em fevereiro de 2015, nove meses depois de a Arquidiocese de Olinda e Recife solicitar a questão à cúpula da Igreja. Desde então, frei Jociel e sua equipe vasculharam sua biografia e ouviram pessoas que conviveram com o religioso.

O resultado, enviado ao Vaticano em dezembro, foi um dossiê de 197 páginas, com depoimentos de 54 pessoas.

Se dom Hélder for considerado venerável, relatos de milagres passam a ser compilados. Os casos selecionados são analisados por um junta de especialistas do Vaticano.

Para se tornar beato, é preciso ter um primeiro milagre reconhecido pela Igreja. A canonização, ou seja, o status de santo, só vem após um segundo milagre.

Neste ano, a freira baiana Irmã Dulce teve a sua canonização anunciada pelo Vaticano e será a primeira mulher nascida no Brasil e a se tornar santa. A cerimônia será em outubro.

Décimo primeiro filho de um jornalista e de uma professora primária, dom Hélder entrou para a vida religiosa em 1923, aos 14 anos, no Seminário da Prainha, instituição católica de sua cidade natal, Fortaleza.

Foi ordenado padre aos 22 anos. Ainda jovem, envolveu-se com causas sociais. Coordenou os chamados círculos operários cristãos e liderou a Juventude Operária Católica. Dedicou-se a atividades de lazer e alfabetização de jovens sem acesso à formação.

Também fundou, em 1933, a Sindicalização Operária Feminina, organismo que lutava por direitos de empregadas domésticas e lavadeiras.

Convidado pelo escritor e político Plínio Salgado (1895-1975), ingressou no grupo conservador e nacionalista Ação Integralista Brasileira. Foi considerado o maior propagandista do tema no Ceará.

Contudo se desiludiu rapidamente com o movimento, considerado de extrema-direita. Ao fim da década de 1930 se autodefinia como humanista integral e democrata cristão.

Dom Hélder teve papel importante durante a Segunda Guerra Mundial. Fundou a Comissão Católica Nacional de Imigração e trabalhou para acolher refugiados que chegavam ao país.

Tornou-se bispo aos 43 anos, em 1952. No mesmo ano, conseguiu a aprovação do Vaticano para criar a Conferência Nacional do Bispos do Brasil, a CNBB.

A partir de então passou a se dedicar a causas como a Cruzada São Sebastião, que resultou em conjuntos habitacionais para moradores de favelas, e o Banco da Providência, para atender aos sem renda.

Participou ativamente das quatro sessões do Concílio Ecumênico Vaticano 2º, nos anos 1960, e foi um dos proponentes do Pacto das Catacumbas, em que 42 sacerdotes de todo o mundo se comprometeram a assumir atitudes com o objetivo de reduzir a pobreza global.

O documento é considerado o embrião da Teologia da Libertação, corrente cristã que determina assumir "a opção preferencial pelos pobres".

Dom Hélder tornou-se arcebispo de Olinda e Recife em 1964. Foi um período de forte envolvimento com causas sociais, e ele se tornou um contraponto à ditadura militar.

Incentivou e fortaleceu as comunidades eclesiais de base e foi alçado ao posto de resistência ao regime. Passou a ser visto como líder na defesa dos direitos humanos.

Foi acusado de comunista, chamado de "arcebispo vermelho" e perseguido pelos militares, sobretudo depois do Ato Institucional nº 5.

Sua atuação leva a inferir que a eventual canonização, em um período como o atual, possa ser utilizada de forma política. Dom Hélder foi um dos interlocutores da família de Fernando Santa Cruz, militante de esquerda desaparecido durante o período da ditadura e alvo de recente ataque do presidente Jair Bolsonaro.

Frei Jociel descarta o uso político. "Dom Hélder foi um homem altamente coerente com a doutrina social da Igreja, um homem profundamente evangélico no sentido de que colocou em prática a opção preferencial pelos pobres e a busca da justiça e da paz", afirma.

Em uma de suas frases famosas, dom Hélder disse: "Quando dou comida aos pobres, me chamam de santo; quando pergunto por que eles são pobres, chamam-me de comunista".

"O discurso fajuto atual que diz que aquele que busca uma sociedade melhor é comunista é completamente anacrônico", diz frei Marcelo Toyansk Guimarães, da Comissão Justiça, Paz e Integridade da Criação dos Frades Capuchinhos do Brasil. "Dom Hélder nos ilumina como aquele que defende os direitos humanos, o direito à vida, o direito dos pobres em um momento difícil."

