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Sarampo: ministério recomenda vacinação de crianças que vão viajar

por Milena Pacheco 7 de Agosto de 2019 às 10:43
categoria: Saúde

Alerta vale para 39 cidades de São Paulo, Pará ou Rio de Janeiro

O Ministério da Saúde soltou nesta terça-feira (6) um comunicado alertando pais, mães e responsáveis que vão viajar com seus filhos de seis meses a menores de um ano de idade para 39 cidades dos estados de São Paulo, Pará ou Rio de Janeiro, onde há surto ativo do sarampo, para que vacinem seus filhos. A recomendação é que todas essas crianças sejam imunizadas contra a doença no período mínimo de 15 dias antes da data prevista para a viagem. Além de proteger, a medida de segurança pretende interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo no país.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Segundo o Ministério, a vacina não substitui e não será considerada válida para fins do calendário nacional de vacinação da criança. Assim, além dessa dose que está sendo aplicada agora, os pais e responsáveis devem levar os filhos para tomar a vacina tríplice viral (D1) aos 12 meses de idade (1ª dose); e aos 15 meses (2ªdose) para tomar a vacina tetra viral ou a tríplice viral + varicela. A vacinação de rotina das crianças deve ser mantida independentemente do planejamento de viagens para os locais com surto ativo do sarampo ou não.

No estado de São Paulo, as cidades com registro de sarampo, segundo o Ministério da Saúde, são: São Paulo, Santos, Fernandópolis, Santo André, Guarulhos, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Ribeirão Pires, Mairiporã, Pindamonhangaba, Sorocaba, Diadema, Indaiatuba, Osasco, Barueri, Caçapava, Caieiras, Embu, Estrela D’Oeste, Francisco Morato, Hortolândia, Itapetininga, Itaquaquecetuba, Jales, Mogi das Cruzes, Peruíbe, Praia Grande, Ribeirão Preto, São José dos Campos, Taboão da Serra e Taubaté. No estado do Rio de Janeiro: Rio de Janeiro, Paraty e Nilópolis. No Pará: Monte Alegre, Santarém, Porto do Moz e Prainha.

O Ministério da Saúde registrou, entre os dias 05 de maio e 03 de agosto deste ano, 907 casos confirmados de sarampo no Brasil, em três estados: São Paulo (901 casos), Rio de Janeiro (5) e Bahia (1). (Fonte: agenciabrasil.ebc)


Mutirão de cirurgias atenderá cerca de 120 crianças em hospital de Petrolina

por Milena Pacheco 1 de Agosto de 2019 às 11:49
categoria: Saúde

(Foto: Divulgação)

A Prefeitura de Petrolina e o Hospital Geral e Urgência (HGU), realizam mutirão organizado pela Secretaria de Saúde que vai tirar cerca de 120 crianças da fila de espera por cirurgias de fimose na cidade. A ação faz parte do projeto ‘Saúde em Dia’.

Os procedimentos estão sendo possíveis através de parcerias com clínicas e hospitais privados, que oferecem seus serviços permitindo a compensação em dívidas com a prefeitura, a exemplo de Imposto Sobre Serviço (ISS) vencido.

De acordo com a secretária executiva de Gestão em Saúde, Cássia Guimarães, o ‘Saúde em Dia’ representa um grande avanço nos serviços ofertados à população petrolinense. “Fizemos o levantamento dessas crianças que necessitam desse procedimento e estamos marcando a consulta pré-cirúrgica, ligando para os pacientes e informando. Porém, a nossa equipe está tendo dificuldade com alguns números informados nas guias. Então, é importante que as pessoas atualizem seus cadastros nas unidades básicas de saúde”, explicou.

Além da dificuldade na localização do paciente, a secretária executiva ainda reforça para que as pessoas não faltem aos atendimentos agendados. A orientação é que o paciente que estiver impossibilitado de ir aos agendamentos comunique em tempo hábil à unidade de saúde. “Isso permitirá que a equipe de marcação aproveite a vaga para outra pessoa que está aguardando”, alertou a secretária. (Com informações: Ascom/ PMP)


Sesab emite alerta para surto de sarampo na Bahia

por Milena Pacheco 30 de Julho de 2019 às 16:27
categoria: Saúde

A Secretaria da Saúde do Estado (Sesab) divulgou nesta segunda-feira (29) um alerta para o surto de sarampo no estado após confirmar três casos importados de sarampo.

