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Presidente do Conselho Municipal de Saúde diz que a solução do HU é “voltar a ser municipal”

por Adriana Rodrigues 13 de Abril de 2018 às 10:57
categoria: Saúde

O Conselho Municipal de Saúde realizou visita ao Hospital Universitário essa semana para fiscalizar a situação do local, diante das muitas reclamações dos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde).

Segundo o Presidente do Conselho Municipal de Saúde, Edvaldo Landim, o que motivou a visita foi a preocuapação do órgão com os atendimentos aos pacientes e superlotação. "O que preconiza a situação é essa Rede PEBA, a situação é realmente de traumas. Atende 54 municípios, mas que o suporte dele é para a população de Petrolina que já passa de 300 mil habitantes".

Samu

Um dos problemas observados são várias macas do Samu que estão retidas dentro no Hospital Universitário. Segundo ele, chega a ficar 50 pacientes nos corredores, todos com macas. "São macas pra transportar, não pra ficar acamado como encontrei um rapaz que está há 23 dias aguardando cirurgia. É uma calamidade, o Samu chegou sem maca e saiu sem maca".

O presidente do Conselho conta que já presenciou situações em que ao solicitar socorro de emergência, o médico que estava de plantão no Samu disse que estava sem operacional, ou seja, viaturas inauguradas ano passado, não estão funcionando há mais de 30 dias, porque segundo o médico não tem macas, e eles só estão no local dando orientação. "O que me indigna é a situação, não podemos ficar a mais de 30 dias sem atendimento, tem que ter uma solução", reivindicou.

Evaldo deixou claro que solicitará a folha de pagamento do Samu, os empenhos, a folha de contratação dos servidores, para saber arrecadação, porque para ele, é inviável o município com tantas emergências ter uma entidade inoperante. “Não tem justificativa a gente tem que arrumar um paliativo, e para isso é preciso convocar o Ministério Público”.

Imip

No Hospital Dom Malam ele relata a situação das grávidas que ficam em pé revezando para sentarem, porque não tem cadeira suficiente para atender a demanda. “Mulheres com pernas inchadas que tem passar 03 dias em pé, esperando atendimento, chega a ser desumano”.

Retirada de especialistas das Ames

Essa denúncia chegou ao programa nossa voz há duas semanas, de que a população não está sendo devidamente atendida. Evaldo Landim, diz que já tomou conhecimento, já conversou com a secretária Magnilde Albuquerque, porque as Ames não funcionam como deveriam. Segundo ele, estão funcionando como postos de saúde.