Para o religioso brasileiro Reginaldo Roberto Luiz, padre que trabalha com processos de canonização no Vaticano, o envolvimento político de dom Hélder deve exigir um maior detalhamento nos pareceres da canonização.

"Trata-se de uma figura muito controversa da política. Isso precisará ser esclarecido durante o processo", diz. "[A canonização] vai demorar porque certamente será um processo muito detalhado para explicar e esclarecer, minuciosamente, a sua biografia."

À reportagem da Folha de S.Paulo ele comparou o caso com o do arcebispo de San Salvador (El Salvador) Óscar Romero (1917-1980), canonizado em 2018. Há semelhanças: Romero também lutou contra a ditadura em seu país e era adepto da Teologia da Libertação.

"Mas ele foi mártir -o que é uma 'vantagem' em processos de canonização", ressalta Roberto Luiz. Romero foi assassinado por um atirador de elite do exército salvadorenho enquanto celebrava uma missa.

Dom Hélder realizou diversas viagens ao exterior para denunciar os abusos da ditadura brasileira. Isso lhe rendeu títulos honoris causa de universidades de 32 universidades estrangeiras. Também foi indicado quatro vezes ao Nobel da Paz. Em 2017, foi declarado Patrono Brasileiro dos Direitos Humanos, em lei federal.

"Dom Hélder dedicou toda a sua vida à defesa da vida e da dignidade dos mais pobres. Convocou toda a sociedade para uma ação não violenta em favor da justiça e da paz", diz Marcelo Barros, 74, monge beneditino e biógrafo de dom Hélder Câmara. (Fonte: Diário de Pernambuco/Foto: Carlos Teixeira/DP/Arquivo)


Missa em homenagem a Eduardo Campos é celebrada no Recife

por Adriana Rodrigues 14 de Agosto de 2018 às 08:25
categoria: Religião

Uma missa em homenagem ao ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos está sendo celebrada na noite desta segunda-feira (13) na Igreja Matriz de Casa Forte, na Zona Norte do Recife. Campos morreu há quatro anos em um acidente aéreo em Santos, em São Paulo, em plena campanha presidencial, que também vitimou seus assessores.

Na celebração, estão presentes os familiares do ex-governador; o prefeito do Recife, Geraldo Julio; e secretários estaduais e municipais, entre eles Fred Amâncio, Pedro Eurico, Sileno Guedes e Antônio Figueira. O presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-PE), Marcos Loreto, também está presente. A missa é celebrada pelo Monsenhor Luciano Brito, vigário-geral da Arquidiocese Olinda e Recife. "Essa frase marcou para sempre todos nós: 'não vamos desistir do Brasil'. Parafraseando Eduardo Campos, em entrevista ao Jornal Nacional, não vamos desistir da família", disse o religioso.


Bispo convoca fiéis a colaborar com restauro do Palácio e evita comentar sobre shopping popular

por Karine Paixão 23 de Março de 2018 às 12:23
categoria: Religião

Contando com a presença dos representantes das paróquias que pertencem a Diocese de Petrolina, integrantes da comunidade leiga da Igreja Católica, órgãos de imprensa e vários colaboradores, foi lançada na manhã desta sexta-feira (23) a Campanha de Restauro do Palácio Diocesano. Apresentada pelo bispo Dom Francisco Canindé Palhano, a mobilização envolve a captação de recursos através da venda de bilhetes de sorteio do cinco motocicletas de diversos modelos. As cartelas já começaram a ser distribuídas entre os presentes que prometeram se empenhar para a obra seja iniciada. Três arquitetos se voluntariaram a elaborar e executar o projeto, com a promessa de manter toda a estrutura original. 

“Na verdade, tudo já foi iniciado quando os arquitetos se colocaram a disposição para gratuitamente dar os passos necessários para fazerem os pré-projetos e os projetos serem aprovados e o começo de verdade já aconteceu e agora de maneira oficial com esse lançamento que nós fizemos”, revelou Dom Francisco em entrevista ao Nossa Voz.

Questionado sobre a construção de um shopping popular no terreno do Palácio Diocesano, o bispo de Petrolina limitou-se numa breve resposta. “Nós agora estamos falando do restauro”. A equipe que vai elaborar o projeto assumiu a missão de preservar a arquitetura original. “Esse é um novo grupo que vai pensar e pensar com muito critério para fazer efetivamente o melhor. O projeto, a propósito se chama restauro. E o que é um restauro? É aquilo que nos volta para o original. Claro que nós vimos a situação como é que está e nós queremos a janela no mesmo lugar, uma janela tratada, enfim, que possa preservar aquilo que é de verdade essa beleza arquitetônica”. 