(Foto: Reprodução)

“Todos os municípios devem se manter em alerta para a identificação precoce de casos suspeitos, que se enquadrem na seguinte definição: pessoa com febre e exantema, acompanhada de tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite, independente da idade e situação vacinal anterior”, afirma Akemi Chastinet, coordenadora do Programa de Imunização da Sesab.

Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica da pasta, a primeiro ocorrência foi de pessoa residente em São Paulo que chegou a Porto Seguro no mês de junho. Os outros dois casos foram de uma pessoa que saiu de São Paulo para Salvador e de uma menor de 12 anos que que viajou da capital baiana para a Espanha.

Para os profissionais de saúde, a recomendação é que seja feita a imediata notificação de todo caso suspeito de sarampo, independente da idade e da situação vacinal anterior; o bloqueio imediato após exposição, contemplando os contatos diretos e indiretos suscetíveis na faixa etária de 6 a 49 anos. “Contatos acima de 50 anos que não comprovarem nenhuma dose da vacina com o componente do sarampo devem receber uma dose da vacina tríplice viral”, completa Akemi.

Outra recomendação que está sendo feita para os profissionais de saúde é a intensificação vacinal com tríplice viral visando a melhoria da cobertura, de forma seletiva, conforme o calendário de vacinação, além da notificação imediata dos casos suspeitos, da busca ativa de casos suspeitos, e a capacitação das equipes municipais.

Crianças são as mais afetadas

O sarampo é uma doença viral aguda, considerada uma das mais contagiosas, com potencial para ser extremamente grave, afetando principalmente crianças menores de 5 anos, especialmente as mal nutridas e bebês não vacinados, mas que pode acometer também pessoas em qualquer idade não vacinadas.

Os principais sintomas do sarampo são tosse, em geral seca e irritativa; febre alta; coriza, sensibilidade à luz; manchas vermelhas na pele e dores no corpo. Entre as complicações que podem advir da doença estão: infecções respiratórias, inflamação nos ouvidos, encefalite com dano cerebral, surdez e lesões severas de pele. Em gestantes, o sarampo pode provocar aborto ou parto prematuro. (Fonte: Bahia.ba)


UPAE/IMIP de Petrolina celebra 6 anos com 560 mil atendimentos médicos e 3 milhões de procedimentos

por Milena Pacheco 30 de Julho de 2019 às 11:15
categoria: Saúde

A Unidade de Pronto Atendimento e Atenção Especializada de Petrolina (UPAE/IMIP) comemora 6 anos nesta segunda-feira (29) e apresenta seus números, que refletem os esforços diários de 301 funcionários, além dos colaboradores e prestadores de serviço.

Foto: reprodução

Somente na urgência e emergência (UPA 24h) foram somados aproximadamente 560 mil atendimentos médicos, 38 mil atendimentos odontológicos, 31 mil passagens pelo serviço social e mais de 3 milhões de procedimentos realizados.

Já no serviço de especialidades foram contabilizadas 319 mil consultas médicas, 65 mil consultas com a equipe multiprofissional, 76 mil sessões de fisioterapia, quase 36 mil cirurgias e 824 mil exames de imagem, diagnósticos e laboratoriais.

“Aliados a isso, temos um serviço aprovado por 86% dos seus usuários, que apresenta um nível de resolutividade de 97%, que atende entre 75 e 80% da demanda de urgência e emergência SUS adulto de Petrolina, e que é indicado por mais de 80% dos seus pacientes”, acrescenta a coordenadora geral, Grazziela Franklin.