Sobre a possibilidade de abrir o Palácio Diocesano para visitação após o término da obra, Dom Francisco explica que isso ainda não foi definino. “Ainda não foi pensado nada disso. Estamos cuidando do restauro do Palácio que é uma residência. Então como é que nas nossas residências acontecem as visitas? De forma muito restrita porque tem a intimidade da família, como no Palácio tem a intimidade de todos que vão morar aqui como o bispo, seus assessores, secretário, entendeu? Funciona desse jeito. Por enquanto nós estamos preocupados em dar esse primeiro passo que é pensar que é construir esse restauro. Isso para nós é o mais importante”, destacou. 

Integrante da equipe de restauro, o arquiteto Sílvio Maniçoba explica que antes de iniciar a parte prática do projeto é necessário catalogar toda a estrutura. “Essa é a segunda vez que nós nos reunimos. Mas já temos uma linha inicial que seria fazer o cadastro de todo o prédio, de toda área externa e em cima desse cadastro, através de pesquisas, documentos, fotos, conversar com as pessoas antigas, a gente montar ou traçar como começaremos essa obra física. Já sabemos mais ou menos o que tem que ser feito”. 

Mesmo estando na parte embrionária, Maniçoba revela os pontos que já foram definidos. “Pensamos, por exemplo, os aposentos do bispo, dos padres que virão morar no Palácio, já pensamos   na implantação de um elevador que não choque com a fachada, com o exterior. Embutir toda essa parte de ar condicionado e instalações elétricas que foram feitas durante os anos. Tudo tem que ser muito bem cuidado. Talvez a grade lateral que antigamente existia no Palácio para ter uma visão melhor da esquina na Pacífico da Luz. Tudo é preliminar, é o segundo encontro nosso, mas a gente já está com uma linha bastante definida quanto a isso”. 

Os custos, segundo o arquiteto, ainda não podem ser repassados. “É muito difícil prever um orçamento porque cada ação a gente vai descobrindo coisas e fica muito difícil definir de quanto seria esse custo”. 

Mas o profissional reforça o empenho em realizar a obra de forma atisfatória. “É uma nova equipe. Fomos convocados por Dom Francisco e aí nos colocamos nós três, Estênio Nune e Doroteia, então estamos abertos. Somos uma comissão e teremos que convocar engenheiros porque vai mexer com estrutura, temos que envolver as pessoas de um modo geral que possa contribuir, colaborar de maneira geral. É um trabalho de doação e é muito orgulho da gente poder participar desse restauro do Palácio”, reforçou. 


Renovação de alvarás do serviço de transporte público pode ser feito online em Petrolina

por Adriana Rodrigues 14 de Março de 2018 às 15:25
categoria: Religião

Desde janeiro, a Autarquia Municipal de Mobilidade (Ammpla) está renovando os alvarás de transporte público complementar e individual de passageiros de Petrolina. O documento concedido ao permissionário do serviço legaliza o exercício da profissão e é emitido anualmente e segue o calendário do órgão. Este ano, a novidade é que o agendamento para renovação do Alvará pode ser feito online, através do link https://ammpla.interage.in/publico. Em seguida, basta o motorista informar o número do Termo de Permissão (TP) e o CPF ou CNPJ do proprietário do veículo.

Após preencher essas informações, o motorista vai enviar os seguintes documentos digitalizados: cópias dos documentos pessoais, comprovante de residência, Certificado de Registro de Veículo (CRV), certidão negativa de antecedentes criminais dos estados da Bahia e Pernambuco, certidão de nada consta da habilitação, e a comprovação dos cursos de especialização. Poderão ser requisitados outros documentos dependendo da categoria do veículo. Após isso, ele receberá o boleto para pagamento das taxas e saberá a data para comparecer no Sest/Senat, no bairro KM 2, para fazer as vistorias.

O cronograma de vistorias é o seguinte:

– Para transportes complementares, táxi, fretamento e turismos, a primeira vistoria vai até 16 de abril, e a segunda, de 2 de julho a 1º de agosto;

– Para mototaxistas, a vistoria acontece até 30 de abril;

– Para a categoria escolar, a primeira vistoria vai até 30 de março; a segunda, de 15 de junho a 16 de julho; e a terceira, de 1º a 30 de outubro.