Diante dos dados é possível constatar que a UPAE de Petrolina cumpre bem o seu papel na descentralização da assistência à saúde (de complexidade intermediária) em Pernambuco. A Unidade, inclusive, ultrapassa todas as suas metas contratuais e colabora significativamente para diminuir a demanda reprimida por cirurgias de pequeno e médio porte dos 7 municípios de referência, assim como ajuda a reduzir a fila de espera por consultas com especialistas.

“Em geral, a gente faz bem acima do que a gente pode. Mas, apesar disso, os nossos motivos maiores são para comemorar. A família UPAE é um exemplo de dedicação e superação. Costumo dizer que a nossa Unidade não é apenas os seus números, sua estrutura física, ou os serviços que oferece. Ela é um somatório de gente, que resolveu fazer a diferença na saúde pública e prestar o melhor serviço que pode à população”, reconhece. (Fonte: Blog Nossa Voz)


Cubanos que atuaram no Mais Médicos terão direito à residência no Brasil

por Milena Pacheco 29 de Julho de 2019 às 11:01
categoria: Saúde

Interessados devem apresentar requerimento na Polícia Federal e prazo da autorização de residência será de dois anos

Os profissionais de Cuba que atuaram programa Mais Médicos vão poder solicitar autorização de residência no Brasil, de acordo com portaria publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, 29. Os interessados devem apresentar o requerimento em uma das unidades da Polícia Federal e prazo da autorização de residência será de dois anos.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Além de foto e documentos de identidade, os cubanos devem entregar declaração de que participaram do programa, certidão de antecedentes criminais dos Estados em que residiu no Brasil e de ausência de antecedentes criminais em qualquer outro país nos últimos cinco anos.

Cubanos chegaram ao País em 2013; hoje, estimativa é de que 2 mil ainda estejam aqui 

Estima-se que, dos 8 mil profissionais que vieram para o Brasil para trabalhar no programa, cerca de 2 mil permaneceram no País após o fim do acordo de colaboração entre Brasil e Cuba, que foi rompido em novembro do ano passado.

A ruptura se deu por iniciativa do governo cubano em resposta a críticas feitas pelo presidente Jair Bolsonaro, que comparou os profissionais a escravos.   

A portaria diz ainda que, antes da expiração do prazo de dois anos, será possível solicitar a autorização de residência por tempo indeterminado, desde que o interessado comprove meios de subsistência, não tenha se ausentado do Brasil por mais de 90 dias por ano e não tenha registros criminais.

"É garantida ao migrante beneficiado por esta Portaria a possibilidade de livre exercício da atividade laboral no Brasil", diz o texto.

A autorização de residência implica na desistência da solicitação de reconhecimento da condição de refugiado pelos profissionais. (Fonte: estadao)


Obesidade volta a crescer no país e atinge maior índice em 13 anos

por Milena Pacheco 26 de Julho de 2019 às 13:53
categoria: Saúde

O alerta é do Vigitel, pesquisa do Ministério da Saúde que investiga hábitos de vida e fatores de risco de doenças crônicas, problema que hoje representa um dos principais impactos no SUS. 

Os dados mostram que, em 2018, 19,8% dos entrevistados estavam obesos. Embora já apresentasse aumento desde 2006, nos últimos três anos, esse índice estava estagnado em 18,9%. Agora, voltou a crescer, aumentando a preocupação sobre o risco de doenças ligadas à obesidade, como hipertensão e diabetes. Outro alerta é com o índice de brasileiros com excesso de peso, que tem aumentado nos últimos anos. Hoje, 55,7% da população está dentro desse patamar.

(Foto: Reprodução)

O cálculo das categorias é feito por meio das informações de peso e altura, usadas para verificar o IMC (índice de massa corporal, que é o peso dividido pela altura ao quadrado). Se igual ou acima de 25 kg/m², há excesso de peso. Para 30 kg/m², obesidade. A pesquisa mostra ainda que o crescimento da obesidade tem sido maior entre adultos de 25 a 34 anos e 35 a 44 anos -grupos que apresentaram aumento de 84,2% e 81,1%, respectivamente. 

Em 2018, o índice de obesidade foi pouco maior entre as mulheres em relação aos homens: 20,7% de mulheres, contra 18,7% de homens. Ao todo, a pesquisa ouviu 52.395 pessoas acima de 18 anos em todas as capitais do país e no Distrito Federal entre fevereiro e dezembro de 2018.

Nem tudo, porém, é má notícia. Segundo a pesquisa, o índice de brasileiros que afirmam consumir frutas e verduras e fazer atividades físicas vêm crescendo. Mas ainda não o suficiente para deter o avanço da obesidade.

Um exemplo desse pontapé em uma mudança de hábitos é que, em 2008, 20% dos adultos consumiam regularmente frutas e verduras. Em 2018, esse índice passou para 23,1%. “É um número ainda baixo, mas há tendência de aumento. Precisamos aumentar informações e campanhas para que a população adote mais esses hábitos”, disse o secretário de vigilância em saúde do ministério, Wanderson Oliveira.

Outro sinal de mudança na alimentação é que o consumo de bebidas açucaradas, como refrigerantes, caiu 53,4%. Já a prática de atividade física cresceu 23,7%. (Fonte: Bahia Notícias)


CTA de Petrolina realiza testes rápidos de hepatites nesta sexta (26)

por Milena Pacheco 24 de Julho de 2019 às 16:52
categoria: Saúde

No período de 2017 a 2019, Petrolina notificou 115 casos de hepatites B e C. Este ano já foram contabilizados oito casos do tipo B e três notificações para a hepatite C. Para conscientizar sobre a importância da prevenção da doença no Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, a Prefeitura de Petrolina promove uma programação especial.

Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (26), a partir das 8h, no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA), que funciona ao lado da Secretaria de Saúde, serão feitos testes rápidos para detecção da doença. “O teste rápido é uma forma de triagem e caso o resultado seja reagente são necessárias a realização de outros exames, após a confirmação o paciente é direcionado para o tratamento ofertado gratuitamente”, explicou a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro.

Sobre a Hepatite

A doença pode ser provocada por diversos vírus hepatotrópicos, ou seja, vírus que tem afinidade pelo fígado e apresentam características de importância epidemiológica, clínica e laboratorial diferentes, é de notificação compulsória e pode se manifestar de forma sintomática ou assintomática. Do ponto de vista epidemiológico os mais relevantes são os vírus A, B, C, D e E.

Os tipos A e E são de transmissão via fecal-oral e estão relacionados à higiene pessoal e qualidade da água e alimentos. Os tipos B, C e D são de transmissão pelo sangue e sexual. Para a hepatite C, a contaminação pode ocorrer pelo compartilhamento de objetos.(Fonte: Blog Nossa Voz)


ERRATA: Número de pacientes com hepatite cai 7% em 10 anos no Brasil

por Milena Pacheco 22 de Julho de 2019 às 10:32
categoria: Saúde

O número de pacientes notificados com casos de hepatites virais no Brasil caiu 7% entre 2008 e 2018, de acordo com o Boletim Epidemiológico de Hepatites Virais 2019 divulgado hoje (22) pelo Ministério da Saúde. Em 2008, foram registrados 45.410 casos. Dez anos depois, o número passou para 42.383 casos.

O levantamento aponta ainda queda de 9% no total de mortes causadas pela doença no país, saindo de 2.362 óbitos em 2007 para 2.156 em 2017. 

Foto: EBC

A hepatite é a inflamação do fígado. Ela pode ser causada por vírus ou pelo uso de alguns remédios, álcool e outras drogas, assim como por doenças autoimunes, metabólicas e genéticas.

De acordo com o Ministério da Saúde, são doenças silenciosas que nem sempre apresentam sintomas, mas quando estes aparecem, podem ser cansaço, febre, mal-estar, tontura, enjoo, vômitos, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

No Brasil, as hepatites virais mais comuns são as causadas pelos vírus A, B e C. Existem, ainda, os vírus D e E, esse último mais frequente na África e na Ásia.