Petrolina se prepara para festa de acolhida ao novo bispo diocesano

por Adriana Rodrigues 2 de Março de 2018 às 14:15
categoria: Religião

Petrolina se prepara para dar as boas vindas ao novo bispo diocesano Dom Francisco Canindé Palhano. Um momento de alegrias para todos os que aguardaram ansiosos por um novo pastor. Com o lema “É necessário que ele reine”, dom Francisco Canindé chega na diocese de Petrolina para pastorear as ovelhas cristãs católicas que o aguardam desejosos de renovações para tantos leigos e leigas que vivem o Ano do Laicato, trabalhando diariamente em ser Sal da terra e Luz no mundo.

Ás 16h está programada a concentração dos fiéis, para o acolhimento cristão. A chegada do reverendo está prevista para as 17h. Como virá de Senhor do Bom Fim, ele atravessará o Rio São Francisco de barquinho, como simbolismo as dioceses que tem suas sedes banhadas pelo Rico Chico e como apelo a preservação do Rio. Em seguida ele será conduzido até a igreja matriz, onde acontecerá o primeiro cerimonial com a acolhida do prefeito Miguel Coelho, logo após será acompanhado pelo cortejo de fiéis até a praça Dom Malam depositar flores e se dirige a Catedral para o ritual católico. Para o Padre Augusto a figura do bispo representa a unidade. O indicado para conduzir o rebanho de Deus mundo a fora. "O sentido para a diocese é aquele que chega para ocupa a cadeira que estava vazia. É um momento que desperta o chamamento para a vivência da prática do bem", ressalta.

Sobre o Bispo

Natural de São José de Mipibu (RN), Dom Francisco nasceu em primeiro de fevereiro de 1949. Foi ordenado sacerdote, na Igreja de Sant’Ana e São Joaquim, em São José de Mipibu, em 2 de fevereiro de 1975, pelo então arcebispo de Natal, Dom Nivaldo Monte. Dom Francisco é mestre em Teologia Moral, pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma. Dom Francisco, chama atenção um detalhe, pois seu nome é Francisco, nomeado pelo Santo Padre o papa Francisco e chega na nova diocese atravessando o Rio São Francisco, o Velho Chico e toma posse no Ano diocesano do Rio São Francisco.


Prefeitura e Diocese discutem esquema para chegada do novo bispo de Petrolina

por Simone Marques 16 de Fevereiro de 2018 às 15:53
categoria: Religião

Uma equipe da Prefeitura de Petrolina se reuniu, nesta sexta-feira (16), com os representantes da Diocese, Vital Maurilo e Paulo César Gomes, para discutir um esquema para a chegada do novo bispo da cidade, Dom Francisco Canindé Palhano. A ideia é articular a melhor logística para a recepção marcada para às 17h do dia 03 de março. 

Durante o encontro, realizado na sede da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Sustentabilidade (SEDURBS), foram apresentados 11 ítens para discussão, desde solicitações de limpeza, reforço de iluminação, poda de árvores até intervenções no trânsito e logística de segurança pública. 

O secretário da SEDURBS, Eduardo Carvalho, já colocou as equipes de limpeza e manutenção à disposição, assim como a Guarda Civil Municipal e a diretoria de Disciplinamento Urbano. “Este será um momento histórico para Petrolina, o prefeito Miguel Coelho orientou dar toda a atenção possível para que o evento seja organizado e seguro como deve ser. Vamos continuar conversando com todos os envolvidos para garantir o sucesso da recepção ao novo bispo”, destaca Carvalho. 

Contando também com a presença dos secretários-executivos de Serviços Públicos, Fred Machado e Segurança Pública, José Silvestre e da engenheira de tráfego da Autarquia Municipal de Mobilidade de Petrolina (AMMPLA), Paula Lopes, este foi o primeiro encontro para discutir a proposta apresentada pela Diocese. Outros devem ser marcados, inclusive com o Exército Brasileiro e as polícias Civil e Militar, para definir toda a logística necessária para a realização do receptivo.

 


Diocese de Juazeiro lança Campanha da Fraternidade 2018 com dados sobre violência no campo e contra a mulher

por Simone Marques 15 de Fevereiro de 2018 às 09:53
categoria: Religião

Com o tema “Fraternidade e superação da violência” e lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), o lançamento da Campanha da Fraternidade 2018 apresentou histórias de pessoas que lutam pela superação da violência durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (14).