Tipo de hepatite

De 2000 a 2017, foram identificados no Brasil, segundo o boletim, 70.671 óbitos por causas básicas e associadas às hepatites virais dos tipos A, B, C e D. Desses, 1,6% foi associado à hepatite viral A; 21,3% à hepatite B; 76% à hepatite C e 1,1% à hepatite D.

O boletim mostra que o tipo C da doença, além de ser o mais letal, é o mais prevalente. Ao todo, 26.167 casos foram notificados em 2018.

A doença é transmitida por sangue contaminado, sexo desprotegido e compartilhamento de objetos cortantes.

O maior número de pessoas com hepatite C se concentra em pessoas acima dos 40 anos. A hepatite C nem sempre apresenta sintomas.

Por isso, o Ministério da Saúde estima que, atualmente, mais de 500 mil pessoas convivam com o vírus C da hepatite e ainda não sabem.

Foram notificados ainda 2.149 casos de hepatite A no Brasil. A transmissão mais comum desse tipo da doença é pela água e alimentos contaminados. O tratamento geralmente evolui para cura.   

Também foram registrados 13.992 casos de hepatite B, que pode ser transmitida pelo contato com sangue contaminado, sexo desprotegido, compartilhamento de objetos cortantes e de uso pessoal e pode também ser transmitida de mãe para filho.

Já a hepatite D foi registrada em 145 pacientes. A infecção ocorre quando a pessoa já contraiu o vírus tipo B.

Os sintomas da hepatite D são silenciosos e a doença é combatida por meio da vacina contra a hepatite B que também protege contra a D.

Combate

Nas vésperas do Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais, dia 28 de julho, o Ministério da Saúde alerta para a importância do diagnóstico e tratamento da doença.

“Estamos garantindo prevenção, por meio de vacinas, e diagnóstico, com oferta de testes, além de tratamento medicamentoso. É muito importante que as pessoas acima de 40 anos procurem a unidade de saúde mais próxima para realizar testagem e se imunizar contra a hepatite B e que os pais vacinem as crianças contra hepatite A. Assim, conseguiremos tratar ainda mais pessoas e eliminar a sombra da hepatite do Brasil”, diz, em nota, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Em 2018, o Ministério da Saúde distribuiu 25 milhões de testes de hepatite B e C. Para 2019, com o fortalecimento das ações de diagnóstico e ampliação do tratamento, a expectativa é que esse número seja superado.

Além dos testes, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece vacina contra a hepatite A para menores de 5 anos e grupos de risco. Disponibiliza também vacina contra a hepatite B para todas as faixas etárias. Esta vacina também protege contra a hepatite D.

Eliminação da hepatite C

O Brasil tem como meta eliminar a hepatite C até 2030. Para isso, nos últimos três anos, foram disponibilizados pelo SUS 100 mil tratamentos para hepatite C.

Neste ano, foram entregues 24 mil tratamentos para a doença. Até o início de agosto, de acordo com o Ministério da Saúde, serão entregues outros 5 mil tratamentos.

Em 2019, o Ministério da Saúde adquiriu 42.947 tratamentos sofosbuvir/ledipasvir e sofosbuvir/velpatasvir. Outros 7 mil tratamentos estão em processo de aquisição.

De acordo com a pasta, todas as pessoas diagnosticadas com hepatite C têm a garantia de acesso ao tratamento, independente do dano no fígado, assegurando universalização do acesso previsto desde março de 2018. Essa ação, segundo o ministério, coloca o Brasil como protagonista mundial no combate a hepatite C.

* Matéria alterada às 11h25 para atualização de informações divulgadas pelo Ministério da Saúde. Ao contrário do que foi publicado na primeira versão, o número de casos de hepatites no Brasil caiu no período de 2008 a 2018. A informação errada que apontava crescimento nos números da doença, publicada na primeira matéria, foi inicialmente divulgada pelo Ministério da Saúde que, em seguida, enviou os dados corretos para a redação.  (Fonte: Agência Brasil)


Petrolina permanece em situação de médio risco de infestação

por Milena Pacheco 17 de Julho de 2019 às 11:21
categoria: Saúde

Petrolina permanece em situação de médio risco de infestação

O resultado do Levantamento Rápido de Índice de Infestação para o Aedes aegypti (LIRAa) foi divulgado na segunda-feira (15) pela prefeitura de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. De acordo com a pesquisa o município continua em sinal de alerta e o índice geral permanece em 2,1%.

Foto: Prefeitura de Juiz de Fora/Divulgação

Os dados coletados na primeira semana de julho, mantém Petrolina em situação de médio risco de infestação. Os bairros que apresentaram maior índice de infestação foram o Dom Avelar, São Jorge, São Joaquim e Terras do Sul.

No primeiro semestre de 2019, a Secretaria da Saúde notificou 1.416 casos de dengue, sendo 62 destes confirmados. Além disso, foram 99 notificações e duas confirmações de Zika. Enquanto de chikungunya foram 151 casos notificados e dois confirmados. (Fonte: G1)


Brasil é o único país do mundo que utiliza o termo hanseníase para se referir à doença

por Milena Pacheco 16 de Julho de 2019 às 13:30
categoria: Saúde

A boa notícia é que, atualmente, a doença tem cura e o tratamento é 100% eficaz, se feito corretamente.

Foto: Ministério da Saúde

A hanseníase é uma doença milenar, o seu histórico é antigo. Mas você sabia que o Brasil  o único país do mundo que utiliza esse termo para se referir à infecção? A explicação para isso é o grande estigma que a doença carrega. Isso porque, antigamente, os indivíduos que tinham hanseníase eram enviados aos chamados leprosários ou excluídos da sociedade, pois a enfermidade era vinculada a símbolos negativos como pecado, castigo divino ou impureza, sendo confundida com doenças venéreas. Por medo do contágio e por não haver cura na época, os enfermos eram proibidos de entrar em igrejas, por exemplo, e tinham que usar vestimentas especiais. O microrganismo causador da hanseníase foi identificado somente em 1873, pelo norueguês Armauer Hansen, que deu origem ao nome da doença. Com essa descoberta, alguns mitos foram derrubados. No entanto, o preconceito existe até hoje, sendo uma das principais dificuldades que os pacientes enfrentam. A boa notícia é que, atualmente, a doença tem cura e o tratamento é 100% eficaz, se feito corretamente. Segundo a coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha, os brasileiros devem ficar atentos a alguns sinais que podem ajudar a identificar a infecção.

“O sinais e sintomas, hoje, realmente são muito mais leves do que no passado, onde as pessoas eram diagnosticadas já quando estavam totalmente deformadas, hoje é diferente. Atualmente, o serviço de saúde sabe diagnosticar a hanseníase, temos profissionais nas Unidades Básicas de Saúde capazes de identificar a doença, temos o tratamento gratuito nas unidades do país inteiro. Tem cura, o tratamento é gratuito no SUS e os pacientes têm acesso garantido.

O mais indicado é ficar atento ao início dos sintomas. O diagnóstico precoce e o tratamento correto eliminam a transmissão da doença. O hansenólogo da Coordenação de Controle da Hanseníase do Pará, Carlos Cruz, lembra que, na dúvida, a dica principal é se dirigir a uma Unidade Básica de Saúde o quanto antes.

“A melhor prevenção na verdade seria o diagnóstico precoce, naquela fase de manchas, onde os nervos não foram afetados. Para isso, é preciso que examine todas as pessoas que convivem com o doente. Com essa medida, a gente consegue diagnosticar a hanseníase em fase inicial, evitando que ela evolua para as incapacidades físicas. Além disso, uma outra medida que é realizada nestas pessoas que convivem com o doente é fazer o BCG. O BCG é uma vacina que é usada para prevenir a tuberculose, mas que também é usado na hanseníase, para aumentar a resistência das pessoas. E essas pessoas, uma vez vacinadas, elas se adoecerem, contrairão sempre uma forma mais leve da doença. Não impede de adoecer, mas faz com que a pessoa adoeça de uma forma mais leve da hanseníase.” (Fonte: Agência do Rádio)