Com esta iniciativa, a Diocese de Juazeiro e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convidam todos os homens e mulheres de boa vontade para percorrer o caminho da superação da violência crescente em todos os níveis. Violência de morte, de abuso de poder, de descarte da pessoa, de quebra de relações de confiança, de degradação da família, de ganância e corrupção, de marginalização da infância e da adolescência.

"Sabemos que a violência assusta e tem crescido. Só no interior da Bahia foram assassinadas mais de 3.300 pessoas, um número que assusta. Um sistema que gera a exclusão social, que gera a miséria no povo e nos coloca um desafio, um esforço de toda a sociedade para a realização de um mutirão", enfatiza o bispo diocesano Dom Beto Breis.

A coordenadora da Pastoral da Mulher em Juazeiro Fernanda Lins apresentou dados relevantes sobre a violência, fruto da sociedade, principalmente nos casos de prostituição na cidade.

"A pastoral atua a favor das mulheres, a exemplo da prostituição, que são muito mais violentas por exercerem essa profissão, pois a sociedade julga e aponta. Nós atuamos em 23 espaços de prostituição em Juazeiro como mulheres entre 18 e 29 anos, uma boa parte apresenta apenas o ensino fundamental II, equivalente a 42%. A maioria dos agressores são os maridos (companheiros) e detectamos que elas não conseguem enxergar os calotes que sofrem dos homens e nossa luta continua com os trabalhos de assistência”, disse.

A realidade dos conflitos nos campos são inúmeras na região. Desde 1995 a Comissão Pastoral da Terra começou a publicar dados da violência dos últimos anos, que tem piorado, principalmente nos municípios de Casa Nova e Campo Alegre de Lourdes na Bahia.

"O ano passado foi um dos mais sangrentos, o tempo do terror, pois temos uma realidade de teimosia e resistência das comunidades, a lei diz que o governo deveria regularizar as terras em nome dos que habitam na localidade. Muitas pessoas foram ameaçadas de mortes e ainda são assassinadas. Mais de 13.500 pessoas na Bahia participaram de conflitos de terra só em 2016, em ocupações, o trabalho escravo aumentou. Na nossa região, a prática tem se dado com os grileiros, só em Casa Nova mais de mil famílias sofrem porque em fazendas estão realizando a plantação de eucaliptos e muitos empresários tiram o direito à terra das pessoas que sofrem violência", ressaltou a coordenadora da Comissão Pastoral da Terra, Marina Rocha.

Ainda de acordo com a CPT, as comunidades persistem em permanecer nos territórios. Em 2017, foram assassinadas 65 pessoas, vítimas da violência no campo e o nível de crueldade aumentou com a retomada dos massacres. As áreas de pesquisas de minério na região também contribuem com a prática dos conflitos.

O pároco da Paróquia Nossa Senhora das Grotas Josemar Mota, enfatizou o tempo favorável, a quaresma, como um momento de reflexão, oração, partilha e humildade levando o amor ao próximo.

"Esse é o tempo em que todas as comunidades da Diocese realizam momentos de reflexão, celebrações e motivam os fiéis a seguir o exemplo de Jesus de amar ao próximo. Esses momentos são marcados durante os 40 dias, onde apresentamos a tradicional Caminhada da Penitência e Semana Santa", concluiu o padre.


Campanha da fraternidade 2018 discute como superar a violência

por Adriana Rodrigues 14 de Fevereiro de 2018 às 11:20
categoria: Religião

Tudo pronto para campanha da fraternidade (CF) 2018. A edição deste ano será lançada em uma cerimônia no auditório da sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília (DF). O evento acontecerá logo mais 14  às 10h.

Com o tema “Fraternidade e superação da violência” e lema “Vós sois todos irmãos” (Mt 23,8), a solenidade de lançamento da CF 2018 apresentará histórias de pessoas que lutam pela superação da violência. Um videodocumentário da CF, trabalho do padre Vilson Groh, e a mensagem do Papa Francisco para o período da Quaresma serão apresentados no dia do evento. Ao final da cerimônia de lançamento, a CNBB realizará uma coletiva de imprensa.

Sobre a importância do tema e da vivência dele por toda a sociedade, Padre Emanuel, disse que o tema será abordado "através das celebrações, da conscientização, de reflexões, nos grupos e movimentos. Segundo ele, é uma chamada de consciência para superação da violência, que pode começar no coração de cada um.  Para o padre, sem a justiça social não haverá superação.